Eu fui o primeiro a correr mas Myrele e Anabele foram as que primeiro atacaram. O tridente de Anabele perfurou três caras com o machado enquanto Myrelle acertava os magos com seu arco com todos os encantamentos que podia usar. Esteanhamente parecia usar uma função de cada vez. As vezes os pilagers entravam em combustão, outras eram lançados na parede e outras vezes a flecha os atravessava e eles morriam instantaneamente.
Eu me concentrava nas bruchas. Elas eram mais difíceis de morrer. Cada vez que acertavam elas, elas tomavam uma poção de cura e simplesmente regeneravam. Só havia uma forma de matar.
Eu voei em cima de uma com minha espada afiada e desci golpe após golpe, sem parar, até que a brucha estivesse em pedaços dificieis de regenerar novamente. Meus amigos seguiram meu exemplo. Carol com o machado, Pedro com a picareta e José com uma espada com o fio emevenenado. Diana, Katlin e kamila faziam o que podiam. Geovana também lutava bravamente e Jonatha lutava com os próprios punhos.
A batalha se suavizou até que so restaram corpos e sangue pelo chão. Muitos estavam machucados e Anabele exibia um vergão na testa. Carol veio a mim, com os olhos assustados.
- Phe... lipe... acho... que... to... mor... rendo...
Ela caiu em meus braços.
- É veneno, rápido, alguém tem leite?
José tirou seu tablet da cintura, clicou num item e uma garrafa de leite apareceu na mão dele.
- Toma - Ele jogou a garrafa no ar e eu a peguei.
- Não sabia que havia garrafas em minecreft. - Eu falei.
- Sim, elas foram atualizadas na nova snapshot.
Eu destampei e derramei o conteúdo inteiro na boca de Carol que logo recobrou os sentidos.
- Melhor? - Eu perguntei.
- Sim. - Ela se levantou.
- Vamos sair daqui. Logo haverão mais pillagers para lutar.
Nos corremos e descemos as escadas. Quando chegamos na porta de saída eu parei.
- O que você quer fazer, Phelipe? - Gritou Anabele. - Vamos embora.
- Só uma última coisa.
Puxei do meu inventário uma pederneira e um pedaço e ferro e joguei faíscas no chão de madeira que pegou fogo na hora. O fogo rapidamente se espalhou. Alguns pillagers que vinham se aproximando quando viram o fogo, se afastaram correndo.
Nós saímos da mansão em chamas. Percorremos uma distância perto de um quilômetros e o fogo dava pra ver por cima das árvores. Chegamos num ponto de mata fechada e descansamos.
- Precisamos de um lugar. Não tenho muito material para construir. - Disse José.
- Há uma base aqui perto, feita de madeira de carvalho negro. É mais uma torre de observação, da pra ver quando chegamos a um quilômetro dela. - Eu disse.
- Pra que lado? - Perguntou Carol.
- Pra lá. - E apontei para Oeste.
Nós seguimos até dar numa grande clareira. No meio da clareira havia uma casa enorme feita em estilo medieval, com plantas nas janelas e um jardim na frente. Havia uma lagoa mo jardim onde peixes nadavam. Eu não tinha ideia de onde estávamos.
- Não conheço esse lugar - Eu falei.
- Eu conheço. - Disse Geovanna. - Não pode ser. Isso só reforça minha ideia. Mas, deixe me ver.
O lago estava na frente da casa, havia dois pilares desse lado e mais dois do outro lado. Ela foi num dos pilares e apertou um botão. Imediatamente uma ponte levadiça saiu da agua, feita de tijolos de pedra, e uma passagem de dois blocos de largura estava formada na nossa frente.
- Eu não acredito, é minha casa!!
Ela saiu correndo pela passagem e entrou na casa. Quando nós entramos nos deparamos com um verdadeiro zoológico. Gatos de todas as cores percorriam pelo chão. No teto, papagaios voavam. E uma matilha de cachorros de todas as cores estava sentada a um lado.
- Você gosta mesmo de animais. - Disse José.
- Há não ligue para isso. - Disse Geovanna. - Eu amo pets.
Pedro apenas olhou desconfiado de um lado para o outro.
- Venha, tem espaço para todos. Ali é a cozinha e em cima fica os quartos.
- E embaixo? - Falou Pedro.
- Como você sabe que tem um andar embaixo.
- Porque há um alçapão de cerro ali.
Ela riu.
- Embaixo fica meu laboratório de poções e meu portal para o nether. Estranho não to ouvindo ele.
Ela abriu o alçapão e desceu e eu a segui. Ali a vibe era outra. O chão era de pedra decorado com andesito polido, diorito e alguns pontos de tijolos rachados. Havia blocos de pedra lisa por todo lado e sobre elas vários suportes de poções.
- Há, minhas poções. Eu senti falta delas.
Ela correu para os baús, cada um exibia uma moldura com um tipo de poção diferente.
- Oh Geovanna, Esse era o seu portal?
Nos fomos ver. Era bonito, decorado com pedras de pris marinho e lâmpadas. Mas estava desativado. Tudo o que havia era um arco negro de obsidiana desgastada.
- A obsidiana. - Eu falei.
Ela olhou. Toda a pedra estava velha, desgastada. Estava em ponto de ruir.
- Parece que nessa versão de mundo não podemos construir portais para o nether por nós mesmos. - Falou José.
- Eu também não achei nenhuma ruina enquanto andava. - Eu falei. - E sobre isso, sobre o que você estava falando? Sua teoria
- Era a de que todos fazemos partes do mesmo mundo, mas estamos distantes demais um dos outros.
- Eu também pensei nisso. - Eu disse.
- Então quer dizer que podemos achar o meu mundo aqui também? - Disse Pedro.
- Talvez.
José ficou apreensivo.
- Porque?
- É que eu tenho um zoológico e tenho urso polares, eles são meios perigosos.
- Ainda bem que você tem mobs normais. - Disse José.
- Como assim, você não tem mobs normais? - Falou Pedro.
- Não, eu tenho monstros presos.
- Ainda bem que estão presos. - Falou Myrelle. - Eu tenho campos de desafios cheios de spouners de monstros. Não quero encontrar meu mundo.
- Bem, eu quero descansar - Falou Carol. - Já é noite e precisamos dormir, amanhã teremos uma grande jornada até o posto dos pilagers.
- Eu concordo. - Eu falei. - A casa é bem protegida?
- Sim, ela é. - Disse Geovanna. - Vão dormir. Eu vou ficar aqui fermentando algumas poções.
Nós subimos. Os outros subiram para o segundo andar e eu fui para o terceiro. La na parte de trás havia uma grande janela com vista para o matagal escuro. Parecia que vaga lumes voavam por ali. Alguém subiu junto comigo.
- Posso dormir aqui com você? - Disse Myrele com um lençol na mão.
- Pode vem.
Nos estendemos os lençóis e deitamos um ao lado do outro.
- Tenho medo do que possa acontecer aqui. - Ela disse. - Se nós não sobrevivermos.
- Eu também. - Eu disse. - Não sei o que virá a seguir. Só oro para que dê tudo certo.
- Antes que algo ruim acontece, só quero dizer antes que seja tarde demais. Eu gosto de você.
- Há, como um amigo.
Meu coração bateu forte, mas do que o necessário.
- Claro que não Phe. Mais que isso, e mais que um irmão também. Eu não sei como expressar isso direito.
- Então apenas haja. Não precisa falar. você é uma garota legal e gosto de você também.
- Você... pode me beijar?
Eu me aproximei dos olhos dela, bonitos e negros, e beijei sua boca. Ela retribuiu o beijo, um tempo depois ela dormiu.
- Nossa! - Eu falei.
Então deitei mais perto dela e ela se virou, colocando o braço sobre meu corpo. Eu feixei os olhos e lentamente cai no sono.
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Atualizado até capítulo 72
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