O sol estava se pondo quando entramos na vila. A vila era pequena, simples, e as casas tinha um estilo meio oriental, árabe. Com o branco contratastando com vermelho, verde e até azul. A maioria das casas tinha duas ou três portas. Havia um estabelecimento com três portas que parecia ser um restaurante. Os aldeões tinham a pele morena, barba cheia, no caso dos homens, e roupas ao estilo dos povos Árabes. A diferença era que as mulheres nãos usavam o hijab, mas usavam muitas joias e maquiagem característica.
Havia um camelo enorme deitado ao lado de uma pilastra. Nós entramos no estabelecimento. Havia mesas simples, com cadeiras confortáveis. Uma senhora atendia no balcão e havia dois senhores de cabelo branco sentados no balcão principal. Enquanto os outros foram escolher mesas, eu e Myrelle fomos até o balcão.
- Os senhores querem fazer algum pedido? - Perguntou a senhora. Ela usava roupas cumpridas, coloridas, e pingentes nas orelhas. Ela não olhou nossas roupas e nem como parecíamos cansados.
- Sim, uma bebida refrescante para todos na mesa e o que tiver pra comer. - Eu disse.
- Vou mandar levar o especial do dia.
Ela gritou num idioma que eu nunca tinha visto na minha vida. Uma jovem apareceu, de roupas longas que iam até o pulso e descia até o tornozelo, cabelos negros ondulados e olhos bem escuros. Ela acenou e foi buscar a comida.
- A senhora poderia me falar sobre o Cartógrafo? - Eu falei. Ela me deu uma garrafa de mel diluído em agua. Quando tomei, era de um sabor delicioso.
- Ah, o senhor Malon? Ele é um homem maravilhoso. Está sempre ocupado com seus livros mas sempre tira uma hora para vir a taberna beber um pouco.
- Sim, ele mesmo. É fácil encontrar ele?
- Oh sim, ele vive na biblioteca. O prédio com uma faixa laranja.
A comida chegou. Era um cozido de beterraba com batata e cenoura. Eu nem sabia que isso tinha em minecreft. Bem, peguei minha comida e me sentei com os outros.
- Gente, o Cartógrafo mora no prédio virando a rua. enquanto vocês ficam aqui, eu vou falar com ele.
- Tenha cuidado. - Disse Myrele.
Eu sai e fui direto ao Cartógrafo. Os aldeões ainda estavam sentados na rua, cinversando entre si. Eu fui até o imenso predio branco com uma faixa laranja. Ele tinha três portas unicas. Eu entrei, a galeria era simples, modesta, com três fileiras de livros que tomavam toda a parede a oeste. O Cartógrafo estava no segundo andar trabalhando na mesa de cartografia.
- Senhor Malon? - Eu chamei.
Ele me olhou. Tinha a pele um pouco branca, roupas marrons e um cinto com uma faixa de cor dourada, indicando nível quase máximo de conhecimento. Ele usava um monóculo e seu cabelo era penteado para trás.
- Sim meu filho, o que deseja?
- Eu e meus amigos estamos procurando Okoye, a sacerdotisa da vila da floresta que foi levada, achamos que ela pode estar com o pillagers na mansão. Pode nos dar o mapa até a mansão.
Ele desceu as escadas até mim.
- Um mapa como esse é difícil de confeccionar. - Ele falou, andando de um lado para o outro. - Preciso de papéis, tinta e uma bússola encantada, que é muito rara de encontrar.
- Onde posso encontrar essa bússola?
- Há uma grande pirâmide que foi construído por um estrangeiro muito perspicaz. Até agora ninguém pode passar por ela. Na pirâmide você vai encontrar uma bússola encantada.
- Quanto vai custar para fazer o mapa, senhor Malon
- Dez esmeraldas, filho.
Para mim estava ótimo.
- Amanhã eu estarei com a bússola em mãos, senhor Malon.
Myrele entrou pela porta.
Nós encontramos uma hospedagem para ficar. - Ela disse.
- Ok, vamos.
Eu a segui até um prédio relativamente grande, onde havia várias camas em dois andares. Todos já estavam deitados de cama. Eu me deitei na minha e agarrei no sono.
- Phelipe - Ouvi uma voz ao longe me chamar. - Phelipe, acorda, vamos.
Eu abri os olhos. Myrele estava me sacudindo violentamente.
- O que foi? Já, já acordei.
- Desculpa. Algo aconteceu durante a noite, na torre do sacerdote. Parece que alguém foi assassinado.
Eu levantei apressado.
- Oh meu Deus, o Cartógrafo!
- Não, o Cartógrafo está bem. Foi o sacerdote.
Eu saí para ver. Pessoas estavam chorando e outras gritavam em desespero. Toda a vila parecia em choque. Eu me foi ate onde elas estavam e lá estava ele, um homem ja idoso, de barba branca e chapéu com uma flecha cravada no peito, deitado de costas no porta do prédio dele.
- Quem poderia fazer isso? - Perguntou Geovanna.
- Acho que o nosso inimigo achou essa vila e atacou furtivamente durante a noite. - Eu falei.
- Ele poderia ter nos contado sobre a quarta dimensão.
- Não, ele não poderia. - Disse um jovem que se aproximava. - Eu sou Johan, eu era aprendiz dele. Apenas um sacerdote sabe sobre a quarta dimensão. Seria hoje que ele iria me contar sobre ele e onde ele vive, mas é tarde demais e o segredo ja era.
Eu voltei a estalagem, com um vazio no peito.
- Não podíamos fazer nada. - Disse Myrele.
- Não, ainda podemos. Há uma pirâmide que precisamos ir para pegar uma coisa e conseguir o mapa até a mansão na floresta. Onde provavelmente ele se esconde.
- E você sabe onde fica a pirâmide?
- Sei. Preciso de três pessoas para irem comigo. Vai ser muito perigoso.
- Eu vou. - Disse Myrele.
- Eu também. - Disse Pedro.
- E eu. - Falou Anabele.
- Tem certeza. - Eu falei.
Ela me mostrou o tridente. Havia um novo brilho nele.
- Meu tridente está novinho. Eu estou louca para testar ele nos monstros.
- Ok, vamos partir logo, antes do meio dia.
Enquanto eu escolhia as armas para lutar, Geovanna chegou para mim com três maçã douradas.
- Aqui, somente para usar quando for realmente necessário. - Ela disse.
- Ah, obrigado. Você sempre tem as melhores soluções.
Ela sorriu e colocou o cabelo ruivo de lado.
- O que pretende fazer ao encontrar a mansão da floresta?
- Você quer dizer, depois de tirar Okoye de lá?
- Sim?
- Bem, vou por fogo em tudo.
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Atualizado até capítulo 72
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