A Vila Da Floresta

    Foi uma caminhada árdua e longa. Passamos quase um dia inteiro caminhando em direção a leste. Não fizemos paradas, não queriamos encontrar nenhum mob ostil. Ja havíamos enfrentado nossa cota durante a noite.     Contudo, não passamos por muitos acidentes. Aqui e acolá passavamos por um aclive e declive mas nada demais. Havia alguns zumbis em sombras de árvores ou dentro de pequenos lagos, que nós os abatemos ligeiramente.Tambem encontramos alguns esqueletos pelo meio do caminho ao qual os destruimos e coletamos seus ossos do femu, o único osso grande o suficiente e com as propriedades corretas para fazer fertilizantes.

    - Não se sente cansado? - Me perguntou Geovanna.

    - Não. Quer dizer, só um pouco.

    - Deveríamos parar um pouco para desncansar.

    - Não é uma boa ideia. - Disse Myrelle.

    - Porque? - Interveio Kamila

    - O sol ja está baixo no horizonte. Logo a noite vem e não queremos está nessa floresta quando a noite cair.

    - Eu concordo. - Eu disse. - Enfrentar monstros na floresta é mais complicado que numa planície.

    - Nós estamos próximo - Disse o aldeão. - Fica no fim dessa trilha.

    De fato apareceu uma trilha diante de nós, de três metros de largura. Ela se estendia além da floresta para algum lugar de onde vinha um cheiro de mofo e lama.

    - Que cheiro é esse? - Perguntou Carol tampando o nariz.

    - É um pântano! - Exclamou Pedro. - Meus Deus, é uma vila de pântano. Isso é muito bom.

    - Ou éramos. O nosso pântano está soterrado com os corpos dos nossos mortos.

    Todos nos calamos. Derrepente um pingo de agua caiu em meu ombro. Eu pensei que havia vindo de algum árvore, talvez para me consolar, mas eu sabia o que estava acintecendo. Quando olhei para cima, não havia mais sol. Nuvens escuras rodeavam o céu.

    - Corram. - Disse.

    - O que? Porque? - Perguntou Carol.

    Geovanna olhou para mim com o olhar assustado.

    - Corram! - Ela gritou.

    Todos nós corremos em direção a vila. Ela estava la embaixo. casas destruidas, queimadas se espalhavam pela superfície de um grande pântano. Plataformas e paus no meio da agua turva informavam que haviam casas alí antes. Felizmente algumas estavam de pé, inclusive uma biblioteca e uma casa de ferraria.

    Nós nos espalhamos pelo meio da vila, procurando esconderijo e escutando o som de zumbis ao redor. Eu achei uma hispedaria que faltava algumas partes mas a porta estava intacta. Entrei nela com Geovanna e Myrelle e fechamos a porta. Eu catei alguns blocos do meu inventário e tapei as partes que faltavam. Felizmente haviam seis camas ali, tidas intactas.

    Senti uma pancada forte na cabeça e me virei. Uma mulher baixa, ruiva e Sardenta segurava uma frigideira. Seu olhar era feroz, e ela segurava a panela em posição de ataque.

    - Quem são vocês? - Ela gritou. - O que vinheram fazer aqui, vinheram destruir o resto de nós.

    A porta se abriu.

    Amor pare eles são amigos.

    O aldeão se precipitava pela porta com as mãos levantadas. A mulher duavisou e correu até o aldeão, o abraçou e o beijou.

    - Eu estava tão preocupada. Pensei que estivesse morto ou pior.

    - Pior que morto? - Eu perguntei.

    - Ha destinos pior que a morte. - O aldeão disse. - Essa é minha esposa, Malaka ela é estalajadeira e cozinheira. E eu sou Karamy, o mercador ambulante.

    Então eu olhei melhor as roupas dele, traje axul, mocacins, sim, ele era o Aldeão comerciante.

    - E as suas lhamas? - Myrele perguntou.

    - Elas foram levadas pelo trol.

    Trol eram jogadores ruins que destruiam contrações e pregavam peças sem graça.

    A chuva caia la fora. Zumbis perambulavam pelas ruas e tetavam entrar nas casas.

    - Esses zumbis sempre aparecem, mesmo de dia. - Disse Malaka.

    - Estamos tendo uma infestação séria de zumbis - Disse Karamy. - Não sabemos de onde vem.

    - Sabemos sim. Vem de uma caverna aqui perto.

    - Caverna? Então?

    - Deve haver algum mobspauner bem próximo. - Disse Geovanna.

    - Ok. - Eu falei. - Vamos dormir e amanhã a gente decide isso.

    Todos foram para a cama. Eu fui até a porta e coloquei dois blocos de areia para reforçar, assim os zumbis não conseguiriam destrui-la tão facilmente.

    Na cama eu demorei a dormir. A chuva caía la fora, serena e fria. Sons de monstros se faziam ao redor e ate o ginchado dos fantasmas dava pra ouvir pelo telhado. Eu fechei os olhos imaginando em casa. Então dormi.

    Em meu sonho eu via André. Ao que parecia ele não estava me vendo, apenas olhando uma figura alta sentada num trono de madeira rústico. Ele não falava, mas a figura do trono apontou com a mão e ele seguiu direto para a porta. Então acordei com um baque surdo.

    - Os zumbis quebraram a porta? - Levantei sobressaltado. Mas o que via era a luz quente do sol entrando pela janela.

    - Não, eu só deixei cair o vaso de plantas. - Disse Myrele.

    Eu esfreguei os olhos. Olhei ao redor procurando algo para segurar.

    - Ha, Pedro passou por aqui. - Myrelle disse. - Ele deixou isso para você.

    Ela me entregou uma linda espada de ferro. O cabo de madeira se encaixava certo na minha mão. Era leve e afiada e eu conseguia manusear com perfeição.

    - Myrelle, Geovanna, vamos la fora?

    Elas assentiram. Nos fomos e setamos nos muros do poço que havia no centro da vila destruída. Mirele acertou um zumbi com uma de suas flechas.

    - Estão ouvindo esse barulho. - Eu disse.

    - Sim - Disse Myrelle. - Esse barulho me perturbou a noite toda.

    - Há uma masmorra embaixo da vila onde existe um spauner de zumbis. Eles geralmente esperam a noite para sair. Precisamos encontrar e destruir lo.

    - Vai ser perigoso, e precisamos de uma picareta de diamantes. - Disse Geo.

    - Pedro tem uma. - Disse Myrele.

    - Pedro tem que vir com a gente. Onde ele está? - Eu falei.

    - Bem aqui. - Disse uma vós atras de mim. Pedro estava sentado na outra parte do muro da fonte. - O que vocês querem de mim?

    - Que você destrua o spauner de zumbis. - Eu disse.

    - Mas, mesmo com a minha picareta de diamantes, ia ser muito perigoso. Eu jamais iria conseguir destruir isso com muitos zumbis se espaunando ao meu redor.

    - Você se preocupa com o espauner e deixa a guerra para nós, bebê. - Disse Geovanna.

    Nós achamos a caverna de onde vinha os resmungos de zumbis. O calor e cheiro impregnava o ar, como se estivesse vindo de um esgoto imundo. Assim que entramos, alguns zumbis surgiram. Nos pusemos em ação. Eu segurava minha espada de ferro recem adquirida e com ela eu decepava alguns zumbis. Myrelle acertava com suas flechas, sua mira era impecável. Geovanna também usava uma espada de pedra, que apesar de inferior, cortava com vontade.

    Eu mirei o pescoço de um zumbi quando estaquei. Aquele zumbi era diferente. Os zumbis normais não tem cabelo, são carecas, roupas rasgadas e pele pultrefada se desprendia do corpo. Mas aquele zumbi estava completamente integro. com cabelo, pele no lugar, e chapéu.

    - É um zumbi de aldeão! - Gritou Geo. - rápido, faça um buraco para prender ele!

    Pedro pós a se mexer. Ele acertava um zumbi ocasionalmente. Ele cavou um buraco no chão 3x3 e nós empurramos o zumbi aldeão dentro dele. Depois voltamos a guerra. A medida que nos aprofundamos na caverna, mais zumbis apareciam. Ate que nos encontramos numa masmorra feita de pedregulho e musgo. Era enorme, cheia de casulos cheios. Os casulos saiam os zumbis. Passamos a matar eles antes que saíssem, mas eles eram rápidos. Os casulos estavam conectados a algo no meio da masmorra. Uma coisa que brilhava como se tivesse um cristal no meio. Assim que um zumbi nascia, outro casulo se formava rapidamente e se enchia.

    - É inútil destruir os casulos. Pedro, destrua o cristal.

    Pedro tomou a picareta na mão e desceu sobre o cristal. Ela enterrou fundo a parte pontuda e então o cristal explodiu. Os cazulos murcharam e derramou uma gosma nojenta e verde de dentro. o perigo havia passado.

    - Vecemos - Disse pedro.

    - Sim, - eu disse. - E os despojos sao todos seus.

    Ele olhou e viu o baú. Dentro não havia muita coisa, somente carne podre, ossos, teias de aranhas, uma espada de ferro afiada e uma armadura completa de cota de malha.

    - O melhor presente que recebi hoje. - Disse ele erguendo a armadura.

Capítulos
1 Prólogo
2 Prologo 2
3 Estagio 1 - Superfície: Nivel 1 - Técnicas de sobrevivência
4 Estágio 1 - Superfície: Nivel 2 - O aldeão Perdido
5 A Vila Da Floresta
6 estágio 1: Superfície - Nivel 4: Recomeço
7 Estágio 1 - Superfície, Nível 5 - Genesis
8 Estágio 1 - Superfície, Nível 6 - Do pântano as altas montanhas.
9 estágio 1 - Superfície - nível 7 - Das montanhas ao dezerto
10 Estágio 1 - Superfície, Nivel 8 - A base no deserto.
11 Estágio 1 - Superfície, Nível 9 - O Templo do Deserto
12 Estágio 1 - Superfície, Nivel 10 - A Vila do Deserto
13 Estágio 1 - Superfície, Nível 11 - A Grande Pirâmide
14 Estágio 1 - Superfície, Nivel 12 - A Floresta de Carvalhos Negros
15 Estágio 1 - Superfície, Nivel 13 - O Encontro Com a Brucha
16 Estágio 1 - Superfície, Nível 14 - A Mansão da Floresta
17 Estágio 1 - Superfície, nivel 15 - Fuga
18 Estágio 1 - Superfície. Nível 16 - A Densa Selva
19 Estágio 1 - Superfície, Nivel 17 - Tesouros e armadilhas
20 Estágio 1 - Superfície, Nivel 18, Perdidos e Achados
21 Estágio 1 - Superfície. Nivel 19 - Encontro de Família
22 Estágio - superfície. Nível 20 - Partida
23 Estágio 1 - Superfície. Nivel 21 - Torre de saqueadores
24 Estágio 1 - Superfície Nivel 22 - O Resgate
25 Estágio 1 - Superfície. Nivel 23 - Retorno
26 Estágio 1 - Superfície, Nivel 24 - Ameaças
27 Estágio 1 - Superfície. Nivel 25 - Preparo
28 Estágio 1 - Superfície, nivel 25 - A Primeira Onda, Saqueadores
29 Estágio 1 - Superfície. - Nivel 26 - A Segunda Onda O Vingador
30 Estágio 1 - Superfície. Nivel 27 - A Terceira Onda, O Devastador
31 Estágio 1 - Superfície, Nivel 28 - A Quarta Onda, As Bruchas Saqueadoras
32 Estágio 1 - Superfície. Nível 29 -A Quinta Onda, Invocadores
33 Estágio 1 - Superfície. Nivel 30, O Enigma de Okoye
34 Estágio 1 - Superfície - capítulo 31 - O Templo Oceânico
35 Estágio 1 - Superfície, Nivel 32 - Nova Dimensão
36 Estágio 2 - Nether, Nivel 1 - O Nether
37 Estágio 2 - Nether, Nivel 2 - Os Aldeões Dourados
38 Estágio 2 - Nether, nível 3 - Como Fazer Negócios no Nether
39 Estágio 2 - Nether, Nivel 4 - O Bastião
40 Estágio 2 Nether, Nível 5 - A Fortaleza
41 Estágio 2 - Nether, Nível 6 - O Winter Boss
42 Estágio 1 - Nether, Nivel 7 - Anabele
43 Estágio 2 - Nether, Nivel 7 - A Vila Dos Pescadores
44 Estágio 2 - Nether, Nivel 8 - Imargens do Passado
45 Estágio 2 - Nether, Nível 9 - A Fortaleza Subterrânea
46 Estágio 2 - Nether, Nivel 10 - O Portal Do Fim
47 Estágio 3 - End, Nivel 1 - O Fim
48 Estágio 3 - End, Nivel 2 - A Batalha contra o Dragão parte 1, Os Cristais do End
49 Estágio 3 - End, Nivel 3 - A Batalha Contra o Dragão Parte 2 - O Dragão
50 Estágio 3 - End, Nivel 4, A Batalha Contra O Dragão Parte 3 - O Ovo de Dragão.
51 Estágio 3 - End, Nivel 5 - Nos Confins do End
52 Estágio 3 - End, Nivel 6 - A Grandiosa EndCity
53 Estágio 3 - End, Nivel 7 - Aquilo É O Olandes Voador?
54 Estágio 3 - End, Nível 8 - Retorno
55 Estágio 3 - End. Nível 9 - A Vila Na Taiga
56 Estágio 3 - End. Nível 10 - A Antiga Cidade
57 Estágio 1 - End. Nivel 11 - O Guarda 1, O Nascimento
58 Estágio 3 - End. Nivel 12 - O Guarda 2, Guerra
59 Estágio 3 - End. Nivel 13 - O Guarda 3 - A Câmara de Testes
60 Estágio 3 - End. Nivel 14 - O Guarda 4 - Fall Down
61 estágio 3 - End. - Nivel 15 - Confronto
62 Estágio 3 - End. Nivel 16 - A Porta Está Aberta
63 Estágio 3 - End. Nível 17 - O Guarda 5, Ressurection
64 Estágio 3 - End, Nível 17 - Libertação
65 Estagio 3 - End, Nivel 18 - O Guarda 6, Aliança
66 Estágio 3 - End. Nivel 19 - O guarda 7, EndGame
67 Estágio 3 - The End. Nivel 20 - Game Over
68 Epílogo 1 - Pedro e Kamila
69 Epílogo 2 - Geovanna e as meninas
70 Epílogo 3 - Phelipe e Okoye
71 Epílogo 4 - Contaminação
72 Considerações finais do autor
Capítulos

Atualizado até capítulo 72

1
Prólogo
2
Prologo 2
3
Estagio 1 - Superfície: Nivel 1 - Técnicas de sobrevivência
4
Estágio 1 - Superfície: Nivel 2 - O aldeão Perdido
5
A Vila Da Floresta
6
estágio 1: Superfície - Nivel 4: Recomeço
7
Estágio 1 - Superfície, Nível 5 - Genesis
8
Estágio 1 - Superfície, Nível 6 - Do pântano as altas montanhas.
9
estágio 1 - Superfície - nível 7 - Das montanhas ao dezerto
10
Estágio 1 - Superfície, Nivel 8 - A base no deserto.
11
Estágio 1 - Superfície, Nível 9 - O Templo do Deserto
12
Estágio 1 - Superfície, Nivel 10 - A Vila do Deserto
13
Estágio 1 - Superfície, Nível 11 - A Grande Pirâmide
14
Estágio 1 - Superfície, Nivel 12 - A Floresta de Carvalhos Negros
15
Estágio 1 - Superfície, Nivel 13 - O Encontro Com a Brucha
16
Estágio 1 - Superfície, Nível 14 - A Mansão da Floresta
17
Estágio 1 - Superfície, nivel 15 - Fuga
18
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19
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20
Estágio 1 - Superfície, Nivel 18, Perdidos e Achados
21
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30
Estágio 1 - Superfície. Nivel 27 - A Terceira Onda, O Devastador
31
Estágio 1 - Superfície, Nivel 28 - A Quarta Onda, As Bruchas Saqueadoras
32
Estágio 1 - Superfície. Nível 29 -A Quinta Onda, Invocadores
33
Estágio 1 - Superfície. Nivel 30, O Enigma de Okoye
34
Estágio 1 - Superfície - capítulo 31 - O Templo Oceânico
35
Estágio 1 - Superfície, Nivel 32 - Nova Dimensão
36
Estágio 2 - Nether, Nivel 1 - O Nether
37
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Estágio 3 - End, Nivel 1 - O Fim
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Estágio 3 - End, Nivel 2 - A Batalha contra o Dragão parte 1, Os Cristais do End
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50
Estágio 3 - End, Nivel 4, A Batalha Contra O Dragão Parte 3 - O Ovo de Dragão.
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Estágio 3 - End, Nivel 5 - Nos Confins do End
52
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Estágio 3 - End. Nivel 14 - O Guarda 4 - Fall Down
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Estágio 3 - End, Nível 17 - Libertação
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Estagio 3 - End, Nivel 18 - O Guarda 6, Aliança
66
Estágio 3 - End. Nivel 19 - O guarda 7, EndGame
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Estágio 3 - The End. Nivel 20 - Game Over
68
Epílogo 1 - Pedro e Kamila
69
Epílogo 2 - Geovanna e as meninas
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Epílogo 3 - Phelipe e Okoye
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Epílogo 4 - Contaminação
72
Considerações finais do autor

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