A vila não era tão grande e era uma típica vila do pântano. com casas normais feitas de madeira de carvalho e pedregulho. Algumas casas tinha musgos e estavam em plataformas sobre a agua suja do pântano.
Havia corpos por todos os lados e o sangue se espalhava pelas ruas. O pântano fedia a morte.
- O que vocês fazem com os mortos? - Perguntei a Karamy.
- Geralmente fazemos uma cerimônia e jogamos seus corpos no mar.
- Há algum mar por aqui? - Perguntou Myrele.
- Há uma parte do pântano, é muito larga. Chamamos de O Mar Doce. É um grande lago de água doce e turva. Não é bom nadar por lá.
- Porque? - Disse Geovanna.
- Qualquer coisa que cai la dentro afunda como uma pedra.
Ouvimos um grito agudo. Quando saimos para fora da estalagem vimos uma garota de peles de caça gritando agarrada por pedro. Ela chorava em desespero. Carol, Kamila e outros levavam os zumbis aldeões amarrados as mãos e os pés. Outros aldeões apenas observavam, os olhos tristes.
- É o filho dela, ele é um dos zumbis. - Disse Karamy.
- Ela deve está arrasada. Era seu único filho. - Disse Malaka.
- O que vocês vão fazer com eles? - Perguntou Karamy
- Nós geralmente o colocamos no som para queimar. - Disse Malaka.
- Nos vamos trazer eles de volta. - Disse.
Karamy Olhou para mim.
- Como? Eu ouvi histórias de que alguns zumbis foram trazidos de volta a vida, só não entendo como isso pode acontecer.
- Temos uma teoria. - disse Geovanna segurando um frasco com uma substância verde. - Isso é um frasco de veneno que encontramos na dungeon dos zumbis. Se eu estiver correta, se diluirmos uma parte dessa substância num tanque com água, ela vai se tornar uma porção de fraqueza.
Um grande tanque de metal foi trazido e dentro colocaram água. Geovanna pegou um conta gotas e pongou três gotas. Imediatamente a agua se tornou turva e escura, tomando a aparência de una porção de fraquesa. Ela pegou um frasco, mergulhou na porção e levou até um dos zumbis.
- Segurem a cabeça dele. - Ela disse.
Pedro segurou a cabeça do zumbi e ela enfiou o líquido na garganta do monstro. Ele ficou fraco e decaiu das pernas.
- Precisamos de uma maçã de ouro.
Geovanna tirou do bolso uma maçã dourada, o verdadeiro fruto da vida. O deu ao zumbi que comeu com voracidade. A pele começou a clarear, as feridas sicratizaram, e a vida voltou aos seus olhos. Ali estava um jovem de meia idade, roupas tradicionais hindus e pele morena. Agora eu percebi, os aldeões da vila do pântano se assemelhavam muito as pessoas hindus. As roupas, a cor da pele, os olhos... tudo era igual.
- Faça com outros. - disse Geovanna. - Há maçãs douradas suficientes para todos. Cuidado para não serem mordidos.
Maçãs foram distribuidas e pegaram frascos cheios de poção de fraquesa. O jovem se chamava Hashi, e sua mãe Putra. Os dois se abraçaram longamente. Putra chegou ate mim, seus olhos eram grandes e negros. Havia um sinal entre os olhos.
- Obrigada! - Ela disse apertando minha mão. Depois saiu com o filho.
Nos ajudamos aos aldeões que sobraram a reconstruir a pequena vila. De prédios comerciais havia somente a oficina do fabricante de armas, a estalagem, um pequeno restaurante e o edifício onde ficava a sacerdotisa Okoye. Hashi e Karamy esteve com q gente o tempo todo.
- Era aqui onde a Okoye trabalhava. - Disse Karamy.
- Sinto falta dela. - Disse Hashi.
Dentro do pequeno castelo construido ao estilo antigo, com uma sala principal e um altar no fundo onde havia uma mesa e um dispenser de poções. Um destilador ao estilo de minecreft. Havia uma escada que subia até o primeiro andar, onde havia um baú e uma cama. Mais em cima era o terraço.
- Daqui Okoye observava toda a vila. - Disse Karamy.
Podíamos ver a vila inteira realmente dali de cima. Ela parecia ser um quadrado perfeito, com um poço no centro. para o norte se estendia as casas mais grandes e os canteiros de cenoura, trigo e beterraba. ao leste ficava os pântanos e a casa do pescador. Ao sul ficava q casa do ferreiro de armas e ao sul as barracas de vendas no final da estrada. Havia um sino na parede do castelo.
Nós descemos até o segundo andar.
- Você parece conhecer bem a Okoye, não? - Disse Geovanna.
- Sim. - Disse Hashi. - Ela era filha dele. - E apontou para Karamy.
***Faça o download do NovelToon para desfrutar de uma experiência de leitura melhor!***
Atualizado até capítulo 72
Comments