Eu remoia tudo o que estava acontecendo. Meu joeilho doía e eu não sabia o motivo. Havia um arranhão, aquele tipo de ferimento que você não sabe onde ganhou.
- Você se machucou? - Perguntou Myrelle.
- Eu machuquei o joeilho em algum lugar. Talvez foi quando eu caí.
Eu contei a ela sobre o que a bruxa fez. Então olhei para ela. Seus olhos negros e bonitos estavam marcados de dor e havia uma mancha escura no lado esquerdo da testa.
- Oh Myrelle, o que houve com sua testa? - Perguntei chegando perto dela.
- Eu não sei bem. Estávamos tomando sopa de cogumelos quando os pilagers vinheram. Nos pegaram de surpresa e derrubaram todos. Eu só lembro de uma mão pesada vindo sobre mim. Então eu acordei aqui.
Eu cheguei perto dela para olhar melhor o ferimento. Não estava tão ruim, mas mesmo assim parecia que doia um pouco.
- Como vamos sair daqui? - Perguntou ela.
- Não sei, vamos orar para que Anabele ache a mansão.
Derrepente a própria apareceu nas grades da prisão.
- Phelipe, Myrelle, como vocês estão?
Anabele parecia cansada, o cabelo desgrenhado e havia manchas no corpo. Arranhões estampavam por toda a pele.
- Anabele, como chegou aqui? - Perguntei.
- Longa história. Como se faz para abrir essas portas? Uma picareta não vai quebrar isso.
- A não ser que seja a pocareta de diamante de Pedro. - Disse Myrelle.
- Aquela alavanca. - Eu apontei. - Se você acionar, vai abrir todas as portas da masmorra.
- Mas e se houver mobs estranhos aqui? - Perguntou ela.
- Há sim uns mobs estranhos aqui. Mas eles não são ruins.
Ela balançou a cabeça e foi até a alavanca. Quando ela acionou todas as portas se abriram e todos os meus amigos sairam.
- Vocês estão bem? - Perguntei.
- Preciso de minhas coisas. - Disse Pedro.
Algo sibilou numa das celas, um som musical, diferente, e uma luz brilhou com mais intensidade numa das celas. Anabele sacou a espada.
- Espera! - Eu falei. - Não são inimigos, são Allas.
Uma criatura apareceu, brilhosa e azul. Parecia um anjo em miniatura.
- Ei, ele pode achar nossas coisas. - Falou Myrelle.
- Depende, você sabe falar a lingua dele? - Falou José
- É só dar uma peça para ele que ele vai achar seu semelhante. - Disse Myrelle.
Anabele deu a ele uma espada de metal e então ele seguiu em frente flutuando até uma sala iluminada cheia de baús. Ele foi até um dos baús. Quando eu abri, todas as nossas ferramentas estavam lá: espadas, escudos, armaduras, picaretas e tudo o que precisávamos.
- Agora a guerra vai começar. - Disse Pedro segurando sua picareta de diamantes encantada.
- Pode ter certeza. - Eu disse segurando a minha espada sagrada de netherita. - Anabele. Isso é para você.
Eu joguei para ela um tridente com todos os encantamentos que um tridente pode ter.
- E esse não vai quebrar tão fácil.
Anabele Tinha um sorrizo no rosto, aquele sorriso que mantinha qualquer um longe dela.
- Ta na hora do show.
Nós subimos as escadarias para o primeiro andar. Logo demos de cara com o cara do machado. Ele veio ate nós com raiva nos olhos. Eu me adiantei, arranquei o machado da mão dele e o enconstei na parede com a mão em seu pescoço.
- Onde está Okoye? - Eu perguntei.
Ele exibia um sorriso maldoso.
- Você não vai encontrar ela aqui.
Ele me bateu forte na barriga, rolou e pegou seu machado. Ele pulou em cima de mim, e foi atingido no peito por uma flecha do arco de Myrelle.
Outros apareceram brandindo o machado. Junto a ele apareceram também esqueletos e zumbis. Anabele acertava os zumbis com seu tridente e Myrelle usou o arco encantando com chama para meter fogo nos zumbis.
Nós rodeamos a mansão, olhando todo o piso térreo atrás de okoye, mas não achamos nada além de salas vazias, quarto de flores e salas de reunião.
- Vamos subir para o segundo piso.
Nós subimos. Então vimos ele, o mago. Ele acenou com a mão e então bocas sairam do chão, cheias de dentes afiados.
- Pulem! - Eu gritei. E todos saimos para o lado.
Myrelle mirou uma flecha, mas essa foi desviada com um gesto de mão. Eu me adiantei para ele. ele acenou com a mão e seres alados apareceram. Anjos raivosos, nos atacando com fúria.
Enquanto todos se ocuparam com as criaturas aladas, eu me ocupei com o mago.
- Ei bicho feio. - Eu gritei. - Vem!
Ele olhou para mim e acenou os braços. E assim ficou empalado com o tridente de Anabele. Ele caiu com estardalhaço.
Nós olhamos ele, e em seu pescoço havia um colar com um pequeno totei de imortalidade.
Olhamos todo o terceiro andar a procura de Okoye mas nada achamos. Enfrentamos mais caras com um machado, zumbis e esqueletos. Subimos no terceiro andar e entramos na biblioteca.
- Eu sei quem procuram. - Falou um cara de costas, outro mago. Mas esse era diferente, usava uma roupa rocha, chapéu verde, e ao lado dele estava a brucha que encintramos no pântano.
- Você! - Gritei.
E avancei. Uma força me invadiu e me jogou na parede. Os outros se adiataram, todos de uma vez. Alguns foram nocauteados mas era demais para ele. Eles não perderam tempo, o mataram e deixaram a brucha semimorta.
- Onde está Okoye. - Eu falei.
- Ela não está aqui. - Falou a bruxa. - Mas há um posto de comando ao norte. Não fica longe. Talvez a encontre lá.
Eu a deixei detada no chão. Ela torcia.
- Não acho que vão encontrar ela viva. O outro geralmente não deixa sobreviventes.
Eu voutei para ela.
- Que outro?
- O outro estrangeiro. Ele ja tem o que prescisa para abrir a quarta dimensão. Em breve os horrores da quarta dimensão vão se espalhar por todo o minecreft. Será tarde demais para vo...
Ela caiu morta. Havia um machado na cabeça dela. Olhei para Carol. Ela segurava o machado ainda. Então olhei atrás dela. Todo um esquadrão de pillagers estavam la. Bruchas, homens segurando machados e magos. Me levantei e ergui a espada.
- Bem, vamos a guerra. - Falei, e fomos a combate.
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Atualizado até capítulo 72
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