Capítulo 17

ELINA

Seu olhar penetrante deixava-me extremamente envergonhada. Como ele poderia ser tão confiante? De onde vinha tanta segurança? Provavelmente, essa confiança se estendia a outras áreas também. Aquela visão dos olhos castanhos fitando-me, pedindo permissão, era a perdição.

— Estou um pouco envergonhada, Edward.

Edward — Não se preocupe. Logo, você não terá tempo para pensar nessas coisas. — Ele molha os dedos e me penetra com três deles, enquanto a outra mão estimula o meu clitóris.

Ele os insere e retira várias vezes, deixando meu corpo em chamas. Nossas respirações se sincronizam, mas a tensão do seu pau está me enlouquecendo. Está tão duro, e eu me questiono se conseguirei aguentar esse tamanho todo.

— Ah! Edward, espere. Se continuar assim, acho que vou… — contorço-me, já começando a sentir um prazer indescritível.

— Não fique nervosa, respire fundo — ele pede, e eu obedeço.

— Parece que está me torturando. Apenas… Coloque logo… ah! — Um choque eletrizante percorre meu corpo todo, e sinto-me gozar na sua mão.

— Seja paciente. Quero ter certeza de que estará preparada — Ele abre o zíper da calça — Ainda mal começamos. — Ele retira seu membro da calça. Seu órgão era maior do que da última vez que vi.

Será que isso realmente vai entrar em mim? É tão grande, além de ser duro e não parecer como uma pele normal, com veias aparentes por todos os lados.

— Edward, lembre-se que é a minha primeira vez.

Edward — Eu sei, por isso estou sendo tão cauteloso. — Ele coloca seu pênis contra minha entrada, ameaçando entrar.

— Não cabe… Não vai… é muito grande. — Sinto-o penetrar e abrir as paredes da minha vagina, me preenchendo por completo.

Edward — Não, claro que vai. Fique tranquila. — Ele segura firme no meu quadril. — Viu? Estou inteiro em você.

— Ahh! Edward… Ahhhhh — Ele começa a me estocar lentamente e aos poucos aumenta o ritmo.

Troca de posição, colocando-me por cima dele, em seu colo. Estou toda suada, e minha mente está focada apenas na sensação de prazer, com aquele homem que me possui. Parece que naquela posição seu pênis está tocando o fim do meu útero, e sua penetração está atingindo bem no fundo.

Edward — Elina, como pode ser tão maravilhosa. — Ele coloca um fio solto atrás da minha orelha. — Aguente mais um pouco, estou quase lá.

— Ughhhh! Mais por favor. — Gemo em seu ouvido, deixando-o louco, enquanto ele me estoca com mais força. — Eu vou gozar!

Conseguimos gozar juntos, no auge do sexo, uma sensação que nunca experimentei. Depois de deitar meu corpo, ele acaba me preenchendo por completo com seu esperma, e estávamos tão cansados que acabamos adormecendo na caverna.

(...)

Chegamos de volta a mansão diamond, pois nossa cerimônia seria no dia seguinte e já tínhamos adiado demais o nosso casamento. Teríamos que estar preparados para enfrentá-los. Sinto uma dor intensa no meu ventre, a marca da noite passada ainda está presente.

— Edward, será assim todas as vezes? — pergunto enquanto ele desce do cavalo e me leva nos braços, chamando a atenção dos empregados.

Edward — Foi apenas a sua primeira vez. Não fique tão preocupada. — Ele ri antes de continuar. — Da próxima vez, não chegará a esse ponto de não poder caminhar.

— Ei! Isso é culpa sua! — Bato em seu peito.

Edward — Por isso, assumirei a responsabilidade. — Ele me coloca cuidadosamente na minha cama. — Você deve estar cansada.

— Um pouco. — Concordo.

Edward — Vá dormir um pouco. — Ele se dirige até a porta e, antes de fechá-la, acrescenta: — Logo será hora do almoço. Voltarei com a comida quando acordar.

Olho para o teto. Desde que cheguei nesse lugar, o romance tem tentado me matar. Sei que esse seria o destino de Elina, mas eu não queria morrer! Já comecei a gostar desse lugar. Era muito melhor ter aventuras do que ficar sozinha no meu mundo, sem ninguém. Será que morrerei aqui? Será que voltarei para lá? Decido conjurar Amália. Tinha um trabalho para ela: descobrir qual seria o próximo passo do príncipe herdeiro.

— Conjurar Amália — falo, levantando a mão, e ela aparece na minha frente, batendo o pé freneticamente.

Amália — Finalmente me chamou. O mundo dos espíritos estava tão chato. — Ela assopra sua franja, um hábito que tem.

— Desculpe, mas se não fosse por você, quase teria morrido ontem.

Amália — Até agora, não ouvi um obrigado. — enche as bochechas. — Você acha que foi quem fez o cabelo grisalho chegar até você?

— Eu sei, muito obrigada. — Agradeço, afinal, se não fosse pelo espírito do ar, já estaria no estômago daquelas bestas.

— Afinal, o que a fez me conjurar? — Ela sorri como uma criança. — Alguma nova aventura para irmos?

— Quase isso. Gostaria que usasse seu dom do vento. — Começo a explicar. — Quero ouvir o que o príncipe herdeiro está falando em seu quarto.

— É para já. — Ela faz um gesto com a mão. — Voilà!

— Obrigada! — Fico em silêncio para escutar.

...

Adam — Quando planejamos retomar a distribuição dos incensos demoníacos?

Iris — Devemos aguardar até o casamento do bastardo acabar. — Escuto os passos dos saltos da imperatriz pelo chão de mármore. — Seu pai dá muita importância a ele por ter vencido várias guerras. Devemos fazer com que ele também enxergue que você pode vencer os inimigos.

Adam — Claro, assim poderei manter minha posição.

...

Durante o capítulo trinta e três, um erro grave aconteceu: as cargas de incenso caíram no meio do caminho, permitindo que os demônios se aproximassem do império, e os "sugadores" entraram na capital. Quem conseguiu resolver o problema foi Elizabeth, que, graças ao despertar, conseguiu contê-los. Mas como eu sou quem teve o despertar, devo detê-los.

— Ele está planejando adiantar o carregamento de incenso? — Fico pensando como mudei o triste final trágico do duque. Alguns acontecimentos do romance estão se adiantando.

Amália — O que isso significa? Teremos uma missão em campo? — bate palmas quando percebe meu olhar.

— Sim. Depois do casamento.

Amália —Você nunca me desaponta. — Ela faz um sinal de positivo. — Ei! O cabelo grisalho está se aproximando. Fui! — Ela some imediatamente.

Edward — Lina, estou entrando. — Ele avisa enquanto sinto meu corpo ficar doente. Minha mana ainda estava fraca por causa do incenso, e acabei pegando um resfriado. — O que houve? — Ele toca na minha testa.

— Acho que peguei um resfriado.

Mais populares

Comments

BRUNA SÁ

BRUNA SÁ

😍🥰♥️

2024-05-29

1

Ver todos

Baixar agora

Gostou dessa história? Baixe o APP para manter seu histórico de leitura
Baixar agora

Benefícios

Novos usuários que baixam o APP podem ler 10 capítulos gratuitamente

Receber
NovelToon
Um passo para um novo mundo!
Para mais, baixe o APP de MangaToon!