ELINA
Edward - Não me ouviu? Ou quer que eu mate você com minhas próprias mãos? - com seu poder, atira minha mãe contra a parede.
- Por favor, Edward, não a mate. Preciso dela viva para meu plano funcionar - arrasto-me pelo chão segurando sua perna — Se a matasse agora, nosso casamento será cancelado.
No livro, Edward, como o filho mais velho do imperador, só não consegue usurpar o trono para si, pois ele não havia se casado ainda. O imperador o manda novamente para a guerra, só que com o aparecimento de novas feras mágicas, os ''Sugadores'', monstros que sugavam a energia vital dos seres mágicos, deixando apenas o corpo vazio sem vida. O Grão-duque acaba sendo uma das vítimas dessas feras, e assim Adam vira o imperador e ordena a minha morte. Meu plano não poderia falhar, caso contrário, o meu fim será o mesmo.
Ofélia - Eu suplico, deixe-me viver - implora. - Só tentei disciplinar uma filha desobediente.
Edward - Você tem cinco segundos para sair da minha frente ou eu irei quebrar todos os ossos do seu corpo. - Ela se levanta e sai correndo.
O duque, considerado o brilho do império por sua beleza, tinha fama de ser extremamente temperamental. No fundo, tinha um lado humano. Seu olhar de raiva se suavizou quando me pegou no colo. Ele me leva ao seu quarto, me deita na cama e usa seu poder divino para curar as feridas. Em poucos instantes, minha pele estava novinha em folha, sem nenhuma cicatriz.
Edward - Você não sabe como me dói vê-la machucada - acaricia meu rosto.
- Precisava me manter firme, meu plano acabou de começar. Não posso perder agora - comento e o vejo sorrir com um sorriso ladino.
Edward - E nesse plano eu estou? - olha para mim como um cachorrinho, me faz rir.
- Talvez... Se você me der uma montanha de doces, eu posso até reconsiderar - Faço bico e viro o rosto, escondendo a vontade de rir, sua expressão parecida com a de um gato.
Edward - Posso te dar tudo o que desejar. Apenas um pedido seu, posso buscar a lua se você assim quiser - fala, achando-se. Seus olhos castanhos como mel eram minha perdição. Poderia passar horas o fitando.
- Será mesmo? E se eu quiser fugir - o provoco, levantando e correndo pelo quarto. - Com certeza você não consegue me pegar!
Edward - Acho que não tem noção do perigo. Posso te pegar em apenas um segundo - corre atrás de mim.
- Duvido, me pegue se puder... - Não consigo terminar, pois ele me pega na cintura e me joga na cama. Fico paralisada. Ele estava por cima de mim, se aproxima e cheira o meu pescoço, o que faz um arrepio correr pela minha espinha.
Não percebi, mas acabei nas garras de um lobo faminto. Ele olhou para mim como se fosse me devorar apenas com seu olhar. Meu coração batia mais forte. Suas mãos desceram para minha cintura, e ele me pegou e colocou em seu colo. Sinto uma coisa dura ao sentar. Lembro-me de ontem: seu pau era imenso. Somente a lembrança de seu membro me fez suspirar.
Edward - Queria que você suspirasse assim quando estiver em meus braços - Morde seus lábios, me fazendo ficar molhada.
- E a terceira cláusula do contrato - Com a voz trêmula, tento lembrá-lo.
Edward - Dane-se o contrato. Eu quero você agora - une seus lábios aos meus em um beijo feroz e ardente. Meu corpo inteiro estava em chamas.
- Edward… - murmuro seu nome entre beijos. Seus dedos trilham meu corpo, conhecendo minhas curvas. Ele olha para meu decote e arranca a parte de cima do meu vestido, deixando meus seios amostrais.
Edward - Continue chamando meu nome - suga com sua boca meu seio direito, fazendo me gritar.
- Ah! - gemo enquanto ele lentamente vai descendo seu dedo pela minha barriga. Já estava ficando muito excitada com aquele homem, só de calcas, marcando o 'V' do seu abdômen.
Volta a me beijar mais intensamente. Ele tira seu membro da calça, e pude ver mais de perto. Ele era enorme, com algumas veias, o pau dele estava latejando, pulsando por mim.
- Edward... espere. Eu sou virgem - digo receosa. Ele me olha e deita ao meu lado, guardando seu pênis. Seu peito descia e subia. Esquecemos que precisávamos de ar para respirar.
Edward - Quero que sua primeira vez seja especial, sem medo - pega uma mecha do meu cabelo e cheira. - Temos algum tempo antes do casamento. Até lá, podemos nos conhecer melhor, e assim todos seus traumas serão esquecidos - concordo com a cabeça e adormeço em seus braços.
[...]
Uma brisa suave bate em meu rosto. Levanto-me atordoada da cama. O duque não estava mais lá ao meu lado. Como pude ser tão burra? Tive uma grande oportunidade e a rejeitei.
Madeline - Senhora, já está acordada? - bate na porta, e peço para ela entrar. Ela entra com um carrinho com o meu café da manhã. - O duque pediu para trazer o café hoje na cama - começa a me olhar risonha.
- Você está rindo de mim, Maddie? - cutuco ela. - Vamos, me diga, o que tanto você acha engraçado? - cruzos os braços.
Madeline - Nada, senhora. É que quando o duque me pediu para entregar seu café, ele parecia tão feliz. Parecia que tinha ido ao paraíso - Começo a ficar vermelha.
- Sério? - comento, e ela concorda. Começamos a rir.
Madeline - Sim, agora vamos nos apressar, senhora. O duque e a senhora vão ao palácio - me puxa, fazendo-me sentar na penteadeira.
- Palácio? Por que o palácio? - fico confusa.
Madeline - Parece que o imperador os convidou para um jantar. O duque e o imperador parece terem um relação próxima. E por esse convite ser de última hora, temos que correr contra o tempo - fala, enquanto faz um penteado.
- Quero usar aquele vestido vermelho hoje, Maddie. Quero causar uma boa impressão ao imperador - olho para o modelo preso ao guarda-roupa.
(…)
Chegando ao castelo, aquela paisagem já estava começando a ficar familiar, do tanto de vezes que já estive aqui. Fomos até o salão principal. Havia um trono acima da pequena escadaria, onde se mantinha como um Deus em seu pedestal, o imperador nos observando. Seus cabelos ruivos, um pouco longos e já querendo ficar brancos devido à idade, se destacavam. Seu olhar frio e calculista me lembrava muito o do duque; afinal de contas, eram pai e filho.
Ao seu lado, estava a imperatriz Íris, a mesma que matara a mãe de Edward. O mesmo apertou um pouco forte minha mão quando ela o cumprimentou. Seu olhar esnobe se contrastava com o de seu marido.
Íris - Sejam bem-vindos ao castelo Sunshine. Espero que a curta estadia de vocês aqui seja agradável - disse a mulher de cabelos negros, iguais à noite de lua cheia, e de olhos cor âmbar.
- Saúdo o grande sol do império e a imperatriz - me curvo junto ao duque. - Muito obrigado, vossa majestade, pelo convite.
Philip - Com certeza. O duque é como se fosse um filho para mim - claro, já que seu próprio filho penso.
Adam - Para mim, vai ser um desprazer - tinha que ser o insuportável príncipe para ser tão mal-educado. Apesar do livro "Como conquistar o imperador" ser o meu favorito, nunca gostei desse personagem.
O príncipe herdeiro sempre esteve por trás das mortes súbitas dos camponeses, por espalhar uma doença infecciosa no subúrbio, fazendo a estatística de vida do reino diminuir cinquenta por cento do número total de habitantes. O que me marcou nesse romance, tornando-o assim o meu favorito, foi que é um grande quebra-cabeça, cheio de mistérios, traições e o mais intrigante, a guerra pelo trono.
Filipe - Há, há como o príncipe herdeiro é engraçado, vamos todos para o salão, em forma de agradecimento ao duque por me salvar, ofereça-o esse jantar - impede que Adam diga outra vez ofensas a nós. O duque, para minha surpresa, se mantém calado. Parecia que estava suprimindo seus sentimentos para um bem maior.
Sem ser diferente do resto do castelo, o salão de jantar era extremamente extravagante, com tapetes de fio de ouro, cortinas vermelhas em volta de todas as janelas, e o chão de marfim. Me sento à mesa de frente para o duque. Não havia muitos convidados, apenas nós cinco, mais a rivalidade pairava no ar.
Chegam vários servos e começam a nos servir, e entregam a cada um, uma taça de vinho tinto. Quando bebo o primeiro gole, sinto um gosto estranho, muito amargo. Sem dúvidas, havia veneno. Minhas vistas começam a escurecer, e a última coisa que escuto é a voz do Grão Duque.
Eduardo - Lina!
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Atualizado até capítulo 34
Comments
Kage
Minions hoje roubaremos a lua
2025-01-21
0
≫ˊ『ᴠɪᴋᴛᴏʀ』ˋ≪
meu senhor🙏🙏🙏
2024-09-14
0
BRUNA SÁ
fala sério 👆🏻👆🏻👆🏻👆🏻
2024-05-29
2