Duas semanas depois
Já havia se passado duas semanas e as coisas só tinham melhorado, resolvi meus problemas com a penha, invadimos lá semana passada e levamos a cabeça do maldito no Perigo. O morro agora era meu, mas deixei nas mãos de um dos meus de confiança. Sempre que eu podia eu colava por lá pra ver como estava o processo das coisas e se tava indo bem o morro.
Na Rocinha tudo ia ótimo, já fazia dois anos que não tínhamos invasão, a polícia tava de boa com a favela e meus investimentos só estavam crescendo.
Desde aquele dia com a Italiana, nem se trombamos mais, com todo trabalho nem tive tempo nem de ficar direito com os meninos.
Por isso que hoje sabadão decidi fazer um churrasco aqui em casa, pra gente relaxar.
— Aí Cl avisa que vai ter churrasco lá em casa. — digo dando um trago no baseado.
— pode pah parceiro, vou mandar mensagem pro pessoal.
— PG se consegue ir lá comigo comprar os barato ? — perguntei olhando pra ele.
— claro, vamo agora parça pra dar tempo. — diz me olhando.
— Acho melhor mesmo. — me levanto e pego minha camisa. — bora logo.
Saímos da boca e fomos de carro até o mercado do morro. Pegamos tudo que precisamos para o churrasco, também pegamos algumas bebidas.
Depois de quase uma hora estávamos indo pra casa levar as coisas. Organizamos as coisas e começamos o churrasco. Aos poucos o pessoal foi chegando.
Barbara
Duas semanas se passaram, consegui falar com papai mais um vez só depois daquele dia, ele disse que as coisas estavam piores e que mais homens nossos estavam morrendo. Isso me deixou assustada demais, mas sabia que ele iria dar conta.
Hoje acordei um pouco triste então só queria ficar deitada na cama, estava lá relaxando até minha querida prima entrar no quarto quase derrubando a porta.
— BARBARAAA — Gritou pulando em cima de mim. — Temos um churrasco pra ir hoje.
— aí! Quer me esmagar sua gorda. — digo rindo e a mesma me encara — tô brincando calma — dou risada e a mesma também. — queria ficar em casa hoje.
— Claro que não, você já tá trancada aqui há quase uma semana e meia. — diz me encarando. — Pode levantar o cu daí e ir tomar um banho, e não esqueça o biquíni em.
Ela se levantou e foi até a porta e me olhou novamente.
— Te amo prima, obrigado por estar aqui comigo.
— Eu também amo você, sua chata, e vai logo também se trocar. — digo rindo e tacando um travesseiro na mesma.
Me levantei e fui tomar um banho, fiz minha higiene pessoal e saí do banheiro. Peguei meu celular e fiquei chocada ao ver que já eram 15h, eu tinha dormido demais.
Peguei minha mala e escolhi o meu biquíni favorito, ele era todo pretinho e bem simples, gostava dele porque era bem confortável.
Coloquei um shorts jeans pequeno e uma camiseta rosa soltinha. Coloquei um chinelo branco que a Naty me deu de presente e peguei um óculos escuro.
Desci e encontrei a Naty já me esperando.
— Caraca prima, demorou demais, vamos. — diz me puxando.
— tá calma, a chave do carro pera. — digo pegando em cima da mesinha e indo em direção a porta.
Entramos no carro e fomos em direção a casa do Carioca, tava meio assim de ir, nosso último contato foi no dia que ele meio que dormiu comigo e depois disso só vi ele de longe.
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Atualizado até capítulo 75
Comments
Maryan Carla Matos Pinto
ela não pode virar marmita dele
2025-03-08
0
TRAIÇÃO NÃO TEM PERDÃO
Preferia Ela Não Fosse e Carioca Viesse Atrás, Ela Chegando Lá Parece Que Estar Atrás Dele
2024-08-29
2
Kelly Sartorio
essas duas são hilárias
2024-05-01
3