Assim que cheguei avistei a Naty sentada em uma das mesas e de frente pra ela tava a italiana, fui andando até elas.
— eai meninas, como estão ? — me sentei ao lado da italiana.
— estamos bem carioca, cadê os meninos ? — Naty estava procurando por eles.
— estão chegando. — digo olhando pra rua e vendo os mesmos chegarem. — e você tá bem ? — me viro pra Babi.
— aaah tô bem e você ? — ela pergunta sem graça.
— Tô bem gatinha.
Assim que os meninos chegaram, Cl sentou do meu lado me fazendo ficar mais perto dela, essa mina era cheirosa demais se loko.
Logo que os meninos chegaram a garçonete veio até nossa mesa.
— vão querer o que pessoal?
— pra mim e pra Babi pode ser feijoada.
— pra mim uma macarronada. — diz Cl
— pra mim também uma feijoada — PG fala
— eu vou querer um filé de frango e manda uma coca de dois litros aí pra nois. — falei.
A garçonete saiu e foi em direção ao balcão, ficamos conversando e nem vi quando Stephany encostou na mesa.
— Tá fazendo o'que com essas duas piranhas em amor. — ela diz toda nervosa.
— tá maluca caralho, já falei pra larga do meu pé porra.
— tá chamando quem de piranha sua vadia ? — Naty já se levantou toda puta indo pra cima da menina. — tá achando o'que em vagabunda?
— já chega às duas porra, vai embora Stephany. — digo puta já, essa mina e chata pra porra.
— eu vou, mas eu volto tá ouvindo carioca, essas duas vagabundas vão ver.
— Maledetta stronza. (Vadia maldita) — diz a italiana e todos olham para ela.
A mina estava com os pulsos cerrados, com mó cara de brava encarando a Stephany.
— oque essa piranha aí falou? Ela me xingou amor ?
— VAZA DAQUI PORRA — Gritei e a mesma saiu na hora.
— tu tem que pôr limites nessa vagabunda carioca, mina treze do caralho. — diz Naty nervosa. — e prima o'que você falou em ?
— Falei vadia maldita. — diz e todos na mesa dão risada.
– se falando italiano e mó bonito – falo dando risada.
— verdade — Cl diz.
No mesmo momento a garçonete chega com nossa comida e não esperamos nem um segundo pra comer. Tava morto de fome.
Barbara
Ficamos no salão por pouco tempo, só fiz uma escova e a unha e logo fomos comer em um restaurante, assim que sentamos a Naty já chamou o carioca pra sentar com a gente e ele já veio logo do meu lado.
Logo em seguida os meninos chegaram e uma porra louca surtou aqui na mesa com a gente, pelo que Naty falou ela é a marmita da favela. Essas daí tem em todo lugar, nunca vi.
Terminamos de comer e Naty tava conversando com o Cl e o Pg.
Senti o olhar do carioca em mim e logo olhei para ele.
— tá bonita a paisagem ? — perguntei e o mesmo deu um sorrisinho malicioso.
— a mais linda que já vi, gatinha — disse me olhando de cima a baixo.
— essa paisagem aqui também é bem bonita. — digo apontando para o mesmo.
Na hora que falo isso, sinto uma de suas mãos em minha coxa e quando menos espero ele tá com os lábios perto do meu ouvido.
— se quiser te levo pra um tour para conhecer essa paisagem aqui completa. — diz e logo dá um beijinho na minha orelha.
Puta que pariu, eu tô toda arrepiada, preciso sair daqui agora. Nem percebi e me levantei com tudo, que até os meninos se assustaram.
— oque foi prima ? — Naty perguntou.
— eu… eu vou lá fora fumar um cigarro. — digo passando por traz dos meninos. — já… já volto. — caraca nem disfarçava o nervosismo.
— tá bom vai lá, logo eu tô lá também.
Nem falei mais nada e fui pra fora do restaurante.
Bem na frente tinha uma pracinha, andei até lá e acendi um cigarro para relaxar.
Que merda, não queria me aproximar de ninguém e aquele gostoso, quer dizer, aquele cara fica desse jeito comigo, que merda.
Tava tão feliz envolvida em meus pensamentos que nem vi a vagabunda loira chegar perto de mim.
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Atualizado até capítulo 75
Comments
Maria Sena
Hiiii... O tempo vai fechar, vai ter temporal com raios e trovões. E esse temporal tem nome: Bárbara!!!
2024-11-20
0
Maryan Carla Matos Pinto
fechou o cabaré
2025-03-08
0
Kelly Sartorio
Isso nao vai prestar
2024-05-01
4