•Saimon•
...Ah! Isabella... Estou certo que somente o seu beijo não será o bastante para saciar-me....
...Penso eu sentindo o meu corpo arder e chamar por ela....
Isso não está certo! Penso, e me afasto interrompendo o beijo.
_ Mm... Espere...Isabella, disse que me queria, ou ao beijo?
Pergunto, e com a minha mão direita acaricio o seu rosto.
Isabella: Hmmmf! Os dois...
Disse ela, e mordiscou levemente o seu lábio inferior, fechando os seus olhos.
_ Só deve escolher um.
Falo, torcendo para que ela, me dissesse ser apenas o beijo. Assim, não quebraria a minha promessa.
Isabella: Então, eu escolho você...
Disse, num tom de voz, que foi muito excitante. O que me deixou ainda mais louco por ela. E, por alguns segundos o silêncio tomou conta do quarto... Apenas ouvimos a nossa respiração ofegantes, me sinto a ardendo em desejo.
_ Isabella...
Falo, rompendo o silêncio, enquanto, minhas mãos ganham o seu corpo, trazendo-o contra o meu, ela passa seus braços para trás do meu pescoço, enquanto tomo a sua boca de volta na minha, e novamente nos deliciamos num beijo, voraz e molhado.
Isabella com os seus lábios entre abertos cede passagem a minha língua, fico fora de mim, e sem perceber as minhas mãos já desenham o seu corpo, e apertam as suas nádegas. O meu membro se enrijece e lateja por dentro da minha calça.
Isabella: Ah! Mm... Saimon... Hmf!
Ouço ela gemer arfando nos meus braços, enquanto devoro seus saborosos lábios.
Logo a minha mão direita já está na barra do seu vestido, o trás bem devagar para cima.
Ao longe ouço o som campainha, soar por toda casa... Ignoro, e continuo a saborear seus doces lábios. E, novamente a campainha soa pela casa... Hmf! Não vou sair daqui, não mesmo! Penso, eu. Mas, o toque do meu celular, faz Isabella retroceder.
Isabella: Saimon... Precisa atender, pode ser importante.
Disse ela, ainda ofegante, umedece os seus lábios, que estão bem vermelhinhos, enquanto com a sua mão no meu abdômen, me afasta gentilmente.
Hunf! Mas, que merda! Quem poderia ser? Penso-me sentindo chateado e frustrado.
Me afasto de Isabella, e vejo o meu celular tocando, em cima da mesa cabeceira em frente ao porta-retrato de keila. Ando até ele, em passos curtos, pegando o meu celular, os meus olhos encaram a imagem dela.
Me lembro do dia em que me disse que estava grávida e que seria um menino, o nosso menino... Éramos tão felizes. Penso, e logo meu olhar encontram Isabella, ainda parada no mesmo lugar.
Eu não deveria ter cedido a esse desejo que sinto por ela... Hunf! Me perdoa Keila... Me perdoa!
Penso, tomado por culpa... Volto o meu olhar para a tela do meu celular e vejo que é ela... Minha mãe, e atendo.
📲 Núbia: Ah! Finalmente!... Já estou em pé aqui em frente a porta faz tempo. Poderia-me atender meu filho?. Quero conversar com você.
📲 _ Já irei descer...
Digo, e encerro a ligação. Ergo as minhas sobrancelhas e respiro fundo, enquanto ando até Isabella.
.........
_ Era a minha mãe, está lá em baixo. Vou ir ver o que ela quer. Se quiser pode ficar aqui. Precisamos conversar sobre o que aconteceu a pouco.
Digo, sem me aproximar muito, evito o seu olhar.
Isabella: Tá bem! Eu vou esperar por você.
Disse ela, colocando um sorriso no seu rosto.
_ Bom, fique a vontade... Tem uma poltrona perto da janela. Quer ir até lá?
Pergunto.
Isabella: Quero sim...
Responde de imediato.
_ Vamos lá...
Falo, pegando-a pela mão e a guio até a poltrona.
Isabella: Obrigada! Saimon...
Disse ela, colocando um lindo sorriso no seu rosto. E, sinto o meu coração batendo desgovernado.
_ De nada... Qualquer coisa, é só me chamar.
Falo, me sentindo confuso.
Isabella: Tá!... Eu chamo.
Disse ela, e umedeceu os lábios. Encarando sua boca sinto o meu corpo se acender novamente.
Me viro rapidamente, e dou passos largos até chegar a porta, abro e saio.
...Já ao lado de fora do quarto....
Suspiro profundamente, tentando acalmar a minha excitação. Merda! traído pelo meu próprio corpo! Hunff... Não posso descer e ir ter com a minha mãe, assim! Penso eu. Olhando para o volume na minha calça. Ah! Isabella que está fazendo comigo? Hmmmmf...
Preciso colocar os meus pensamentos em ordem... Isso que aconteceu, não pode se repetir. Não pode!
Penso eu, enquanto desço o último degrau da escada, sigo até a porta de entrada na sala.
O quê será que minha adorável mãe deseja? Para estar aqui há uma hora dessas.
Seja lá o que for, já irei descobrir... Penso eu, enquanto abro a porta.
Núbia: Bom dia! Meu filho...
Disse ela, e respira fundo.
_ Bom dia! O quê deseja?
Pergunto, enquanto com a mão gesticulo pra que entre.
Núbia: Será que podemos conversar?
Pergunta ela, adentrando a sala, olha em volta. Procura por Isabella?
_ Podemos... Sente-se.
Falo, fazendo sinal para que sente em uma das poltronas, nos sentamos de frente um para o outro.
Núbia: Hunf! Vim aqui, para pedir que me perdoe. Eu sei que não fui totalmente sincera, mais sinto a sua falta, filho.
Disse ela, me olhando com tristeza.
_ Mentiu pra mim. E, sabe que não gosto de mentiras. Me fez pensar que estava tão mal a ponto de morrer. Tudo isso pra me fazer casar com a filha de Luciano.
Digo, a olhando com meu cenho franzido.
Núbia: Eu sei que errei, mas, estava desesperada. Queria que permanecesse aqui comigo. Mal havíamos enterrado o seu pai, e já estava planejando voltar a Itália... Tive medo, não queria ficar só ainda mais nesse momento.
Disse ela, com lágrimas nos olhos. Hunf! Deve sentir muito a falta dele.
_ Sabe bem porque não queria ficar nesse maldito lugar! E, mesmo assim armou pelas minhas costas pra me casar com Denise. A troco de que?
Falo, me sentindo chateado. Poxa ela é a minha mãe. Não deveria prezar por aquilo que eu quero?.
Núbia: Sei que errei. Meu filho. Diz que te enganei e que jamais se casaria com outra mulher. Mas, o quê fez? Se casou... E, as escondidas, com uma moça que...
Disse ela num tom de voz, da qual não gosto nem um pouco.
_ Uma moça o quê? Anda, diga! O quê iria falar sobre Isabella?
Falo, me sentindo irritado. Me levanto da poltrona e a encaro sério.
Núbia: Não seja rápido em ser o seu defensor. Você e o seu pai, sempre correm para defender esse tipo de gente. Nem ao menos sabe ser verdade essa história dela ser cega.
Disse ela, enquanto se levantou da outra poltrona.
_ Rsrsrsrs! Isso é sério? É assim que realmente se arrepende? Tentando-me colocar contra Isabella... Acho melhor você ir!
Falo, me sentindo aborrecido, e dou alguns passos até a porta.
Núbia: Eu sinto muito! Não me mande embora, Saimon... Me deixe ficar aqui.
Ouço ela dizer, me viro descrente. É isso mesmo?
_ Ficar aqui? Acredito que não seria um bom momento para isso...
Núbia: Me dê uma chance. Acredito que essa má impressão que tenho dessa moça possa ser apenas uma legítima preocupação de mãe. Talvez se passar mais tempo com essa moça, vou poder conhecê-la melhor... E, assim ficarei mais tranquila.
Disse ela com sua voz um pouco mais suave.
_ Eu não sei...
Núbia: Prometo ajudá-lo com a Isabella. Podemos sair juntas para ir às compras, ao salão, ela é uma mulher, que precisa fazer coisas e ter contato com uma outra mulher.
Disse ela, e ergue sua sobrancelha para mim.
_ Você e Isabella? Saindo por aí, e conversando...
Núbia: É claro! Nós mulheres temos assuntos que você não entenderia, meu filho.
_ Tudo bem! Pode ficar...
Núbia: Obrigada! Meu filho... Estou certa que eu e Isabella vamos nos dar muito bem. A propósito, onde ela está?.
Pergunta, olhando em direção a escada.
_ Lá em cima...
Respondo, e respiro pesado. Já pensando no ocorrido de a pouco. Passei dos limites, e quase levei Isabella para minha cama. Talvez com a minha mãe aqui isso não vá ocorrer novamente.
Núbia: No quarto de hóspede?
Perguntou ela.
_ Está no meu quarto. E, falando nisso está esperando por mim.
Digo ao me recordar que disse querer falar, sobre o que aconteceu entre nós.
Núbia: Poderia pegar a minha mala? Está no carro.
_ Trouxe uma mala...
Falo num tom de voz muito surpreso.
Núbia: Ah! Sim. Mas, não se preocupe, não passarei mais do que uns dias.
Disse ela, colocando sua mão no meu rosto.
_ Hunf! Bom, vou lá pegar a sua mala.
Digo e a vejo sorri.
Núbia: Obrigada meu filho...
...°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°...
°Isabella°
Já tem um tempo em que o Saimon saiu do quarto. E, ainda sinto o meu corpo trêmulo, as minhas mãos estão suando frias.
Há alguns dias, que venho me sentindo estranha. Não posso mais negar, acho que estou apaixonada pelo Saimon. A maior prova disso, foi o quanto desejei que me beijasse ontem, quando estávamos na cademia. Hmf! Quando cai, e fiquei por cima dele, foi muito estranho. Senti que todo o meu corpo estava queimando como se tivesse pegado fogo...
...💭💭💭...
.........
..._Estou bem... Me desculpa! Como sou uma desajeitada......
Falei me sentindo envergonhada. Sua respiração foi ficando cada vez mais pesada, acertava com força ao meu rosto, e pude sentir que a minha se uniu a dele. Meu corpo foi tomado por sensações estranhas. E, comecei a ficar molhada bem lá em baixo. E, é óbvio que eu sei o que aconteceu. Acho que não preciso que ninguém me explique sobre isso. Era bastante evidente, eu desejei o Saimon, como homem...
Mal consegui dormir ontem, me revirei na cama. E, a todo o momento, sua voz grave e rouca, tomava conta dos meus pensamentos.
Nem mesmo a água fria do chuveiro foi o bastante para acalmar os meus pensamentos e a intensa sensação de ardor ao meu corpo.
.........
Quando o despertador tocou, soube que era umas sete e meia da manhã, e isso significava que ele já havia acordado, como todos os dias levanta cedo. Fui ao banheiro e fiz a minha higiene pessoal. Me arrumei... Andei de um lado ao outro pelo quarto, tentando-me desencorajar a ir ao encontro do Saimon, e fazer o que estava passando na minha cabeça... Que era dizer a ele o que eu estava sentindo. Que o queria. Hmf! Bem, eu não consegui me desencorajar a fazer isso...
Lembrei o tempo todo, sobre a tal aposta que fizemos. E, então essa ideia louca surgiu nos meus pensamentos.
E, aqui estou eu. No quarto dele, após ter pedido para que ele me beijasse, como recompensa da aposta que fizemos. Hmmm! Ainda consigo sentir a sua barba roçando no meu rosto, o gosto da sua boca na minha. E, até mesmo das suas mãos grandes e fortes, apertando o meu corpo contra o dele. Hmmmmf!
Ah! Nossa como tudo isso foi incrível! Penso, enquanto toco os meus lábios com as pontas dos meus dedos.
Que calor é esse?! Não passa! Rsrsrs... Bem, acho melhor descer e tomar um banho.
Penso, me levantando da poltrona, conto os passos até chegar onde estávamos nos beijando. Após conto até chegar a porta. Respiro fundo, e a abro. Ao sair, sinto que esbarrei em alguém.
_ Saimon...
Digo, seu nome, e sorrio involuntariamente.
- Não querida, é a mãe dele.
Ouço a voz daquela mulher que foi rude comigo no restaurante há alguns dias.
_ Ah! Senhora, me desculpa, eu não sabia que estava...
Digo, tomada de temor. Mesmo que não a vejo. Ela me assusta.
- Não precisa ter medo de mim... Mas, O quê faz aqui? No quarto que era da minha nora Keila...
A ouço dizer num tom de voz hostil? Pareceu que sim.
_ Hum?! Eu, estava esperando o Saimon... Onde ele está?
Pergunto, pois sei que foi falar com ela, mas, não voltou.
- Meu filho foi pegar a minha mala, vou passar uns dias aqui.
Disse ela, num tom de voz, desdenhoso.
_ Ah! Seja bem-vinda, senhora...
Falo para ela, e tento forçar um sorriso. Suspiro chateada, ao ter ouvido ela dizer.
- Me chame de Núbia...
Disse ela, num tom de voz estranho.
_ Tá bem! Núbia... Eu, vou descer e ir para o meu quarto.
Falo, e dou alguns passos contrários a ela, mas sinto sua mão segurar o meu braço direito.
Núbia: Para que a pressa? Vamos conversar um pouco. Estou certa que vamos nos dar muito bem!
...Querida!...
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Atualizado até capítulo 75
Comments
Tânia Principe Dos Santos
bruxa. Saimon não abandones Isabella e pelo amor de Deus protege a pois tua mãe é um monstro
2025-01-14
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Luciana Santos
essa desgraçada vai derrubar ela da escada
2025-03-18
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Flor De Liz Soares Souza
detesto quando me chamam de querida
2024-12-29
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