Chupim sai do local transtornado, pois agora, sim, ele percebe que havia um X9 na comunidade, precisava tomar o máximo cuidado pelo menos descobrir quem era.
— Larguem ele aí, esse maldito vai morrer aos poucos para aprender.
Na manhã seguinte, os homens de Chupim informaram que o prisioneiro já estava morto e seguindo as ordens, teve o corpo queimado e jogado no mesmo local onde eram descartados os homens mortos pelo grupo.
Mari naquela manhã, após passar a noite inteira, pensando resolveu voltar a sua rotina, estava decidida a acabar com o esquema da tia, não poderia ficar de mãos atadas depois do que houve, estava certa que o pai estava, sim, a investigando, mais ainda não sabia o que seu pai teria descoberto.
Ela levantou ainda antes do sol nascer, saiu para correr, algo que fazia com seu pai e teria deixado de lado, ela pegou seu fone de ouvido, uma faca pequena presa em sua roupa de corrida e saiu, chamando a atenção das pessoas, por ser algo incomum.
***Narrado por Mari***
Estava na hora de transformar lagrimas em determinação, com certeza meus pais não iriam querer me ver naquele estado, desde que vim morar nessa comunidade, levantei andes do sol nascer, coloquei uma roupa e sai para correr, pelas ruas as pessoas me olhavam e no meu pensamento recordava das vezes que fiz isso com meu pai e minhas lagrimas caíram sem que pudesse impedir.
Eu ainda precisava procurar naqueles documentos se meu pai ainda tinha mais alguma coisa em relação a minha tia, mais uma coisa era certa, ele tinha descoberto algo e por algum motivo senti que ela poderia ter envolvimento com a morte dele, estava decidida a ir na delegacia e denuncia o que vi.
Quando voltei para casa quase uma hora e meia depois, tomei um banho para ir trabalhar, no dia seguinte seria o chá de bebê de Lívia e tínhamos combinado de ajudá-la.
O dia se passou e como todas as tardes o grupo de Chupim apareceu, ele parecia estranho, mas sabia que deveria ser algo em relação ao cara que tinham perseguido no dia anterior.
***Narradora ***
Chupim mal conseguiu dormir com as palavras de Fumaça em sua cabeça, uma coisa ele tinha certeza o X9 não poderia ser Mari, já que chegou a poucos dias, certamente era um morador antigo, mas quem poderia ser?
— Aí, patrão já nos livramos daquele verme, será que ninguém virá atrás dele?
— Que venha, pois terá o mesmo fim que aquele filho da puta.
— Chupim, como vai fazer para descobrir essa parada do X9?
— Ainda não sei DG, mas isso já está me irritando, saber que tenho um rato no meu pescoço, vamos deixar passar o chá de bebê da Lívia e Marreco que pensamos em alguma coisa.
Chega o dia da festa na casa de Chupim, era cedo quando começa a chegar pessoas para a decoração, no quintal a movimentação de entra e sai era acompanhada pelos seguranças, todos armados. Marreco e Chupim precisavam preparar o local para armazenar as armas que chegariam naquela manhã, depois precisavam buscar as bebidas.
Conforme o combinado, Mari após sua corrida matinal se encontra com Emily para irem à casa da mãe de Lívia, onde iriam ajudar com os preparativos.
Porém, Mari sofria com o calor naquele dia, o que Lívia depois encontrou uma solução.
— Eu vou morrer com esse calor sério.
— Porque não aproveitamos e entramos na piscina, temos tempo ainda até a festa.
— Gostei da ideia, só preciso pegar um biquíni em casa.
— Não precisa, tenho alguns que deixei aqui, devem servir em vocês rsrsrs.
Com festa programada para no final da tarde, elas aproveitam para curtir a manhã quente, após terminar de montar as lembrancinhas, Mari que nunca teria frequentado um parque ou entrado numa piscina ficou com receio, mas aceitou o convite.
Mas foi impossível evitar que as pessoas que trabalhavam e os seguranças encarassem Mari, até mesmo por ter um corpo impecável.
— Nossa Mari, que corpão heim? Kkkkk, passa a dica minha filha, com essa idade tem um corpo assim.
— Eu malho e faço corrida desde meus 12 anos, acompanhava meu pai todas as manhã e minha mãe preparava uma alimentação mais controlada, agora que não cuido muito, mas vou voltar. E nem comecem, porque tem um corpo lindo também vai kkkk.
Joana e Lúcia montavam uma mesa onde seria servido o almoço, quando Chupim e seus parceiros entram pelo quintal e se deparam com a bela cena das mulheres na piscina e parte dos seguranças parados observando.
— Que porra é essa aqui, bora trabalhar.
Marreco e DG acham graça, mas retiram as camisas e as armas e pulam na água, abraçando e beijando suas damas, Mari, que estava sentada na beirada e surpreendida por Chupim.
— Corpão em gringa? Estou sabendo que anda fazendo corridas pela quebrada.
— Deveria controlar sua boca, sua sweet girl Não gostar de saber disso kkkk.
— Que isso? Sweet o quê?
Mas ao invés de responder à pergunta, ela caminha até a sala de jogos para usar o banheiro e Chupim a segue, pois odiava que o deixassem falando sozinho. Mari caminhava quando ele a segura pelo braço e se colocando contra seu corpo.
— Espera aí, gringa, vai me deixar falando?
— Não foi nada de mais, qual o seu problema comigo heim? Por que não me deixa em paz?
— Desculpa, não quis ser mal-educado, é as armas que você recomendou chegaram, depois se quiser posso te mostrar.
— Porque não vamos agora, só vou me vestir.
***Narrado por Mari ***
Sei que não deveria, mas as armas que indiquei eram realmente “fuck” rsrsrs, troquei de roupa rapidinho, Chupim estava ainda me esperando, então saímos e ele me levou onde estavam as armas, eram um porão nos fundos da casa de Lívia.
— Uau, posso?
— Pode.
Peguei uma das pistolas e engatilhei, sou apaixonada pelas automáticas, Chupim estava parado apenas observando.
— Gosta mesmo disso né gringa? Essa é igual à sua não é?
— Aquela foi do meu pai, a única que não tem registro.
— Como assim a única? Tem mais armas na sua casa?
— Meu pai tinha um verdadeiro arsenal, quem sabe um dia não lhe mostro rsrsrs. Mas a que tem dá para causar uma verdadeira guerra, essa daqui em específico é uma bela arma.
Fuzil XM408
— Já atirou com uma dessas?
— Meu pai me ensinou no campo de tiro, espero que seus homens saibam manusear essa belezinha.
— Enfim, belo arsenal Samuel, gostei agora se não se importa preciso ir para casa, tomar um banho para esse chá de bebê.
— Estou impressionado como pode saber todas essas com coisas com a idade que tem, aqui as mulheres são bem diferentes.
— Pois é, talvez por isso não me identifico com a maioria delas rsrs.
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Atualizado até capítulo 56
Comments
Fatima Vieira
show
2025-02-14
0
Márcia Jungken
acredito que Marianne não deve denunciar a ordinária da Beatriz e o escroto do Fred, já que podem ter policiais corruptos na delegacia 🤔🤔
2024-11-03
0
sandra helena barbosa
Ela não deve ir até a delegacia , pois pode ter corruptos🤔
2024-11-03
0