Na comunidade um novo dia se iniciava, pela manhã, Mari sozinha trocava seu curativo, depois se vestia para começar a trabalhar, ela sai cedo e encontra com Emily para irem caminhando.
— E aí, melhorou o ombro?
— Yes, bem melhor. Hoje temos que ajudar Lívia a montar as lembrancinhas não esquece.
— Verdade o tempo passou tão rápido, o chá de bebê é esse final de semana, mas disse que as coisas chegam no sábado bem cedo.
— Melhor né?
— Sim, pois quando tem festa assim a gente não abre.
O dia corria super bem, quando o grupo de Chupim aparece e ela decide ir falar com ele, queria aproveitar a hora do almoço para isso, ela sabia por meio de Emily que naquele horário ele ficava na boca, ao chegar apenas um dos vapores estava na entrada.
— Sabe me dizer se o Chupim está aí?
— Está, mas…
— Obrigada.
***Narrado por Chupim ***
Depois que fui para casa comecei a pensar no que Lívia comentou sobre a gringa, me senti mal por pegar tanto no pé dela, mas ao mesmo ela me atraia de uma forma, talvez fosse esse o motivo de sempre me fazer presente.
No outro dia, logo cedo fui para a boca, com a chegada da droga o movimento aumentou muito e precisava ficar de olho mesmo sabendo que DG e Marreco faziam isso.
Era hora do almoço, quando Marcela aparece com aquele jeito malicioso, libero os parça para irem comer, ela se aproxima já abrindo minha calça e metendo a mão, pega um preservativo na gaveta que mesmo coloca e se senta.
— Sem calcinha cachorra?
— Eu já vim na maldade querido.
Ela se segura no meu pescoço e desliza a boca por ele, meus pensamentos foram longe agora, olhava para ela e via a gringa, coisa que nunca fiz foi beijar um puta, dessa vez não me segurei e a puxei devorando sua boca.
Porém, somos interrompidos pela porta que se abre e por ela Mari que fica vermelha de vergonha se desculpa e sai no mesmo instante, olho para Marcela que debocha da gringa, me levanto a derrubando e ela se irrita.
— Que isso, Chupim está doido?
— Vaza daqui, Marcela vou atrás dela, antes que dê merda isso.
— Merda, porque, o que tem com essa piranha?
Mas ignoro totalmente ela, fechando o zíper da calça, saio e pergunto para o vapor para onde a gringa tinha ido.
— Subiu a rua patrão.
Pego minha moto e subo e logo a vejo caminhando e impeço de passar parando na sua frente, ela leva um susto, acho que não esperava por isso.
— You are crazy? (Está louco).
— O que você queria na boca?
— Queria falar contigo, mas pelo visto estava muito ocupado.
— Pode falar agora.
— Está bem, eu queria me desculpar por minha grosseria ontem, nada de mais, agora pode voltar.
— Eu também peguei um pouco pesado com minhas desconfianças. Além naquela aposta falei coisas que não deveria.
— Não falou, aquele realmente é você uma pessoa que ver mulher como uma refeição. Só peço que, por favor, não se aproxime mais de mim, não quero problemas com sua namorada.
— Espere aí, Marcela não é minha namorada.
— Isso não é problema meu, mas vocês estavam transando, quer saber, eu preciso trabalhar.
Nem ao menos tive chance de me explicar, não que quisesse, mas vê-la partir foi estranho, ao voltar para a boca fui para casa, quando entrei minha mãe até estranhou e agora tinha dona lúcia também.
***Narradora ***
Chupim, entrou no quarto e levou as mãos a cabeça, não entendia porque aquilo o incomodava tanto, não demorava muito para que fosse avisado sobre um dos moradores expulsos andava pela comunidade.
— Filho da puta, tô indo segue ele.
Chupim pega sua pistola e sai novamente sem dar justificativa, deixando a mãe novamente preocupada ao vê-lo armado e xingando muito.
Na lanchonete, Mari retorna e conta para Emily o que teria visto na boca e ela dá risada, porem percebe o incomode da amiga.
— Esses caras são assim mesmo, não liga, essas marmitas adoram se jogar para eles, pensam que vão ter vida fácil.
— Esse cara é um safado, isso sim.
O dia se passou, antes de ir para a casa de Lívia ajudar com as lembrancinhas, ficou pensando na menina e da tia com o marido serem aliciadores de crianças, então toma uma decisão ir numa delegacia fazer a denúncia, nesse caso uma mais próxima do condomínio.
— Algum problema Mari?
— Nada não, Emily eu precisava de uma opinião, mas preciso que guarde segredo, o assunto é muito grave.
— E o que é?
— Aqui não dá.
Percebendo que o assunto era mesmo grave, Emily sugere delas irem para a casa de Mari, onde poderiam conversar mais a vontade, elas entram, na cozinha elas servem um suco, e seguida Mari comenta sobre as menina que encontrou na casa da tia.
— Espere aí, está dizendo que sua tia sequestra crianças para serem prostituídas?
— Eu não sei, Emily, veja minha situação ou era ele, ou eu, por favor, isso preciso ficar entre a gente.
— Claro, se Chupim descobri vai ficar pilhado. Pretende ir à delegacia denunciar?
— Não sei o que fazer, Emily não acredito que fui capaz de fazer aquilo.
— Calma, veja o que fez ajudou uma garotinha, sabe se ela realmente está bem?
Então, com o apoio de Emily, decide ir na delegacia, mas prefere fazer isso depois do final de semana, pois estavam certas que a tia poderia estar vigando a delegacia com o marido.
— Se quiser posso ir com você.
— Melhor não Emily, não te colocar num problema como esse.
— Só toma cuidado por favor, apesar que ter uma amiga pistoleira é o máximo rsrsrs.
Nas ruas da comunidade as pessoas ficaram assustadas ao verem Chupim perseguir um ex morador que decidiu voltar sem autorização e ao ser cercado é amarrado e arrastado até a boca.
Emily saia quando vê a movimentação e resolve chamar DG, ela coloca no viva voz deixando Mari assustada.
***Ligação ON
— Amor que está acontecendo?
— É o Chupim pegando um X9, está aonde?
— Estou na casa da Mari, por quê?
— Marca 10, que estou indo aí
***Ligação OFF
Ela desliga, decidem voltar e fazer algo para comer, Mari não consegue acreditar que Chupim poderia fazer algo tão cruel.
— Aqui na comunidade ele precisa ser assim, ou vira bagunça, mas não esquenta logo você se acostuma rsrsrs, quem sabe logo não conhece alguém interessante.
— Eu duvido muito rsrsrs
Na boca depois arrastar o homem pelas ruas, Chupim chega acompanhado de Marreco, eles ajudam levando o corpo quase sem vida, todo ensanguentado, para o porão onde uma nova sessão de tortura seria iniciada.
— Ora, só quem resolveu dar as caras, como vai fumaça?
— Seu desgraçado.
— O que veio fazer aqui na minha quebrada?
— A gente deveria ter matado você como aquele infeliz do seu pai, seu maconheiro metido a bandido rsrs
No mesmo instante, Chupim bate com o cabo de sua pistola no rosto de fumaça, que cospe sangue, os homens presentes gritam e debocham.
— Me diga, quem denunciou meu pai, aliás quem facilitou a entrada daqueles meganhas?
— Ainda não encontrou o X9 né? Babaca.
— Eu não vou te matar assim fumaça, não mesmo.
Chupim ordena que eles amarrem fumaça pendurado pelas mãos, em seguida faz um corte na sola dos pés, por onde começa a escorrer sangue, eles saem e na portas ele avisa para ele.
— Vai ficar aqui até que sua última gota de sangue escorra desse lixo de corpo que você tem, seu rato desgraçado.
— Não pode fazer isso, Chupimmmm.
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Atualizado até capítulo 56
Comments
Fatima Vieira
Samuel esta de quatro por ela
2025-02-14
0
Márcia Jungken
eita que Samuel está cada vez mais encantado pela Marianne 👏👏👏😍
2024-11-03
0
sandra helena barbosa
A coisa está ficando feia no morro😱
2024-11-03
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