Ao olhar nos olhos daquela menina, mesmo com muita maquiagem, Robert se encantou, pois via a inocência ali, e era justamente o que ele estava procurando.
Ele retira do seu bolso um lenço e começa a passar no rosto de Alice, tentando remover toda aquela maquiagem. Ele a leva até a cozinha, molhando o pano e passando no rosto dela, até que tudo saia.
— Não quero que você use maquiagem, seu rosto deverá ficar assim, sem nenhuma pintura, entendeu?
Alice, incapaz de falar, apenas acena com a cabeça. Ele a leva pelo braço até a mesa de jantar, acomoda-a ao seu lado e, como se ela fosse uma criança, começa a cuidar dela.
Ângela, vendo aquilo, não entendia, ela já se deitou com aquele homem e sabe o quanto ele é grosseiro no sexo, então, era estranho vê-lo se comportando de forma carinhosa com a menina.
— Aqui está o cheque. Vou levá-la comigo. Nem vou comer essa comida. Pedi uma refeição adequada, e você me traz essa lavagem. Coma sozinha essa porcaria.
— Foi o que consegui fazer...
— Não me irrite, Ângela. Eu enviei dinheiro para você, e não foi pouco. Se você enfiou tudo no seu rabo, é problema seu. Só não venha com desculpas para cima de mim. Vem, Alice, vamos embora.
Alice olha para ele que pega sua mão e a levanta. Ela puxa sua mão, pois não imagina o que aquele homem fará com ela. Mas a questão é, ficar e apanhar da mãe, ou ir com aquele homem desconhecido, e sofrer nas mãos dele?
— Não me irritar você também, não me desobedeça, apenas faça o que eu mando, pois eu não tenho paciência nenhuma. Se você se soltar da minha mão mais uma vez, vai apanhar até sua bundä ficar na carne viva, você entendeu?
Alice balançou a cabeça concordando, morrendo de medo. Então, simplesmente aceitou seu destino. Olhou para trás e viu um sorriso no rosto de sua mãe ao olhar para o cheque. Alice é praticamente jogada dentro do carro por ele, onde ela percebe que é uma limusine.
Ele entra, sentando-se de frente para Alice, e a olha de cima a baixo, percorrendo seu corpo, como se a comesse só com o olhar.
— Você já se tocou Alice, já gøzou com seus dedos? — A menina abaixa a cabeça envergonhada. — Me responda quando eu te perguntar, odeio quando não me respondem.
Ele fala em um tom ríspido, e ela apenas balança a cabeça negando. Ele sorrir, e manda ela se ajoelhar na frente dele. Ela devagar, se ajoelha no assoalho da limousine e se aproxima de Robert. Ainda de cabeça baixa, tem seu rosto levantado com os dedos dele.
— Abra a minha calça. — Alice desce os olhos até o final da gravata do homem, e balança a cabeça negando. — Anda, abra minha calças agora.
Ela novamente nega com a cabeça, pois aquele homem só pode ser um louco. Vai se afastando dele, e ele vai para cima dela, a puxando pelo cabelo na parte da nuca, e trás para bem perto do seu rosto.
— Já disse para você não me desobedecer, você pensa que eu estou brincando não é? Pois vou te mostrar uma brincadeira bem divertida.
Robert puxa ela com tudo, a colocando de bruços em seu colo, Alice se debate ao sentir ele levantando a sua saia preta. Ela sente os dedos dele escrevendo algo na sua bundä, e de repente, ela sente a dor do tapa que ele deu.
Ela se retrai e da um gemido de dor, aquilo para o Robert era uma música para os seus ouvidos, então, ele repete o ato, dando mais 5 tapas forte na bunda dela. Ele a solta, e ela sai de seu colo, se afastando dele com os olhos cheios de lágrimas. Robert que nunca tinha sentido pena de ninguém em toda sua vida, sentiu um leve aperto em seu coração ao ver aquela menina chorando daquela forma.
— Não chore, é só fazer tudo que eu mandar que essas coisas serão evitadas, agora, faça o que eu mandei, venha aqui, e abaixe abra a minha calça.
O carro para, Robert olha para fora, e vê que já chegaram em casa, então, ele abre o vidro da limosine, e manda o motorista dar mais voltas pelo quarteirão, pois ele queria ensinar a Alice ali dentro do carro.
Ele volta a fechar o vidro, e chama a Alice com os dedos, com um sorriso diabólico. Alice com medo de apanhar novamente, ela se ajoelha de novo diante dele, e ainda com lágrimas nos olhos, ela abre a calça de Robert.
— Abaixa a cueca, eu quero que você de um beijo na cabeça dele. — Ela olha para ele, que parece agoniado para que ela o faça logo.
Alice que nunca tinha visto um päu na sua frente, estava diante de uma mastro grande, cheio de veias. A cabeça rosada, e o resto branco, na cor de sua pele. Ele segura na cabeça de Alice, e a conduz até o seu päu.
Assim que os lábios dela encontrem com a cabeça do päu te Robert, ele solta um gemido de prazer, e manda que ela abra a boca. Ela puxa sua cabeça para trás, mas ele segura firme. Com uma das mãos ele começa a desenhar os lábios dela com seu päu, tentando fazer ela abrir, até que força um pouco, e penetra a sua boca.
— Isso, devagar que você engole tudo…
Alice parecia está se engasgando quando chegou no limite da sua boca, mas a cada entrada, Robert metia mais, até bater na parede da sua garganta. Ela faz força para se afastar pois estava sentindo vontade de vomitar.
Robert segurou a cabeça dela com as duas mãos, até ela parar de se debater para sair, a língua de Alice roçava no päu dele, e isso estava levando ele a loucura. Alice começou a babar, e ele retirou a cabeça dela do seu päu, mas não a largou.
— Abre a boca no máximo, deixa eu ver a profundidade da tua garganta. — Ela nega, e ele puxa seu cabelo, a fazendo abrir na marra. — Acho que com um pouco de costume e muito treinamento, vou conseguir gözär no fundo da sua garganta.
Ele voltou a colocar seu päu na boca de Alice, mas ela fez a besteira de fechar a boca, mordendo seu päu com uma certa força.
— Ahhhhhh desgraçadaaaaa...
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Atualizado até capítulo 71
Comments
Flavia Oliveira
Gente o homem sente prazer com a dor alheia,essa história vai ser interessante, será que Alice vai tocar o coração dele,bom vamos embarcar nessa jornada com ela pra descobrir 😉😉😉
2023-11-08
219
Fátima Ribeiro
ohhh cara maluco sô.
assim que vai ensinar a menina?
como ele faz assim com a quase criança?
2024-12-03
0
Nathália
podia morder a cabeça do pau dele para deixar de ser palhaço
2025-03-28
1