"Os nossos desejos são como crianças pequenas: quanto mais lhes cedemos, mais exigentes se tornam."
Solange Moretti.
— Deliciosa.
Disse de boca cheia, degustando-me avidamente. Ele olhou nos meus olhos, oferecendo um beijo obsceno, quente, gostoso.
— Ah…
Joguei a cabeça na cama e segui seu ritmo, meu quadril parecendo ter vida própria, o desejo me dobrando rápido demais.
Ele tentou levantar meu quadril e prender nos seus ombros, mas minha inquietação o fez desistir, então me dividiu ali mesmo.
Veio com a língua larga, pincelando áspera de cima a baixo, escorregando sem pressa.
Repetiu um vaivém barulhento, delicioso, que arrancou gemidos da minha garganta, levando-me ao limite.
— Ain!
Meu clitóris pulsou forte ao ser aprisionado e mamado avidamente, ganhando volume dentro da tortura.
Agarrei seus fios lisos, bagunçando o impecável topete. Rebolei, dancei e vibrei ao sentir a pressão correr violenta,
estremecendo-me toda.
— Venha, ragazza.
Ordenou antes de me penetrar com a língua,
dura e ligeira.
— Goz& para mim!
Repetiu aquela investida poucas vezes e meu corpo se contorceu sobre a cama, expulsando os primeiros vestígios de prazer, sendo fortemente estimulado pelo homem insaciável que não se esquivou das reações do meu corpo.
Ele reivindicou tudo, cada suspiro, gemido. Quando pensei que seria o suficiente, veio nu para a cama, colocou-se na minha entrada e usou a mão para mover o membro grosso por entre as minhas dobras, apenas provocando.
Uma, duas, sete, muitas vezes.
Gritei de olhos fechados, com as unhas cravadas em suas costas. O homem sugou meu mamilo enquanto subia e descia sobre minha sensibilidade, molhando-se em mim, misturando o fluído pré-ejaculatório.
Uma mistura gostosa, mas perigosa.
— Proteção.
Consegui dizer dentro da nuvem de prazer depois de quase tragá-lo de uma vez.
Lorenzo saltou da cama, a bunda mais dura que a minha enchendo os meus olhos. Pegou a bermuda, colheu o pacotinho na carteira e voltou glorioso, completamente em riste.
Ajoelhou sobre mim, concentrado na autoproteção, movendo o látex sobre as veias saltadas, todo cuidadoso, com um sorriso lindo de menino.
Ele era bonito, bem desenhado e grosso.
Deixou-me constrangida. Fui obrigada a
cobrir meus olhos com os dedos antes de enroscar uma perna nele.
O homem veio com tudo e deslizou para dentro de mim em um só golpe, arrancando um grito mudo da minha garganta.
— Tudo bem, ragazza?
Indagou na santa paz depois de ter atingido o meu pobre útero.
— Uhum…
De olhos fechados, contraí meu canal para ter certeza.
Senti-me toda, completamente preenchida pela primeira vez.
— Acredito que posso lidar com isso.
Ele beijou minha boca lentamente, relaxando meu corpo, sem remover um centímetro de dentro de mim. Tentei me acostumar, forçando meus músculos, e o apertei dentro de mim, pulsando em torno de seu eixo.
— Cazzo.
O homem afundou o colchão ao lado de minha cabeça e presenciei seus olhos cravados, a boca bonita levemente aberta, liberando rosnados.
— Calma, ragazza, você já é apertada o suficiente. Respire e relaxe. Sem pressa.
Sorri encantada e repeti a contração, massageando-o forte dentro de mim, uma, duas, mais vezes.
— Para, ragazza!
Lorenzo cravou os dedos no lençol e respirou
forte pela boca, lindo, buscando autocontrole.
Brinquei mais um pouco e, quando pensei que me mandaria parar outra vez, o homem ergueu minha coxa esquerda, saiu de dentro de mim e golpeou fundo e rápido, levando-me ao limite com várias estocadas que quase dobraram meu corpo ao meio.
Eu não estava acostumada com tanta intensidade, mas gostei. Gostei tanto que chorei involuntariamente quando o prazer abraçou o meu corpo e expulsou Lorenzo de dentro de mim.
Tremi em êxtase, sensível, sentindo sua
respiração ofegante no meu pescoço, o corpo pesado me esmagando na cama.
— Está chorando, ragazza?
— Nunca foi assim.
Funguei. Nossos cheiros tomavam conta do
quarto.
— Consegue continuar? Depois faço uma massagem…
Passou a mãos entre nossos corpos e pressionou o polegar contra meu nervo sensível, circulando a carne inchada, fazendo-me curvar o corpo e tremer.
— Tudo bem, descansa um pouco.
Deu-me um beijo desengonçado, livrou-se da proteção e saiu da cama. Voltou com um pacotinho entre os dentes e dispensou sobre mim antes de manusear o membro com uma das mãos.
— Estou apaixonada.
Pensei alto demais e quase afundei meu
rosto no travesseiro.
— Eu… não… quis dizer no sentido de… estar ligada emocionalmente.
Funguei, ainda trêmula.
— Não cometa o mesmo erro, ragazza. Aprenda a apreciar o prazer sem se envolver.
Disse em seu tom seguro, massageando-se, enchendo minha boca de água.
— Não, não estou criando expectativas.
Passei a língua nos lábios.
— Foi só um pensamento que atravessou minha mente. Pensamento bobo.
— Nunca mais aceite menos que isso.
— É um ótimo conselho.
Sorri, confusa com a força da intimidade que nos envolvia.
— Você é muito para não ser suficiente. Até estar segura disso, crie esperanças apenas em você. Consegue fazer isso, ragazza?
— Sim, senhor mentor.
Falei preguiçosa, rolando sobre a espaçosa cama, ficando de bruços.
Sorri ao senti-lo enrolar meus cabelos no punho e a barba curta resvalar sobre minhas nádegas.
— Ótima, coachee.
Levantou meu quadril, comportando meus
joelhos sobre a cama, e beijou cada polegada das minhas costas antes de puxar meus cabelos.
— Gosto assim.
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Atualizado até capítulo 85
Comments
Anilda Alves da Cruz
que loucura misericórdia /Facepalm/
2024-08-15
1
E 🥋💕🩰
tá explicado além de péssimo na cama, o outro tinha uma mixaria 🤭
2024-07-06
0
Lulu 🌹
Tá explicado a gravidez
2024-02-24
2