William vi nascer. Eu morava na mansão, porque era jardineiro. O garoto não me conhece, dona Catarina não deixava se aproximar da mansão. Seu Alfredo era um homem grandioso. O senhor estava acostumado com a minha presença e começou a conversar comigo. A mãe do seu marido não gostou e expulsou-me da mansão. Um ano depois o conde foi para Nova York. E nunca mais a vi. Ouvi os murmúrios do povo ao ouvir que a senhora casou-se com ele. Fiquei feliz. Disse Olímpio. _ Sente vontade de ver como o meu marido ficou. Olímpio?
_ Gostaria muito, menina. E você senhora, não fala?
_ Falo apenas com pessoas que conheço. Disse ela
_ Então, já se conhecemos senhora Maria.
Maria sorriu sem graça para Olímpio. Não demorou muito para William chegar._ Vamos Bela, está tarde.
_ Espera meu marido. Olímpio quer te conhecer.
_ Onde está ele?
_ Aqui estou. Disse ele saindo do buraco.
Will cumprimentou o homem, dando um aperto de mão. Chamando Bela com pressa. A senhora se despediu do velho, voltando para casa. Maria ia à frente e o casal atrás. O conde andava sem pressa, o lugar era calmo que o ele se sentia tranquilo. Bela comentou sobre Olivia: _ Aquela mulher voltou a nossa casa, porque não compramos uma casa.
_ Não posso Bela. Aquela casa é minha e eu não posso deixá-la para a mamãe, ela não merece.
_ Por que não me conta o que aconteceu, assim desabafa.
_ Não estou preparado para entrar num assunto doloroso, minha esposa.
_ Está bem, William. Já está anoitecendo, precisamos arrumar-nos para o baile.
Ao chegar em casa. Guilherme estava fazendo baderna na cada de Inácio. Lúcia estava nervosa pelos maus hábitos do rapaz. O pai do rapaz dava de ombros pelo comportamento repentino de Gui. Bela se aproximou do seu amigo, perguntando o que estava havendo com ele. _ O que faz aqui?
Eu vim ver você. Disse. Não confio nesse conde aí, depois que ele apareceu, tirou você de mim.
Deixa de bobagens. Disse conde. Bela interrompeu o seu marido. Não te estou reconhecendo, éramos amigos e não ficávamos grudados por tanto tempo. Volte para a sua casa, estou de saída com o meu marido. Guilherme puxou a garota pelo braço. William se aproximou do garoto e disse:_ Larga a minha mulher, agora! Não respondo por mim.
_ Eu não largarei, a Bela é minha amiga. Quem deve ficar longe dela é você.
O conde empurrou Guilherme, puxando a sua mulher para si. _ Entra, Bela. Estou indo, logo em seguida.
_ Não demora, Will vamos nos atrasar.
_ Tá! Meu amor, vai se ajeitando.
Guilherme pegou uma faca da sua cintura para agredir o conde. William deu uma rasteira, deixando o garoto ajoelhado, tirando a faca das suas mãos. Sai da vida da minha esposa, se não... pego essa arma, arranco a sua língua fora. Saia agora! Gritou Will. Inácio estava abraçando sua mulher para protegê-la. O conde entrou em casa, pedindo que os seus sogros entrasse para se recompor do susto. Não demorou muito para o lorde entrar no quarto, deparando a sua mulher no banheiro. Vem meu marido, ajude-me a banhar-me. Will entrou, tirando as suas roupas, indo ajudar Bela a tomar banho. A garota chegou mais perto do seu marido, deixando o clima fluir. William deslizava as suas mãos delicadamente, no corpo da sua mulher. Os sussurros de Bela eram abafados, mal dava para ninguém notar quão estavam conectados. A senhora beijou a boca macia do seu lorde, deixando escapar uns grunhidos: Não aguento mais, eu quero-lhe William Reik. O garoto, o que acabara de ouvir, ficou com o seu corpo a flor da pele. O beijo eram retribuídos o beijo com uma leve mordida. Não podemos, esposa. Estamos atrasados.
_ Estraga prazer. Disse ela, sorrindo.
_ Tem razão. Estraguei o nosso prazer, estamos atrasados. Disse ele com o seu tom frio.
Os dois saíram do banheiro. Bela vestiu o seu vestido, justo e decotado. O preto realçou o corpo definido da mulher. O conde se aproximou da senhora para fechar o zíper nas costas. Aquela sensualidade da sua mulher, fez ele pensar: Como a desejo, o meu corpo queima por dentro não a ter nos meus braços. Me provoca tanto que às vezes perdem a minha sanidade. O seu beijo é doce que faz morde-a até sentir a sua conspiração de dor. A minha mulher, minha Bela. A sua sensualidade faz-me querer-lhe e amar-te. A garota virou para ele, fechando os botões da camisa e olhando nos olhos dele. Aqueles olhos pequenos dela brilhava quando referia ao seu marido. Se não fosse importante esse baile, William eu te provocaria até você se ceder a mim. Sou a sua mulher, preciso que você me ame. Te amando ou não deveria fazer-me mulher. Às vezes sinto-me impotente por não me sentir mulher e quando diz que não é o momento certo, a raiva me consome. Com o que acabara de ouvir o garoto beijou novamente a sua Bela, soltando fios de saliva. Com aquele desejo que ardia naquele quarto Will se controlava para não perder o controle. Bela pegou o terno, ajudando a colocar. Maria entrou no quarto para ajuda a senhora a pentear o cabelo. A senhorita sentou-se na cadeira de frete a sua penteadeira. Maria pegou a escova e começou a pentear. Bela sussurrou:_ Maria ainda hoje, o meu marido será meu.
A senhora gargalhou e respondeu:_ Filha não está se precipitando, o seu marido está se controlando com as suas provocações.
Não aguento mais Maria. Bela começou a chorar. Eu necessito dele ao meu lado. Sofro com a distância dele, o que adianta dormir ao meu lado, se ele não me toca? Quando beijo ele sinto borboletas no estômago, sinto o meu ponto G latejar. Sei que estou excitada, por isso que eu sinto essas coisas. O meu homem é tão gostoso, vejo nu, controlo-me se não... Fico tão chateada comigo mesma, a palavra eu te amo é tão simples e, por que não sai tão preciso?
_ Tenha calma filha, acontecerá no momento certo. Sei que o meu menino te ama. Vejo que ele te olha com admiração.
A porta se abriu. William entrou no quarto enrolado com a gravata. Bela se aproximou para ajudá-lo. O conde olhou para a sua mulher aos pés a cabeça, ficou encantado com a beleza extraordinária. Está ainda mais gostoso. Sussurrou ela. Will ficou corado. Vamos? Fahret está à nossa espera. A senhora se despediu da Maria, puxando o lorde pelo braço guiado para afora do quarto. Ao descer as escadas. Olivia estava se servindo um gim. Ao vê-los elegantemente, Olivia bateu palmas. _ Bravo, Bravo. Os pombinhos da noite, fico até enjoada. Aceita um gim, meu caro noivo?
_ Não seja sarcástica, Olivia. Vamos meu amor.
_ Eu desejo que tenham uma noite terrível. Principalmente com você, garota sem graça.
Está falando de quem, deveria se olhar no espelho. Olivia furiosa jogou a taça na parede: Maldição!
Catarina entrou na sala e falou breve:_ Eu preciso que saia da minha casa, estou farta de vê-la reclamando. Não faz porra nenhuma. É melhor voltar para Nova York.
_ Sua velha asquerosa, eu não sairei sem conseguir tirar o conde daquela menininha. Eu prometo que eu tirarei.
Olá pessoal. Tudo bem? Deixem seus comentários e curte também, assim saberei que a minha obra está ficando legal. Boa leitura!!
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Atualizado até capítulo 100
Comments
Hercília Peres Xavier silva HERCÍLIA
Com uma mãe assim, quem precisa de inimigos!
2023-10-08
6
Rosária 234 Fonseca
essa Olivia já está dando nos nervos 😈 é isso ai bela tô gostando da sua atitude. não ta sendo fácil né resistir kkkkk❤💏
2023-08-06
2
Tatiani Monteiro
Essa Olivia não cansa não mulher insuportável mal amada eu hein aff
2023-08-05
1