Passava do meio-dia. William e a sua esposa passeava nas colinas. O conde estava envergonhado, não olhava no rosto de Bela. A senhorita não era nada de tímida, continuava a tentar o seu marido. O céu estava escuro, começando a chover. Bela saiu correndo, pegando na mão do seu marido para se abrigar na cabana do senhor pescador, olímpio. Para a dama era sempre diversão e William não achava nada engraçado se molhar na chuva. Os trovões eram altos e os raios rachavam no céu fez com que a garota se assustasse. _ Está com medo, minha esposa? Perguntou Will.
_ Não, não tenho medo. Mentiu ela.
_ Por que está apertando meu braço, as suas unhas estão me machucando.
_ Desculpe-me, William. Não foi minha intenção. Entre o seu Olímpio não está na cabana, aqui ficaremos protegidos até a chuva passar.
_ Tire as suas roupas, se não vai piorar do seu resfriado. Disse Will.
Bela entrou no quartinho, abrindo um guarda-roupa velho, pegando toalhas limpas. Ela tirou as suas roupas, se enrolando na toalha. Quando saiu do quarto, o seu marido não estava mais na cabana. Ué! Será que ele me deixou aqui sozinha e foi embora? Pensou ela. Não demorou muito para o conde entrar com fechos de madeira. Ele olhou-lhe o quanto a sua senhora estava assustada. Ele sussurrou para tranquilizá-la. Fui apenas pegar lenha para ascender a lareira.
_ Ótimo, estou com frio. Disse ela.
O conde acendeu a lareira esquentando aquele lugar pequeno. Ele tirou as suas roupas na frente da sua mulher, sem receios. A sua tatuagem nas costas fez Bela se aproximar de curiosidade. As mãos delicadas foram tocadas levemente nas costas do conde. Os olhos dele se fecharam a sentir a delicadeza das mãos da sua mulher. _ Porque tem uma espiral como uma tatuagem? Sussurrou ela.
_ Fala de vitalidade e poder de mudar as coisas.
Bela ficou na frente do seu marido após ouvir o significado. A senhora sussurrou no ouvido do conde:_ Eu não aguento mais. Disse ela beijando a boca do marido. Ela continuou. Me faz a tua mulher, que se dane o que prometeu ao meu pai, preciso de você. Sussurrou ela.
Bela se recomponha, por Deus. Prometido é prometido, seguirei a minha promessa. Por favor! Disse ele, pegando a toalha que estava no chão e cumprindo o corpo da sua esposa. Furiosa, a senhora sentou-se no sofá velho esperando a chuva passar. Seu marido sentou-se no outro sofá ensinando algumas palavras. Bela não prestava atenção na aula e sim pensava em outras coisas mais obscuras. Seu rosto corava só de imaginar. Os seus olhos brilhavam a cada momento que ela olhava para ele. Seu coração acelerou de repente ela disse para si: Que sentimento é esse? Por que sinto borboleta no estômago? Estou sentindo latejar, não entendo esse desejo de repente. Maldição! Foca Bela, foca nas aulas. Este homem é muito para você. Bela saiu do seu sofá, sentando-se ao lado do seu marido. Encostando a sua cabeça no seu ombro. _ Estou exausta e com fome. Disse ela.
_ Vejo que vai chover até de manhã, dorme e descansa. Disse ele. O conde lia a história do seu livro para passar a noite. O rapaz ajeitava a sua esposa, conforme ela ia se virando no sofá. Um sorriso surgiu pela escuridão da noite. William estava abobado a estar ao lado da mulher que ele amava. Mantendo a segurança dela, por ele avançar o sinal. Não demorou muito para ele adormecer.
Lúcia e Inácio estavam preocupados. Observava o tempo lá fora com frequência para ver se parava de chover. A senhora preparava o jantar quando Guilherme apareceu perguntado por Bela. Inácio por ser bruto, pegou a sua arma para pedir que o garoto fosse embora e não pisassem nas suas terras. Lúcia com o seu jeito bondoso falou com doçura para o menino ir embora. Gui olhou para o senhor e ameaçou:_ Isso não irá ficar assim. Eu mesmo tirarei o senhor das terras que são do meu pai. E Bela será minha. Gritou ele.
_ Minha filha nunca ficará com você, não pensei que o menino Guilherme, amigo da minha Bela era tão cruel.
_ Não se engane, senhor. Aquele idiota do William irá-me pagar por roubar a mulher que eu amo.
O senhor estava nervoso com o que acabara de ouvir começou atirar:_ Nunca mais pise de novo, nas minhas terras. Gritou Inácio.
Na cabana. Bela saiu do sofá vestindo as suas roupas. De mansinho acordou o seu marido, dizendo que a chuva passou. Will acordou com o seu rosto amarrotado. Que horas são? Perguntou ele. Bela olha o seu relógio de pulso e respondeu: Às nove da noite.
O conde se apressou vestindo suas roupas. Naquela colina a noite estava escura. Bela preocupada, pediu para ele voltar pela manhã. O garoto deu de ombros. Ele pegou a mão da sua mulher guiando para fora. A noite estava friamente congelante, as gramas encharcada de água fazia a senhora tremer de frio. Seu marido abraçou a sua mulher guiando pela escuridão da noite. Os lobos começaram a uivar._ William?
_ Hum
_ Os lobos irão devorar-nos. Deveríamos voltarmos pela manhã.
_ Não tenha medo, estou aqui com você. Te protegerei.
_ Irei contar até três, irá correr sem olhar para trás.
_ E você?
_ Estou bem atrás de você. Respondeu ele.
Bela correu sem olhar para trás, o seu coração estava inquieto e com medo. A preocupação no seu marido estava sem limites. Will, proteja-me. Não me deixe, apareça. Estou com medo, está escuro. Pensou ela. Seu marido pegou na mão dela e saiu correndo pela colina. Não pare de correr, minha esposa. Falta pouco para chegarmos. Sussurrou ele. Não demorou muito para chegar ao vilarejo. A senhorita parou no início da estrada ao vilarejo, começando a chorar. O garoto parou de frente para ela com o coração prestes a sair pela boca abraçando-a com pressa. Isabela estava fraca e desmaiou nos braços do seu marido. O conde pegou a garota nos seus braços levando-a para casa. Todos estavam nos seus aposentos. O lorde abriu a porta principal silenciosamente para os seus sogros não acordarem. Will levou a sua mulher para o quarto, deitando na cama para descansar. O rapaz tirou as suas roupas, em seguida deitando ao lado de Bela. _ Estão exausto, foi uma aventura em tanto. Disse ele.
A garota acordou fora de hora, estava faminta. Foi até a cozinha preparar algo para comer. A sua mãe tinha a deixar um prato de comida em cima da mesa. A senhora sorriu por sua mãe lembrá-la dela. Em seguida o seu marido se aproximou e disse:_ Serve para mim por gentileza? Acordei e não vi ao meu lado, vim procurar-te.
_ Aqui estou, preparando algo para comer. Na sua mansão tem Maria para te servir e aqui todos se serve para si.
_ Eu sei, não me importo minha esposa.
Ela sorriu e disse:_ Não se importa mesmo? Ou, porque tem a mim para te servir?
_ Não me importo mesmo, muitas vezes eu sirvo para mim mesmo... não gosto de incomodar a pobre Maria. Por isso prefiro-me servir. E se você está me servindo é porque que tu és minha mulher.
_ Sua mulher? Ainda não me tornei.
Ele aproximou-se dela e disse:_ Ainda, falta bem pouco para deixá-la em meus braços, Bela. Disse ele olhando bem, no fundo dos olhos dela.
***Faça o download do NovelToon para desfrutar de uma experiência de leitura melhor!***
Atualizado até capítulo 100
Comments
Rosária 234 Fonseca
aiii que emoção estou ansiosa pois quando o amor surge assim é difícil de controlar ele já a ama e ela parece está começando a se apaixonar também kkk
2023-08-06
6
Tatiani Monteiro
Já estou ansiosa pra vê esses dois se entregaram ao Amor rsrsrs e que o Amor deles se fortaleça cada vez mais
2023-08-05
1
Maria
Já estou ansiosa pra ver esse casamento consumado, pra que o amo deles se fortaleça cada dia mais 😍😍😍😍😍😉😉😉😉😉
2023-08-02
2