Will levantou com pressa pegando a sua esposa no colo antes que ela caísse de cara no chão. O conde levou para o quarto._ Chame o doutor Luke, agora! Ordenou ele. Catarina pegou o telefone que estava na sala de estar ligando para o médico. Enquanto isso, Will foi mansamente cuidadoso com a garota. _ Essa não, acorde Bela. Reage. Maria entrou no quarto com um pano gelado. Com pressa, Will pegou o pano das mãos da senhora, levando o pano a testa de Bela._ Onde está o médico? Perguntou ele.
— Senhor Fehrat foi buscar Luke.
Enquanto esperava a senhorita acordar, Will sussurrou: _ Irei-te contar uma história. Um homem era feliz, passou um tempinho sem acreditar que a sua vida ficaria preto. Um dia esse homem tornou-se um homem mais infeliz da sua vida. Da maneira que ele tornou, para ele não teria salvação. Tem medo de se olhar no espelho do monstro que ele fez torná-lo. Eu não sei se há salvação. Será que há salvação? Será que este homem voltará a ver a luz do túnel? Disse ele com as lágrimas nos seus olhos.
— Dependerá do homem se quiser se transformar em alguém melhor. Sussurrou Bela ao acordar do desmaio.
William enxugou as lágrimas dos seus olhos, saindo do quarto. _ O que deu nele? Perguntou ela. Luke entrou no quarto com a sua maleta preta. _ Bela, como se sente? Perguntou o doutor sentando na beira da cama. Brevemente pegou em braço examinando o seu pulso direito. Não demorou muito para o seu marido entrou no quarto sentando-o ao lado de Bela. Luke examinou a passar a receita para o conde. Catarina se aproximou do quarto e disse:_ Olivia acabou de chegar, William.
— Maldição! Maria fica com a minha mulher, volto em breve.
— Sim, senhor.
William desceu as escadas com pressa. Seu cenho estava furioso. _ O que faz aqui? Perguntou ele curto na pergunta.
— Não se mova Fahrat, ela irá ficar num hotel da cidade, aqui na minha casa não ficará. E mais, Olivia... não é minha noiva, já tenho a minha esposa que está lá em cima descansado.
— Meu amor, eu sou a sua noiva, tenho o direito de vim para cá. Fehrat leve as minhas malas.
— Mas… mas...
— Mas nada, Olivia, eu não quero ser rude com você. Quero que vá embora e não volte a incomodar-me.
— O que está fazendo William? Olivia ficará nessa casa. Disse Catarina.
— Eu não pedi a sua opinião, mamãe, essa casa é minha e eu não quero que ela fique na minha casa. E lembrando eu já sou casado, com licença. Disse Will.
— Meu filho o que está a tentar fazer?
— Não me desobedeça, mamãe, eu já estou farto das coisas que a senhora faz para me afrontar. Disse ele subindo as escadas.
Ao entrar no quarto. William observa a sua esposa antes de ir à empresa. Ele observa mais de uma vez. Maria se aproximou do rapaz e disse:_ Você gosta dela, não é filho? Não seja tão rude com ela, mude o tom da sua voz ao falar com a sua esposa. Bela não tem nada a ver com as suas amarguras.
_ Eu gosto dela, porém eu tento não ser tão rude, mais eu não consigo, Maria.
— Só ela poderá mudar-lhe, filho. Só o tempo dirá.
— Maria cuide bem dela. Confiarei em você. Olivia chegou, não deixe que ela e a minha mãe se aproxime desse quarto. Mamãe está perversa com a sua mania de controlar os outros. Sempre foi muito cruel comigo, tornei-me assim frio por ela também.
— Está bem senhor, não se preocupe. Disse ela.
Bela estava adormecida profundamente. Maria estava sentada na cadeira ao lado da cama lendo um livro. Já era tarde quando Catarina entrou no quarto aos gritos: _ Não está vendo Maria a hora? A cozinha espera-te para fazer o almoço, lá é o seu lugar. Bela acordou pelo, os gritos da sua sogra e disse:_ Não seja grosseira, Maria não merece ser tratada assim.
— Eu não falei com você, sua pirralha.
— Will ordenou-me que eu ficasse aqui cuidando da menina. Não seja assim, dona Catarina.
— Eu ajo do jeito que eu quiser, aqui não passa de uma empregada.
Maria baixou a cabeça pelo, o que acabara de ouvir. Bela levantou da cama ainda tonta: _ Ouça senhora, não é ninguém para humilhar as pessoas. Se a Maria está aqui é porque necessita do trabalho. Não seja rabugenta.
Catarina se aproximou da sua nora bofeteando a cara de Bela. Will chegou no momento oportuno, exigindo que a sua mãe pedisse desculpas. O conde estava revoltado com o comportamento da sua mãe. Ele puxou o braço da sua mãe levando ela para fora do quarto. _ Nunca mais levante a mão para a minha esposa, eu não respondo por mim. Uivou ele. Maria pode se retirar, eu ficarei com Bela.
Todos saíram do quarto, deixando eles a sós. Will era um homem calado e solitário. As perguntas eram curtas. Ele tirou os remédios do bolso do seu casaco. Bela tentou se levantar novamente vendo tudo girar. A senhorita se aproximou do seu marido e disse:_ Preciso voltar para casa e não de remédios.
— Somos casados agora, não voltará para os seus pais. Por favor, não toque mais nesse assunto, sim.
— Por favor, Will, deixe-me voltar para os meus pais.
— Esqueça Bela. Volte a deitar e descanse preciso ensinar algumas maneiras, manhã teremos uma festa para irmos.
— Eu não irei. Está me ouvindo eu não vou. Gritou ela.
William saiu furioso batendo a porta do quarto. Bela começou a chorar, deitando na cama. _ Por quê? Por quê? William deixe-me ir.
No final da tarde o conde voltou ao seu quarto para ver a sua esposa. Bela estava dormindo. O garoto deitou-se ao lado da sua mulher, para descansar. Seu rosto estava sempre triste. Bela abriu os olhos deparando o seu marido ao seu lado. _ O que houve? Perguntou ela. O silêncio permaneceu. _ responda-me quando eu te fazer uma pergunta. Não me deixe sem resposta. William vamos eu e você para a casa da mamãe, deixe-me recuperar lá. Ouça-me por favor!
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Atualizado até capítulo 100
Comments
Bakunawa
nenhuma visitinha?🤡
2023-10-05
4
Bakunawa
o bagulho saiu do controle totalmente
2023-10-05
1
Bakunawa
gente controladora assim, não é bom.
2023-10-05
1