Bela ia a beijar a boca do marido, quando ele desviou o seu rosto. A sua esposa virou-se o rosto dele, beijando a boca dele sem hesitação. _ Nunca mais volte a virar o rosto quando eu lhe quiser beijar. Ordenou ela.
_ Está me dando ordens, esposa?
Estou, sim, está me cansando esse seu jeito. Disse ela furiosa. Naquele momento a senhora não parou de murmurar, o conde olhou para ela. Ainda não é hora das coisas acontecerem, Bela. Você não me ama. O meu corpo e o meu coração te pertencerá quando você me amar. Disse ele. As lágrimas escorriam sem parar. William enxugou as lágrimas da esposa, com as pontas dos seus dedos. _ Eu não te entendo, William, como aguenta esse seu jeito? Não tem outra cor de roupas, só veste preto. Todos os dias está de luto.
_ Estou, diariamente estou de luto. Nunca mudei e nunca mudará.
Por favor! ... Ela foi interrompida. William saiu da cozinha, voltando para o quarto. Bela sentou-se, jantando sozinha. O café com leite, para ela estava sem açúcar e amargo. Estava chateada, faltando o seu apetite. Bela pensou: Porque o meu marido insiste em não me tocar, necessito dele. O único para satisfazer os meus desejos. Estou a ponto de cometer uma loucura.
Bela saiu da cozinha, desligando a luz. Pela, a madrugada voltou a chover, a senhora estava sozinha pela casa, esperando que o conde voltasse atrás dela. Na poltrona estava o casaco do marido, pegando a sentindo o cheiro. Eu não sei o que está a havendo comigo, por Deus! Ela largou o casaco imediatamente. Indo de volta para o quarto. Ao entrar, a senhora encontrou o seu marido adormecido. Bela deitou-se ao lado dele, abraçando fortemente. William, abrace-me forte, estou com frio. O garoto fingiu que não ouviu. A sua mulher mesmo assim abraçou sem retorno. _ Não me maltrate assim, por que, por quê? Sussurrou ela. Não demorou muito para ela adormecê-la.
No dia seguinte. O conde acordou cedo, voltando para a sua casa. Lúcia fez o café cedo, deixando a mesa exposta. O seu genro saiu sem tomar o café da manhã, deixando recado com a sua sogra, voltaria para buscar a sua esposa. Fehrat já estava a espera do seu patrão. No caminho a sua casa, o motorista disse: _ Olivia continua na casa do senhor. A sua mãe ajudou a se acomodar no quarto de hóspedes. Insistiu que a Maria ajudasse o que ela precisasse.
_ Maldição! O que a mamãe está pretendendo? Ela acha pouco o mal que ela fez ao meu pai. Se apresse Fahret, cuidarei desse assunto ainda hoje. Iria mandar buscar Bela, mudei de ideia. Quero que Olivia saia da minha casa e da minha vida.
O conde desceu do carro com pressa. Abrindo a porta principal, deixando a aberta. _ Maria, onde está a minha mãe?
_ Na biblioteca, senhor.
_ Mamãe? Gritou ele.
_ O que foi, por que tantos gritos? Perguntou ela abrindo porta da biblioteca.
_ Exijo que mande Olivia de volta para Nova York, agora! Se não fizer por bem, farei por mal.
_ William ela é sua noiva... A senhora foi interrompida.
_ Noiva um caramba! Mamãe. Você que arrumou essa mulher desconhecida para entrar na minha vida. Eu não estendo, está parecendo que estou falando grego.
Catarina ia saindo da sala, quando foi surpreendida pelos, os socos na escrivaninha. Will começou a gritar com a sua mãe. Olivia ia passando no corredor ao ouvir os gritos, ela entrou para resolver. _ Porque está gritando? Perguntou Olivia.
_ Eu exijo que saia da minha casa, agora! Se tem consideração, saia da minha casa.
_ Eu não saio da sua casa, sou a sua noiva e eu exijo respeito.
_ Respeito? Como terei respeito por uma mulher que não conheço. Não terei respeito, é melhor sair da minha vida.
Bela entrou na biblioteca com elegância e autoridade: _ William?
_ Bela, o meu amor o que faz aqui?
_ Esperei-te para me buscar, demorou então eu vim. Quem é você?
_ Noiva do conde William.
_ Noiva? Acredito que veio a casa errada. Porque o William é muito bem casado, comigo. Agora eu quero que saia da minha casa. Exigiu Bela.
_ A casa não é sua. Gritou Catarina.
_ Não é minha dona Catarina? Se estou com o seu filho, então aqui é a minha casa e é aqui onde eu moro, não?
Bela por ser desbocada e rebeldes. Puxou Olivia pelo braço levando-a para fora. Não escutou o meu marido falar, ele pediu mais de uma vez para sair dessa casa. Estou fazendo o serviço. Gritou Bela. Fahrat?
_. Sim, senhora, Bela.
_ Tire ela daqui. Ela está fazendo de difícil para deixar essa casa.
Olivia pegou a sua bolsa que estava no sofá, saindo de da casa do conde. Ofendida, não ia deixar barato. Bela olhou para a sua sogra e disse: _ A senhora pensa que sou boba. Planejou tudo isso para afetar o seu filho, não tem censo senhora? Sabendo que William já tem uma esposa, vem uma mulher de sei lá onde dizendo ser noiva. Uma mulher escandalosa e arrogante. Ouça senhora, daqui eu não saio e daqui ninguém me tira. Sairei, quando o meu marido não me amar mais. Vamos William?
_ Para onde minha esposa?
_ Para o nosso quarto. Com licença senhora Catarina.
Catarina uivou de raiva. Os dois foram para o quarto. Bela sentou-se na cama nervosa. _ Nunca pensei que agisse dessa forma.
Também não, meu marido, estou nervosa. Ela começou a gargalhar. Não se preocupe, aquela mulher sem sal não virá mais para cá. Ela não ouse a cruzar o meu caminho. Acha porque sou jovem, não sei defender. Desculpe-me em dizer a minha sogra é um pé no saco. A mulher abraçou o seu marido._ Que bom que, eu tenho você! Sussurrou ele. Irei à empresa, voltarei antes do meio-dia. Se não se sentir à vontade, pode voltar para a casa dos seus pais.
_ Estou bem, não se preocupe.
As batidas na porta do quarto foram apresentados. _ Sim?
_ William o café da manhã está pronto.
_ já estou indo Maria.
_ Bela?
_ Hum!
_ Estou orgulhosa de você, por defender-me.
_ O que marido e mulher fazem, protege. Disse ela.
_ Peça Maria para ajudá-la, para o baile de hoje à noite.
_ Tudo, bem.
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Atualizado até capítulo 100
Comments
Babi
🤔
2024-03-21
1
ESSA É SUA CARTA
e a primeira vez que vejo gaston de saia kkkkk gostei
2023-11-08
2
Rosária 234 Fonseca
é isso ai bela defende o que é seu
2023-08-06
6