capítulo 11

Maria entrou no quarto deparando a sua patroa chorando. A senhora se aproximou a perguntar:_ O que foi filha? Por que está chorando desse jeito?

Aí Maria. Sussurrou ela abraçando a senhora. Não consigo entender a sensação insana de fazer amor com o meu marido. Quando estou ao seu lado sinto uma sensação estranha, meu corpo sente que necessito dele. O que William repete que não é o momento para acontecer porque não o amo.

A senhora sorriu e disse:_ Ai, menina, isso se chama amor. Tudo o que está sentindo é a reação do amor.

_ Eu estou apaixonada por ele? Disse ela sem acreditar.

_ Sim, minha filha. Fale em voz alta que o ama.

_ Se ele não acreditar?

_ Se ele não acreditar, continue conquistando. O meu William te ama muito. Antes de sair ele pediu-me que cuidasse de você, pediu que trouxesse o seu vestido para essa noite. Seu rosto estava preocupado em deixar-lhe sozinha, com a mãe dele.

_ Falando em Catarina, o que a minha sogra fez para prejudicar o seu marido?

_ Dona Catarina sempre foi perversa, nunca descobri o que a senhora fez para o pobre Alfredo. Um dia Will irá te contar, antes do senhor morrer deixou uma carta escrita a mão para Will. A partir daí o conde odiou a sua mãe. Disse a senhora.

_ Assim espero, Maria. Acho que meu marido não confia em mim.

_ Ele confia minha filha, William não está acostumado com casamento.

Maria saiu do quarto deixando a senhora sozinha. Bela deitou na sua cama pensando como o seu marido iria ficar com ela. Exatamente de tanto pensar, ela se levantou da cama com o seu rosto amarrotada dando de cara com o seu marido._ William.

_ O que aconteceu? Está bem?

_ Estou bem, apenas estou entediada.

_ Vamos para casa dos seus pais, estou cansado.

_ E a festa de hoje e as roupas?

_ Levaremos, pedirei que Fahret vá nos buscar. Preciso caminhar pelas colinas com você, lá sinto-me livre. Vamos, ainda dar tempo ir almoçar com a sua família.

Bela ficou feliz e abraçou o seu esposo. A senhora pegou o seu vestido e saiu do quarto. O conde guiou sua mulher, descendo as escadas de mãos dadas. Catarina estava a espera ao pé da escada. A senhora sussurrou ao observar o seu filho:_ William por sua desobediência, Olivia voltou para casa. Ela não, não sairá até a minha segunda ordem. E já decidi, a sua noiva irá com você ao baile está noite.

_ Mamãe passou de todos os limites, irei com a minha mulher. Escute mamãe: nunca mais faça as coisas pelas minhas costas. Se Olivia quer ficar então fique. Então sairei com a minha mulher.

_ William? Chamou a sua mãe.

O conde deu de ombros pelos, os chamados da sua mãe.

_ Maria? Chamou ele.

_ Sim, meu filho, o que deseja?

_ Arrume algumas roupas e venha conosco a minha mulher precisará de você.

_ Ela não irá, Will. Maria está aqui para receber as minhas ordens.

_ Que pena mamãe, as suas ordens não serão ouvidas. No entanto, Maria virá comigo.

Não demorou muito para a senhora aparecer na sala com a sua bolsinha de viagem. O garoto saiu de casa, batendo a porta principal. Maldição! Gritou Catarina. A senhora sentou-se para tocar piano. A sala estava triste e a música que soava era melancólico. Olivia se aproximou da senhora e disse: Essa batalha não será fácil, senhora. Eu tirarei William de perto daquela garota, não preciso da sua ajuda. De ajudar-me está me atrapalhando.

_ Não me ameasse, está aqui graças a mim. Não seja dramática, Olivia. Precisará da minha ajuda, queira ou não.

Olivia gargalhou a deixar a senhora sozinha. _ Maldita seja que eu trouxe essa pirralha para cá. Sei qual é o jogo dela, aqui ela não pegará nada que o meu marido deixou.

Faraht levou os seus patrões até o vilarejo. Maria ficou encantado com a beleza da colina. Bela suspirou a sentir o cheiro do verde. Os olhos foram fechados a sentir aquela brisa do dia. Passava do meio-dia, o tempo estava frio com o céu nublado. Will pegou na mão da sua esposa, sentindo a maciez. Inácio estava na área com o seu som ligado, com pressa chamou a sua mulher para anunciar a visitas. Lúcia saiu para avistar quem chegara. Com a humanidade mãe de Bela recebeu Maria de braços abertos. Não demorou muito para Inácio chamar o seu genro para tomar um café forte. _ Bela minha filha traga dois cafés para gente.

_ Sim, papai.

Bela apresentou Maria para a sua mãe. Lúcia pediu que a senhora se acomodasse nas cadeiras humildes da sua cozinha. Maria pediu que Lúcia descansasse que ela poderia fazer as coisas domésticas. Mãe de Bela não aceitou de imediato. Pelas insistências da senhora, Lúcia aceitou. Ela concordou estar exausta pela, a sua gestação. Bela fez o café, levando na bandeja. Inácio pegou a xícara e Will também. A senhorita chamou Maria para um passeio nas colinas. Will preocupado disse:_ Não vá para muito longe, minha esposa.

_ Não se preocupe, voltarei em breve. Prometeu ela.

Inácio disse:_ a minha filha sabe andar aqui de olhos fechados. A sua esposa era muito rebelde, subia nas árvores e a sua mãe morria de preocupação. Lançava o seu arco é flecha por diversão. Para ela tudo se torna divertido. Não sei quando a minha filha irá crescer?

_ Se te responder que a minha esposa está amadurecendo, a minha Bela não é mais a mesma, seu Inácio. Depois que ela casou comigo, se tornou fortemente. Continua ingênua, mas esperta. Às vezes sou arrogante para ver onde se torna o limite da minha mulher. Vejo que o limite dela é de sobra. Até agora ela não me abandonou. Às vezes, quando Bela está triste, luta contra a sua própria raiva e finge que está bem. Porém, preocupo-me, e deixo ela ser livre. A minha mulher nasceu livre.

Inácio sorriu para ele balançando a cabeça em positivo. Na colina. Bela mostrava canto a canto. Olímpio estava fazendo um poço, a cavação era funda que mal dava para ver o senhor. Bela sentou-se no chão para cumprimentá-lo. Maria sentou-se ao lado da sua senhora ouvindo a conversa. _ Soube que casou filha? Como anda o casamento?

_ Está indo bem, tem coisas que eu preciso descobrir. Disse ela.

_ Sobre o quê?

_ Sobre o amor. Respondeu Bela

O senhor gargalhou. _ Não ama o senhor conde? Casou sem amor minha filha?

casei-me por necessidade, olímpio a minha família precisava de ajuda. Então o meu marido era ajuda nobre. Fui morar com ele sem os sintomas do amor. Bela, minha filha, pela forma de falar do conde, não precisa de explicações, você já o ama. Observe o seu marido com mais clareza e assim enxergará o seu amor. Todos aqui tem medo do seu marido, por ele ser frio e arrogante. Todos aqui da cidade chama-o de Fera. Os murmúrios eram grandes quando você Bela casou com o conde.

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Comments

Anasilva

Anasilva

Eita mulher comece logo amar esse homem, kkkk

2023-08-13

3

Anasilva

Anasilva

Relaxa Bela , acho que o seu marido não irá aguentar por muito tempo , não.

2023-08-13

1

Rosária 234 Fonseca

Rosária 234 Fonseca

caraca velho

2023-08-06

1

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