William estava com pressa deixando Bela para trás. Fehrat o segurança disse:_ Senhor, o senhor gostou da garota?
— Sim, Fenhat, a moça é muito bonita. Uma donzela muito desbocada também. Amanhã vá até a casa dos pais dela e peça que venha até a minha casa para um jantar.
— Mas senhor, o que fará?
— Pedir a mão da garota em casamento. Aquela menina aprenderá os modos de uma sociedade monarca.
— Sim, senhor. E se a dona Catarina não permitir?
— Eu não me importo com a opinião da minha mãe. Eu quero aquela mulher!
— Está bem senhor.
O conde Willian entrou em seu carro, apressando o seu motorista para chegar em casa. Naquela manhã estava quente ao calor do meio-dia. William sorriu ao lembrar da garota. _ Que menina mais rebelde. Disse ele. Fehrat ficou feliz ao ver o seu senhor sorrindo pela primeira vez. Ao chegar na mansão. O senhor desceu do carro com pressa. Catarina, sua mãe, tocava piano. Ao ver o seu filho entrando, a senhora parou de tocar imediatamente. — Will?
— Sim, mamãe.
— Onde estava? Sua noiva chegará amanhã na cidade.
— Eu não quero que Olivia venha para cá. Eu não quero me casar com ela.
— William são coisas de família, são um acordo de gerações, meu filho. Olivia é de acordo com você.
— Eu não me importo com esse acordo medíocre. Disse ele revirando os olhos. Eu não amo Olivia. Esteja ciente se essa garota voltar para cá, eu arrumarei uma mulher para casar.
— Não seja arrogante William. Eu não mereço ser tratada desse jeito, sou sua mãe.
— Eu sei que você é minha mãe. Não é necessário lembrar. Deixe subir para o meu quarto, estou atrasado para ir à empresa.
Catarina murmuravam sozinha, pelo comportamento do seu filho. Alfredo, seu pai, morreu há mais de dez anos e ainda sofre com a ausência do seu pai. A senhora se levantou para atender o telefonema do conde da Inglaterra Tomás Bennet terceiro. Catarina com sua voz fina e suavemente. O senhor estava convocado a senhora para um baile em sua corte. Will ia descendo as escadas quando sua mãe informou sobre o baile. William olhou para a sua mãe e disse: _ Eu não irei mamãe, se ele quiser eu abro o espaço da mansão para ele fazer o baile. Para ir para a casa dele eu não irei. Disse ele beijando a testa de Catarina. A senhora ia falar a resposta da viagem. O conde tinha ouvido toda a conversa e disse:_ Não tem problema senhora, caso a senhora decidir vir, mandarei meu chofer buscá-la em sua mansão. Diga William que eu não aceitarei o convite dele. Disse Tomás.
Ao anoitecer, Bela estava jantando em sua casa. O dono da cidade chegou com uma intimação para a família de Bela sair do vilarejo, por não pagar a hipoteca da casa. A garota estava devastada com aquela situação, que começou a ofender o senhor Brown. Achando ruim com os palavreado da moça, o dono puxou Bela pelo braço, levando-a para fora de casa. Todos do vilarejo saiu com os gritos do senhor. Bela, como uma moça ingênua, não parava de chorar. O conde Willian passava por aqueles lados para fazer o convite para família de Bela. Observando aquele tumulto, o conde saiu da UBS com pressa. Se aproximando, ele sussurrou: _ O que está acontecendo aqui?
Bela saiu correndo para perto do William. Rodrigo não parava de ofender a família. Inácio, envergonhado com aquela situação, se aproximou do conde pedindo que o ajudasse. Rodrigo, impedindo que o conde o ajudasse, humilhando ainda mais. Will pediu que Lúcia pudesse fazer um café, para detalhar o assunto. Lúcia estava chocada com aquela situação. Foi fazer o café sem hesitação. Chamando o conde entrar na sua humilde casa. Bela ajeitou o sofá para o homem se acomodar. _ Como se chama? Perguntou Will. Inácio sentou no outro sofá, um pouco incomodado com a sua casa humilde. Pai de Bela respondeu: _ Me chamo Inácio, senhor. Poderia me ajudar, o senhor Rodrigo nos expulsou da nossa casinha.
— Senhor Inácio, por que ele estão expulsando o senhor?
— Senhor ?
— William. Respondeu ele.
— Senhor William, não tivemos muita sorte na venda da colheita este ano, por isso que eu não paguei a hipoteca da casa. Não posso ficar na rua, minha mulher está grávida.
— Vocês não irão sair daqui. Pela ajuda tem um preço.
— Qual senhor?
— A sua filha. Eu quero me casar com Bela.
— Senhor, minha Bela tem 16 anos, é apenas uma menina.
— Eu sei, senhor Inácio. Apenas tocarei em Bela quando fazer os seus 18 anos.
— Bela o que você acha essa oferta? Perguntou William.
— Eu irei senhor, apenas ajude os meus pais. Eu não peço mais nada. Para ajudar os meus pais, eu farei de tudo para protegê-los.
— Quando iremos? Perguntou Bela
— Agora mesmo. Respondeu Will. Fehrat?
— Sim, senhor?
— A senhora Lúcia irá arrumar as malas da garota, ajude-o para colocar no carro.
— Está bem, senhor.
Lúcia estava conformada com aquela oportunidade que sua filha iria ter. A senhora entrou no quarto, pegando algumas roupas que a sua filha tinha. Os farrapos velhos. Inácio estava triste com a partida de Bela. A garota se despediu dos seus pais. _ Visitarei em breve. Disse Bela.
Fehrat abriu a porta para a senhora entrar, em seguida William. O conde estava em silêncio em toda a viagem. Fehrat era um homem falante, não parava de conversar. A garota estava confusa com a ida à cidade. O motorista disse:_ Mocinha está estudando?
— Não, senhor, nunca fui a escola. Não sei ler e não sei escrever.
Will respondeu na escuridão do carro:_ Ensinarei você a ler e a escrever, concorda?
— Sim, gostaria muito senhor.
— Me chame de William. Disse ele.
— Tudo bem. Disse ela. Bela pensou: Como irei viver com um homem frio igual um gelo? Não fala muito, fala pouco. Estou vendo que irei viver um inferno. Deus me ajude. Pensou ela.
O carro estacionou. O motorista desceu, abrindo a porta do carro para a senhora sair. Will saiu logo em seguida esperando a sua futura esposa. _ Essa aqui é a minha casa. Deixe-me corrigir a nossa casa. Disse ele.
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Atualizado até capítulo 100
Comments
Alice Lorrany
ou mais que cara sem noção viu,cada coisa
2024-06-11
2
Maria Santos
Olha só o lorde gostou /Drool/
2024-04-01
1
𝐁𝐨𝐥𝐝 𝐰𝐚𝐫𝐫𝐢𝐨𝐫
comecei a ler agora e já estou amando
2023-12-18
4