Espinhos.

Depois do ocorrido, minha esposa se manteve no quarto, todas as refeições levadas direto na sua cama. Minha avó cuidou dela todos os dias, acarinhado pela mulher.

— O sol está radiante hoje. Que tal um passeio no jardim? — Convidou Andreia, abrindo a ventana para entrar no quarto uma corrente de ar, fresco da manhã.

— A senhora não precisa fazer isso. — A voz depressiva saiu debaixo das cobertas.

Estava passando pelo corredor quando ouvi as duas conversando, por curiosidade, continuei ouvindo escondido, pela fresta da porta entre aberto.

— Fazer, o quê? — Perguntou docemente.

— Cuidar de mim! A senhora não precisa fingir que se importa! — Gritou aborrecida.

Vi a expressão triste no rosto da única nesse lugar tão frio, que é bom. Quis entrar e gritar com a mulher por ser injusta com a pessoa errada. O único que merece esse tratamento sou eu.

— Ora, minha jovem, essa velha mulher não tem  dias de alegria, desde a partida do meu filho e a minha nora. Vendo você nesse quarto, lembrei do meu filho, deixa essa velha senhora cuidar de você para afastar o aborrecimento. — Sentou na beirada da cama com um sorriso meigo.

No entanto, Andreia continuou mostrando ódio, estava a ponto de colocar no seu devido lugar, mas foi parado pelas marcas vermelhas no seu pulso.

— Odeio esse lugar! ODEIO TODOS VOCÊS! — Gritou em desespero, chorando.

Minha avó olhou entristecida para as marcas, pegando um remédio para suavizar a dor.

— Não posso lhe julgar, aqui se perdeu muitas vidas. Um dia quero tacar fogo nessa mansão, apagar todo o sofrimento da minha família. Quem sabe isso os fazem serem mais felizes?

— Por que me obrigaram a se casar com seu neto? Quando ele já tinha alguém no coração e eu também! Me diga, por que tive de passar por aquela noite terrível? — Lágrimas escorre com a falha de sua voz.

— Sei que tem suas razões para o odiar. Sabe, ele ainda é muito jovem, não conhece nada sobre a vida. Não é gracioso, um homem como ele, ser tão inocente?

— Ele não é inocente!— Olhosvqueimando em ódio. — Aquele monstro, não é inocente!

— Se você enxerga de pertinho, vai ver que é um garotinho cujo foi colocado muito pressão em cima.

Ela lhe interrompe.

— Não quero ter nada haver com ele! Se possível for, escolho nunca mais vê-lo na vida. — Irritada se cobre nos lençóis finos magoada. 

Minha avó não insistiu na conversa, mudando rápido de assunto.

— Muito bem. Chega desse assunto, temos um belo jardim para apreciar. — Sorriu.

Ouvir os sentimentos dela foi algo do qual esperava, entretanto, minha alma está inquieta. Castigando minha mente com os gritos e choros dela. Tentei ocupar a mente com pilhas de papéis. Lidando com as documentações das empresas que BENEDICTO cuidou, ficando dias longe de casa. Antes tinha Benedicto para ajudar, mas agora sozinho todo o trabalho depende unicamente de mim.

Não sabia que dependia tanto dele, até o perder.

“ Valeu a pena sacrificar nossa amizade?” Penso que não, porém não sei como consertar meu erro. As dívidas dele foram pagas, poderia usar algo para o trazer de volta à força, todavia só o fará me odiar mais.

Anabela cuida dos últimos ajustes para a nossa mudança, deixei que fizesse o que queria. Essa casa será nosso lugar, entretanto o que será dela?

Olhei pela vidraça da janela vendo minha avó com ela no jardim, as duas parecem se darem bem. Se continuar dessa forma nunca terá espaço para a mulher que amo.

Não quero machucar novamente, contudo terei de mantê-la como um fantasma em nossas vidas, só dessa forma Anabela terá oportunidade.

“Me odeie o quanto quiser, esposa”.

— Senhor, o carro está pronto. — Interrompendo meus pensamentos, chama o segurança.

— Diga para Anabela que ficarei fora por uma temporada.

— Senhor, quanto a sua esposa?

— O que tem ela?

— Não vai deixar nenhum recado?

— Não faça perguntas estúpidas.

Tive de lidar com pequenos grupos que se opuseram contra minha posição. Lidar com os olhos de meu tio em cima de cada movimento, simplesmente está fazendo de tudo para provar que sou um incompetente.

Para eles, o “bolo de cereja” foi Benedicto ter saído, por isso estou indo o trazer de volta antes que seja recrutado por outro. A única maneira dele voltar vai ser utilizando a irmã drogada.

Seu pai morreu assassinado devido às enormes dívidas que fez com vários agiotas diferentes. A mãe foi pega como garantia e acabou morrendo no contêiner de tráfico de escravas sexuais. Na idade de 7 anos, Benedicto teve de cuidar sozinho da irmã, trabalhou nas ruas engraxando sapatos, entrou para pequenos grupos de batedor de carteiras, organizou a porcentagem de cada integrante. Quando meu pai o conheceu, ele era só um garoto magro, sujo, com o olhar feroz de alguém que está sempre sobre a nuvem da morte, preparado para morrer sem nenhum medo no olhar.

Foram várias tentativas para o capturar sem sucesso, tudo por uma única pessoa que lhe importa mais do que a vida: sua irmã, Clarice.

Mesmo lhe dando todo o salário que recebe, a garota sempre se mete em problemas. Conheceu um traficante na porta de sua faculdade, deslumbrado por ele, se apaixonou utilizando drogas pesadas.

Benedicto acabou matando o homem por colocar sua irmã nesse caminho, onde ele sempre tentou lhe proteger. A relação de irmãos entre eles, ficou abalada, ao ponto dela deixar de lhe ouvir se envolvendo em mais problemas.

Vários grupos já teria a matado ou lhe escravizado, todavia seu irmão está encarregando de pagar toda sua dívida.

Até quando ela foi presa por assassinato, ele deu um jeito de colocar uma segurança dentro da prisão que acabou apaixonando por ela.

Foi nesse novo amor que conseguiu a mudança dela. O homem, apesar de corrupto, ama profundamente Clarice. Mas, ele guarda um segredo terrível que pode abalar o emocional dela e a fazer voltar a consumir drogas.

No carro estou dirigindo para a penitenciária da prisão de onde ela será liberta. Sei que ele estará lá para a recolher.

Agora que ela está fora da cadeia, qualquer outro grupo vai querer o ameaçar utilizando sua maior fraqueza. Foi dessa forma que consegui o manter por tanto tempo perto.

Não posso deixar que seja recrutado por outros, ainda mais se este for meu tio que só espera uma oportunidade.

Ele está aqui. Com um belo sorriso esperando sua irmã sair da prisão, do lado do seu namorado com flores. Os dois entram no carro voltando para sua casa, com o namorado dela num ambiente feliz que chega a doer.

Odeio ter que destruir essa felicidade para minha conveniência. Dirigi meu carro de volta e peguei todos os dados do homem que pude, sabendo que vou acabar com essa  felicidade.

Meus homens o arrastaram para um galpão velho, dias após a libertação de Clarice. Amarrado numa cadeira, retirei o pano do seu rosto. Numa tentativa de magoar menos a irmãzinha do meu amigo. 

— Quem são vocês? O que querem comigo?

— Jonathan Farias, brasileiro, 33 anos, ganhou cidadania após enganar uma cidadã Rússia, roubou toda a fortuna da mulher e agora trabalha como agente penitenciário devido perder toda a sua grana em jogos de azar.

— Quem são vocês?

— Cometeu o erro de aproximar da família errada.

Ameacei entregar todas as provas dos crimes que cometeu se não seguir minhas ordens.

— Um dia Deus vai cobrar todas as maldades que está fazendo. — Disse o homem sentindo injustiçado.

Cumprindo o acordo, cortou a relação com Clarice mesmo após Benedicto lhe procurar diversas vezes, implorando para retornar para casa, não o fez.

Clarice o procurou diversas vezes em prantos dizendo o quanto ele significa para ela. Foi quando aproveitei da sua fraqueza, ficando seu amigo lhe oferecendo drogas para espantar suas tristezas.

Levei para a boate mais chique da cidade para se divertir da forma que quiser, vi de perto todas as recaídas que estavam sob controle.

Dessa vez muito pior, utilizou drogas quase pelo dia todo, dopada com várias substâncias além de bebidas fortes. Tentei parar quando tudo estava desmoronando, entrei em contato com o seu amante que recusou lhe ver após se casar com outra mulher.

Destruí a vida dela para aprisionar seu irmão e agora não sei como lhe salvar. Tive de usar minhas conexões com o hospital psiquiátrico, colocando ela num tratamento intensivo contra a vontade.

Benedicto descobriu tudo, que estava por detrás do sofrimento da sua irmã.  Olhar o rosto dele em mágoa faz meu peito dilacerar, olhos puro fogo enraizado no ódio.

Tudo isso por causa dela. A mulher que destruiu toda minha relação, teve dias que não suportei respirar o mesmo ar. Anabela era meu refúgio nesses momentos de ódio, afastando a depressão. 

No caminho para a reunião das empresas, no meio da avenida movimentada, BENEDICTO apareceu com uma arma em punho.

— BORIS! — Gritou.

Seus olhos estavam fundos, roupas desordenadas, na outra mão uma garrafa meio vazia de álcool.

— BORIS! SEU GRANDE MERDA! VOCÊ PROMETEU! — Gritou bêbado cambaleando.

— Desculpa, amigo. Medidas extremas é necessário quando está com o pescoço na corda. — Falei indiferente.

— SEU F.D.P ! COMO PODE FAZER ISSO COM MINHA IRMÃ?— Caminhou na minha direção socando meu rosto.

Aceito ser espancado dado o sofrimento que causei para os irmãos.

— Volte a trabalhar para mim. — Ordeno como se fosse seu dono, vendo uma decepção profundo em seus olhos. 

Ele riu alto, soltando minhas roupas, erquendo  sua arma, mirando na minha cabeça.

— Nunca! 

Pensei que fosse morrer bem ali.

— Então sua irmã morreu hoje! — Disse apreensivo, pois ele está totalmente fora de controle.

— Ela já não foi morta? — Seus olhos estavam mortos, perdendo a sombra do meu amigo de infância. 

— Na... Não.— Abaixei a cabeça. — Ela não está.

A expressão em seus olhos me deixou paralisado por meros segundos antes dele puxar o gatilho. Uma mistura de solidão, raiva, angústia e tristeza parecendo desistir completamente.

Tentei tocar em sua mão para lhe trazer de volta a razão.

— Preciso de você! — Disse implorando para parar com essa loucura.

Apesar da minha tentativa, Benedicto não me olhou com bons olhos, sombra pairou dentro da alma corrompida numa expressão friae vazio. 

— Acabou.

Bam!

Um dos meus homens acertou por trás da  nuca com taco de golfe.

Já não estou lidando com meu melhor amigo, sinto pela sua voz a mudança na personalidade.

— OUTROS IRIAM USAR SUA IRMÃ PARA O FORÇAR TRABALHAR PARA ELES!

Ele rodopiou as pernas no chão fazendo perder o equilíbrio e tombar, pegando pelo meu pescoço me estrangulando. Lutei para sobreviver sentindo o ar deixar meus pulmões.

— Tivesse deixado eles tentarem, pelo menos não doeria tanto quanto ser traído pelo seu melhor amigo. — Forçando o braço contra a garganta num aperto forte. 

— Benedicto acredita em mim, sua irmã ficará bem. Contratei os melhores psicólogos,equipe especializada em casos como o dela! — Tentei afrouxar seu braço, debatendo meus pés para me soltar.

— Disse que não ficaria quieto!

Rapidamente meus homens vieram nos separar, porém, não conseguiram fazer muita coisa.

— BENEDICTO ESTOU COM SUA IRMÃ!

— A IRMÃ QUE VOCÊ MATOU! CLARICE JAMAIS VAI CONSEGUIR SE RECUPERAR, GRAÇAS À VOCÊ!

Por sorte, um dos meus seguranças conseguiu me libertar do enforcamento. 

— BENEDICTO! — Gritei para parar com a loucura.

Virando um  tiroteio no meio de uma avenida movimentada. Benedicto não se importou com as pessoas em volta, atirando contra meus homens sobre as vítimas que assustadas se escondem utilizando seus carros.

Ele tranquilamente caminha com a arma trocando as mãos, atrás de minha vida.

— BENEDICTO, NÃO SE IMPORTA COM A VIDA DA SUA IRMÃ?

— VOCÊ ESTRAGOU TUDO!

— PARE PELO AMOR DE DEUS! NÃO QUERO TE MATAR! 

— Você causou isso.

A polícia estava perto do local para o deter, grito implorando para parar, tentando o fazer recordar da vida da amada irmã. Nada do que disse faz diferença para ele,  cego pelo ódio, determinado matar.

Imploro diversas vezes, no entanto, chuva de balas vinham na minha  direção sem parar. Policiais cobriram toda a área, ordenando que parasse, ele ria como louco, parece estar sendo conduzido por alguma identidade maligna.

Grito mplorando para não atirarem, deixar o convencer, foi inútil. Os polícias atiraram contra seu corpo, tive de ver meu melhor amigo morrer diante dos meus olhos, por simplesmente não conseguir deixá-lo livre.

Corro e peguo seu corpo chorando, gritando para o corpo de bombeiro lhe salvar. Benedicto agarrou minhas roupas sussurrando seu ódio por mim.

— Me perdoe, irmão. Me perdoe.

— Te odeio, Boris.

O grande empresário, novo chefe da família, abraçado com o corpo chorando, é a manchete que os fofoqueiros de plantão espera pra acabar comigo. 

As manchetes cobre várias páginas dos jornais, os noticiários passam toda hora as imagens tiradas da internet. Meu avô quando recebe a notícia sofre um ataque cardíaco parando no hospital.

Os dias após essa tragédia foram nublados, trancado na solidão abraçado com o luto. 

Anabela havia viajado ao trabalho, sem saber nada do que está acontecendo. 

Minha avó estava ficando doente por ter idade avançada e permanecer por tanto tempo no hospital vigiando seu marido.

Andreia gentilmente cuidou para que as empresas não caíssem. Assumiu o comando do meu posto, retirou do ar todas as imagens do ocorrido, conseguiu acalmar os sócios.

Por minha avó permaneceu cuidando do meu avô durante suas poucas horas vagas. Para mim, que estava confinado na escuridão, abriu as janelas do quarto entrando ar fresco no local, ordenou aos empregados que me mantivessem limpo e bem alimentado.

Gritei e lhe ameacei, todos ignoraram minhas ordens. Perdi vários dias discutindo com todos, até um dia ela adentrar com o rosto molhado em lágrimas.

— Precisa vir comigo.

Odeio ver suas lágrimas e me irritei com todas as suas audácias, levantei minha mão acertando o tapa forte em seu rosto.

— Saia, se não quiser apanhar.

Ela me olhou com tanto ódio que senti minha espinha gelar, lembrando do rosto de BENEDICTO antes das balas lhe perfurar. 

— Precisa vir, não seja infantil.

Neguei a segui-la, ordenando sua saída. Trancado no quarto, somente recebendo ligações da minha amada mulher. Falamos pelo telefone o tempo todo.

“ Sinto sua falta”.

“ Eu também “.

“ Quando vai voltar?”

“Daqui a três meses, me perdoe, amor. Por não estar com você.”

“ Volte logo”

Ela era meu refúgio no meio do poço sombrio que estou. Andreia não voltou ao meu quarto depois da agressão que fiz. Três meses e pude ficar tranquilo no meu quarto.

Ao ligar a televisão numa manhã, passa notícias da nova presidente assumindo o cargo no lugar do seu marido. Lá estava minha esposa, bem vestida, num vestido preto, toda elegante, entrando pela porta principal do meu escritório. O mundo inteiro estava curioso pela mulher que mantinha os negócios funcionando perguntando o que ocorreu com o chefe da casa.

Desliguei e fui tomar banho para receber minha querida mulher. Depois de tanto tempo na solidão, sai do quarto e foi pegar as chaves do carro. Minha avó não estava presente, entro no escritório do velho, também vazio.

Paro um dos empregados perguntando onde o velho está internado, ele me olhou com espanto desviando o olhar.

— O mestre morreu há três meses.

O sacudi em apavoramento.

— Que tipo de brincadeira é essa?

O homem assustado pediu para ser solto, meu segurança de longa data veio explicar o ocorrido. Os médicos fizeram o que puderam para o manter com vida, todavia numa madrugada seu coração parou de bater. Ao receber a notícia, minha avó ficou em choque, teve de ser sedada e monitorada.

Meu tio tentou pegar toda a herança, forçando Andreia lutar pelas propriedades em nome da senhora.

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Comments

Souza França

Souza França

esse homem com a birra dele causou um inferno na vida das pessoas ao seu redor!!!

2024-10-20

1

Flor De Liz Soares Souza

Flor De Liz Soares Souza

Que demônio tomara que morra da pior forma possível

2024-07-25

2

Fbiana De Santos

Fbiana De Santos

cara nojento burro escroto monstro tomara que morra seja traído

2024-06-24

3

Ver todos
Capítulos
1 A Proposta
2 Encontro forçado
3 Como pode fazer isso comigo?
4 Espinhos.
5 Objeto
6 Você vai pagar.
7 Obsessão
8 Maldito
9 Grávida
10 Irreparável
11 O fim de um pesadelo.
12 O verdadeiro começo. Versão Andreia.
13 Renascer. Versão Boris.
14 Isso não é o começo.
15 Por sua culpa
16 Nunca mais. Versão Andreia.
17 parte1: Como posso obter perdão?
18 Parte dois: Como posso obter seu perdão?
19 Acordo
20 Inverno
21 parte dois: Inverno
22 Verão chegando
23 Fogo
24 Versão Andreia: Flores escuras.
25 Cachorro.
26 Maltrato?
27 nem pensar
28 Profundo. ( Versão Andreia)
29 Seguindo.
30 Por sobrevivência (Relatos de Anabela.)
31 Poeira.
32 Afundar
33 Versão Andreia: Resgate ( parte um)
34 Versão Andreia: Resgate ( parte dois)
35 Mentiras
36 Golpe em cima de golpe.
37 Sentimentos ocultos.
38 Caminho.
39 Horário de atualização
40 Esse não é o meu lugar.
41 Anúncio
42 A força.
43 Por mim?
44 Longe de todos.
45 Já chega.
46 Três vezes
47 Basta.
48 Anúncio
49 Prisão
50 Livre
51 Redenção ( parte 1)
52 redenção ( parte dois) perspectiva de Andreia.
53 Redenção parte final
54 Primavera gelada.
55 Punhaladas ( parte 1)
56 Punhaladas ( parte 2)
57 Quebrado ( parte 1)
58 Quebrado ( parte 2)
59 vamos para casa.
60 Para longe
61 Novo lar
62 Gêmeos.
63 Final.
64 Indicação de leitura e agradecimentos.
Capítulos

Atualizado até capítulo 64

1
A Proposta
2
Encontro forçado
3
Como pode fazer isso comigo?
4
Espinhos.
5
Objeto
6
Você vai pagar.
7
Obsessão
8
Maldito
9
Grávida
10
Irreparável
11
O fim de um pesadelo.
12
O verdadeiro começo. Versão Andreia.
13
Renascer. Versão Boris.
14
Isso não é o começo.
15
Por sua culpa
16
Nunca mais. Versão Andreia.
17
parte1: Como posso obter perdão?
18
Parte dois: Como posso obter seu perdão?
19
Acordo
20
Inverno
21
parte dois: Inverno
22
Verão chegando
23
Fogo
24
Versão Andreia: Flores escuras.
25
Cachorro.
26
Maltrato?
27
nem pensar
28
Profundo. ( Versão Andreia)
29
Seguindo.
30
Por sobrevivência (Relatos de Anabela.)
31
Poeira.
32
Afundar
33
Versão Andreia: Resgate ( parte um)
34
Versão Andreia: Resgate ( parte dois)
35
Mentiras
36
Golpe em cima de golpe.
37
Sentimentos ocultos.
38
Caminho.
39
Horário de atualização
40
Esse não é o meu lugar.
41
Anúncio
42
A força.
43
Por mim?
44
Longe de todos.
45
Já chega.
46
Três vezes
47
Basta.
48
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49
Prisão
50
Livre
51
Redenção ( parte 1)
52
redenção ( parte dois) perspectiva de Andreia.
53
Redenção parte final
54
Primavera gelada.
55
Punhaladas ( parte 1)
56
Punhaladas ( parte 2)
57
Quebrado ( parte 1)
58
Quebrado ( parte 2)
59
vamos para casa.
60
Para longe
61
Novo lar
62
Gêmeos.
63
Final.
64
Indicação de leitura e agradecimentos.

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