"HENRY"
Saio do hotel com os endereços todos da senhorita Silva e começo a procurar.
Avisto-a de longe. Não tem jeito de ser uma filhinha mimada. Veste roupas de uma verdadeira CEO, toda comportada e elegante.
Isso chama a minha atenção. Gosto de mulheres que têm bom gosto. Ela não deixa a desejar nesse aspecto.
Sigo-a com certa distância e vou anotando os lugares que ela mais frequenta. Volto para o hotel e começo a planejar cada passo que darei.
Ligo para minha equipe para saber se ela saiu ou algo assim. Eles informam que ela deixou sua casa e está em frente à casa de uma amiga que não abriu a porta para ela. Ela está sentada na calçada.
Peço para eles não se aproximarem, mas para mantê-la protegida e me manterem informado.
Deito-me na cama e durmo. Acordo com o celular tocando. A amiga dela abriu a porta e as duas saíram. Elas começam a relatar cada passo que ela dá, incluindo a situação com o marido na porta de um comércio.
Dentro da empresa, eles não entram. Então, eles esperam do lado de fora. Não demora muito até que eles me alertam que ela sai com a amiga novamente. As duas parecem estar brigando; ela está xingando o marido.
Ainda não é a hora de eu a pegar. Preciso que ela esteja sozinha. Pelo que entendi, essa amiga dela é falsa e provavelmente vai querer entregá-la a mim.
Portanto, vou esperar o momento certo para pegá-la sozinha.
O dia passa e meus soldados informam que elas entraram em uma casa de show.
Parece que a advogada gosta de beber, pois ela passa o tempo todo lá. Fico vigiando pela tela do computador. Quando ela sai da casa de show, está acompanhada por um homem. Eles entram no carro dele.
Dizem que chifre trocado não dói. Ela deve estar retribuindo o que recebe dele.
Não quero que meus homens atrapalhem a diversão deles. Peço para eles não interferirem, apenas para ficarem de olho nela e verem se algo acontece.
A noite passa. Vou dormir enquanto eles ficam dentro do carro. Mais uma vez, sou acordado. Desta vez, eles relatam que ela estava brigando com a amiga e foi levada por um carro preto.
Peço para eles seguirem o carro, mas eles dizem que tentaram e perderam o carro entre as vias.
Levanto-me da cama, enfurecido. Pensei que tivesse trazido os melhores soldados, mas me enganei com esse bando de incompetentes.
Vou até onde eles estão e começo a procurá-los pelas redondezas.
Passamos o dia e a noite, mas não encontramos nada delas.
Durante três dias, nossas buscas por ela não param. Até que um dos meus soldados revela que encontrou um galpão velho. O carro que a levou está estacionado ali.
Vamos rapidamente e chegamos lá causando tumulto, fazendo barulho, atirando para mostrar que estamos atacando.
Entro no galpão, mas só encontro uma mulher toda ensanguentada em cima de uma maca de hospital.
Aproximo-me e mal posso acreditar. É ela. Ela está aqui, e fizeram isso com ela.
Não penso duas vezes. Pego-a no colo. Ela está ofegante. O cheiro de vinagre misturado com sangue embrulha meu estômago. Tento não respirar pelo nariz, mas estou quase vomitando.
A levo para o meu carro. Cubro-a totalmente e peço para um dos meus soldados pagar a conta do hotel e comprar um lençol. Ele faz isso, sobe para o meu quarto, pega minhas coisas e traz o lençol.
Cuido dela da melhor forma possível enquanto a levo para o nosso jatinho.
Espero que ela sobreviva até chegar à minha casa, onde tenho uma ala hospitalar. Não vou levá-la a um hospital público. Quem começou a fazer isso obviamente não queria que ela sobrevivesse.
Percebo que ela tem dificuldades para respirar, mas a ajudo virando-a de posição. Às vezes, vejo que ela abre os olhos e olha para mim, mas não demonstra expressão. Parece que ela abre os olhos apenas por abrir.
Chegamos à pista de pouso e a levo para o jatinho, direto para a cama que está ali.
Ligo para o médico e digo para ele chamar todos os especialistas que puderem e irem para minha casa, pois estou chegando com uma pessoa toda machucada, mas viva.
O jatinho decola sem demora, e eu fico com ela, conversando com ela, dizendo palavras de encorajamento. Vejo suas expressões mudarem rapidamente: às vezes ela parece feliz, outras vezes triste. Ela abre e fecha os olhos alternadamente.
Chegamos à Bolívia, e eu vou apressadamente para o carro. Digo ao motorista para acelerar. Não a deixo sozinha por um minuto. Sinto que ela está lutando para sobreviver, e farei de tudo para que isso aconteça.
Quando chegamos lá, os médicos já estão preparados. Eles a levam rapidamente para a ala hospitalar, e eu a acompanho.
Realizamos a higienização e entro com ela. Fico a certa distância enquanto o médico explica os procedimentos que serão realizados nela. Observo atentamente.
Chamo um cirurgião plástico. Digo a ele que quero que ela fique totalmente recuperada, sem nenhuma cicatriz.
Ele sorri nervosamente para mim, mas se não quiser que eu manche sua reputação, espero que ele faça tudo certo.
Quero ela inteira. Ela terá sua vingança, e será com suas próprias mãos.
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Atualizado até capítulo 101
Comments
Imaculada Nova Messias
é lógico que você não está fazendo tudo pra salvar bianca Henry só por querer vingar do pai canalha dela pra mim tem sentimentos por bianca mas isto é outra conversa 😎🥰
2025-02-22
2
Imaculada Nova Messias
ha Henry você é um autêntico mafioso bravo arrogante mas com a bianca tá sendo um homem de verdade cavalheiro educado protetor justo e gentil 😎❤
2025-02-22
0
Rosa
Ela já roubou seu coração e de brinde te ajudará a vingar de todos que a fizeram tanto mal.
2025-02-26
0