"Estou indo embora é nunca vou saber que gosto tem..."
Luana olhou para o chão e respirou fundo.
— Está tudo bem? — Perguntou Antônio ao perceber a dificuldade da jovem em falar.
Luana olhou para o lado é colocou as mãos na cintura. — Sim, eu gostaria de pedir desculpas por tudo
— Eu também deveria já que fiz acusações falsas... — constatou Antônio olhando para o lado.
— Não se preocupe com isso... eu errei
— Eu fiz acusações horríveis, quando a senhorita apenas quis ajudar a amiga — Antônio disse passando as mãos aparentemente trêmulas sobre o rosto.
— Deveria ter contado a verdade, mas fiquei com medo. — Disse devagar Luana olhando para a camisola branca é sentiu-se envergonhada, por tudo até seus pensamentos.
O advogado encarou a preceptora observando o seus mais pequenos movimentos. — Sabes que pode confiar em mim?
— Agradecida
Antônio balanço a cabeça — Não precisa...
— Também por... — Luana hesitou quando seu olhar parou sobre o patrão, cujo o olhar negro brilhava sob a meia luz do lampião a mesma olhou para a mesa ao notar o seus pensamentos é contínuo. — Por ter falado com o senhor Clóvis
— Como sabe? — Ele perguntou rápido, surpreso.
— Clotilde comentou.
— A srta. deveria ter contado a verdade
— Eu não quereria causa problemas
Antônio levantou as mãos para cima é arfou.— Não percebes que só quero o teu bem?
— Agradecida
— Pelo céus! Não agradeça. — Disse ele levando-se é ficando de costas para jovem apoiando-se na janela.
— Desculpe-me
— Não me trate assim — Antônio retrucou de forma baixa encarando o escuro a sua frente é aquele vento frio o fazia tremer, mas não mais que a presença da preceptora.
— Assim como?
— Como se fosse minha serva — Antônio rosnou com raiva de si mesmo.
— Mas eu sou sua — Disse Luana rápido
— Minha? — Sussurrou o homem virando-se na direção da mulher com o olhar fixo nela.
— O senhor... — Sussurrou Luana dando-se conta de como havia soado suas palavras.
O advogado andou devagar na direção da preceptora. — Eu aceitaria de bom grando... — Sua voz saiu baixa, mas carrega de sentimentos.
— O que senhor? — Luana sussurrou mais baixou ainda dando um passo para trás, mas suas costas bateram na mesa.
Antônio encurralou a preceptora é sussurrou. — Que fosse minha...
Quando aquelas palavras cercaram Luana a jovem segurou forte na mesa para não cair, é aquelas borboletas voltaram mais fortes que nunca, como se quisessem sair de uma vez. A jovem desviou o olhar é disse envergonhada. — Sr. Antônio...
— Pare de chamar de senhor por favor eu...
Luana falou rápido sem olhar para o homem. — Não é de bom tom
— E o que? te ver indo embora sabe se lá para onde... eu só quero que você seja minha... — Antônio deu um passo para trás com o rosto vermelho que poderia ser visto até sob a luz da lua. — Eu... meu Deus! O que estou falando... mil perdões eu não estou a pensar direito... eu desculpe-me, senhorita eu, vou subir — Antônio tropeçou nas próprias palavras é começou a andar sem olhar para trás.
Luana soltou um suspirou alto que fez Antônio virar-se novamente em sua direção. — Eu gostaria...— Disse ela.
— O que disse? — Antônio sussurrou voltando ao encontro da preceptora.
— Eu gostaria de fica, mas não posso deixá-la...eu
O advogado parou em frente a mulher.— Ficaria mesmo, mas pelo emprego?
— Também... — Sussurrou Luana com o pobre coração acelerado.
— Também? — Ele falou baixo com a ansiedade transbordando é o coração a galope.
— Pelo... — Luana sorriu envergonhada.
— Luana... — Antônio disse aproximando-se ainda mais.
Luana o olhou para os pés do homem tão próximos dos seus, é sentiu medo de olhá-lo nos olhos, mas sussurrou — Pelo Senhor... Antônio...
Foi o suficiente para Antônio, sorrir é repousar sua mão trêmula sobre a de Luana, é aproximou-se tão rápido, que antes que a preceptora percebesse não havia mais espaço entre as suas bocas, a mesma ficou parada sem saber o que fazer, enquanto sentia o calor daqueles lábios macios pressionado os seus.
Foi apenas mísero segundos, mas para Luana foi uma eternidade, de olhos ainda abertos ela observou o rosto do patrão se afastar. O rosto dele, aquele rosto parecia mais belo de perto, cada detalhe daquele rosto escarlate, é aqueles lindos olhos negros ainda fechados aquela respiração tão pesada, até parecia que ele iria cair, mas ele já tinha caído nos encantos de preceptora.
Era real, tinha calor é um gosto salgado...
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Atualizado até capítulo 62
Comments
Ana Silva
Estou amando esses dois ❤️❤️❤️
2024-08-04
1
Marta Mendes
Continua autora😉
2023-06-01
3
Marta Mendes
Amando a história!! Antônio e Luana tem que ficar juntos ❤️❤️
2023-06-01
1