Antes da primeira aula com Maria, Ana fez questão de mostrar a casa para Luana que era enorme, havia uma sala encantadora espaçosa com uma escada que levava aos quartos, no topo haviam duas janelas, tapetes enormes embaixo é algumas pinturas, era luxuosa.
Acima no corredor ficavam cinco quartos.
— Esse é do senhor Antônio é esse de Maria, os outros dois são apenas para visitas... É o outro não se é permitido entrar! — explicou Ana.
— Certo! — Luana falou, mas não deixou de ficar um pouco curiosa... " Não se pode entrar! qual o segredo?"
— Senhorita Oliveira, não esqueça assim que terminar a aula com a menina Maria desça, não entre em nenhum dos quatro se não for ordenando... É o mais importante não ande perambulando no meio da noite, senhor Antônio odeia isso. — Falou a mulher sem graça de ter que dar ordens para a preceptora.
— Não se preocupe, senhora Ana entendi perfeitamente
— Não precisa chamar-me de senhora — falou a mulher olhando para o chão.
— Mas a senhora, me chama de senhorita, se deixar de chamar-me assim eu também a deixo — Falou Luana com um sorrisinho. No fundo, a jovem sabia o porquê da submissão de Ana, as coisas eram tão difíceis para mulheres, ainda mais negras.
— Mas senhorita...
— Ótimo, então ficamos assim
— A senhorita que sabe — a mulher falou com um sorrisinho sem graça, é logo após bateu na porta de Maria — Senhorita Maria?
— Sim?
— Senhorita Oliveira chegou
— Maravilha entrem, a senhora Ana também — A garota falou entusiasmada, escancarado a porta do quarto.
— O que aconteceu?
— E para ficar de testemunha — falou a garota é ficou de frente para Luana — Senhorita Luana perdão por quase a ter achatado, por favor me perdoe...
Luana deu um sorrisinho cruzando os braços.
— Desculpo, mas prometa que isso não irá repetir-se
— Sim, eu prometo! — a garota falou com os dedos cruzados atrás das costas.
— Então, vamos começar a nossa primeira aula?
— Sim, senhorita Luana
A primeira aula foi calma Maria era inteligente é respondeu todas as perguntas de Luana. A tia havia deixado um caderno com as lições da garota é o suas dificuldades é seus progressos.
— Parabéns senhorita Luana é uma ótima preceptora — falou Maria.
— Obrigada, a senhorita também é uma ótima aluna — Luana pensou "O que está criança está a aprontar?"
— Obrigada!
...♡♡ ♡♡...
Antônio havia passado a tarde resolvendo questões do trabalho em seu escritório no centro da cidade cujo dividia com seu primo Constantino.
— Então como foi?
— Normal antes da primeira aula Maria caiu de cima da árvore em cima da preceptora— sibilou Antônio.
— Deverás? — perguntou com um sorriso, um homem alto de terno, bem afeiçoado, de cabelos negros é olhos castanhos. Chamado Constantino.
— Claro, não conhece Maria?
— Sim ela é uma mocinha muito... impulsiva
— Impulsiva é um elogio eu não sei o que faço com ela, Marina saberia... — Antônio sussurrou a última frase é suspirou lembrando da falecida esposa.
— Ela é uma criança por isso é assim, mas quando crescer se comportará como uma dama — constatou o primo.
— Sempre a protegendo é por isso que ela gosta de você
— Sim, meu trabalho é mimar
— E o meu educar...
— E a preceptora? — perguntou Constantino.
— O que tem? — perguntou Antônio incomodando.
— Parece com a tia?
— Não ela é diferente
— Menos bonita?
— Constantino! — exclamou o advogado.
— O que foi todos sabem que a senhorita Bárbara é uma mulher belíssima
— A senhorita Luana é bela, mas não tem os cabelos vermelhos como os da tia, nem os olhos azuis os dela são... brilhantes é castanhos, meigos... — Antônio falou lembrando de quando aproximou-se dela é viu o seu olhar envergonhado de perto.
— E você conseguiu observar tudo isso de perto suponho... — falou com um sorrisinho Constantino.
— Não pense besteiras, a senhorita caiu por o episódio de Maria é eu a ajudei! — exclamou Antônio.
— Ah sim! entendi... quer dizer que ela é mais bela que a tia? não vejo a hora de conhecê-la
— Não se atreva, ela é preceptora da minha filha mantenha-se em distância!
— Céus! não se irrite estava apenas brincando
— Melhor assim, sabe como é difícil achar uma preceptora?
— Não, não posso nem imaginar. — O homem falou com um sorriso.
Antônio lançou um olhar mortal sobre ele.
— Até parece que todas mulheres caem nos seus encantos...
— Ei, eu não sou nenhum aproveitador! — retrucou o primo.
— Ainda bem, continue assim...
...▪︎●○•°•●○▪︎...
Logo caiu a noite é Antônio, chegou em casa junto com ela, Luana estava na janela é o viu descendo da carruagem terno preto é uma maleta na mão é um semblante sério.
" Como sempre, ele parece sempre sério preocupado talvez? deve ser difícil cuidar de uma filha sendo viúvo..."
Luana quase teve um infarto quando Antônio olhou em sua direção é a viu o observando.
" Meu Deus!"
Luana abaixo o olhar depressa é apressou o passo em direção da cozinha.
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Atualizado até capítulo 62
Comments
Rey Pillar
Ousado kkk
2023-12-03
0
Rey Pillar
Falsa kkk /Facepalm/
2023-12-03
0
Rey Pillar
interessante /CoolGuy/
2023-12-03
0