Conflito!

Luana girou na direção na direção dos dois com os punhos serrados é semblante irritado é soletrou.

— Mimada!

Antônio instantaneamente abriu a boca perplexo.

— Papai olha o que ela disse! — exclamou Maria.

— Senhorita Luana o seu trabalho é ensinar minha filha não ofendê-la! — sibilou o homem.

— Decerto que sim, mas também não é aceitar humilhações estou educando uma futura dama

— Eu já sou uma dama

— Uma dama grita é derrama tinta na preceptora? — Luana apontou para a mancha no vestido.

— Maria — sussurrou Antônio com a mão no rosto.

— Não foi eu papai

— E certamente uma dama também não trama para acusar um inocente! — Luana falou é estendeu um pequeno pedaço de papel na direção do patrão.

— O que é isso? — perguntou Antônio pegando o papel hesitante.

— No meio da noite alguém colocou isso na minha porta

Antônio leu é levantou um olhar sério é sibilou com desgosto. — Está acusado minha filha?

— Somos seis dormindo sob o mesmo teto.— Luana olhou ao redor com as palmas da mão para cima.— Foi um de nós, é se foi... porque?

— Mesmo que fosse algum de nós o que eu duvido muito, quem em sã consciência atenderia um chamo destes, sem saber quem é? — o homem falou amassando o papel é o jogou aos pés de Luana.

— Eu errei, mas...

— Desculpe senhorita Luana, mas não de bom tom uma moça fazer uma coisa destas. — interrompeu Leonor.

— Antes que me julguem, sim eu tentei ir ao jardim — Luana passou as mãos agora trêmulas em cima do vestido. — Não não pensando que seria um rapaz, mais cedo naquele dia recebi uma carta de uma amiga estava com um problema com os pais é por um momento achei que fosse ela...

— Senhorita Luana porque não pediu para que alguém a acompanhasse? — interveio Ana.

— Todos estavam dormindo. É foi ai que eu percebi que todas as portas estavam fechadas como alguém de fora poderia entrar...

— Não havia ninguém do lado de fora. — Afirmou Raul.

— E eu mesma que olhei tudinho estava fechado! — disse Ana.

— Então, antes que me esqueça essa é a carta que recebi o senhor pode ler é ver a data. — Luana estendeu a carta para Antônio que apenas a olhou sem expressões. — E comparar a caligrafia que são deveras parecidas, menos o papel que somente uma pessoa aqui possui do mesmo... — As mãos de Luana tremiam cada vez mais, como se o olhar de Antônio pesasse sobre ela.

— Muito bem, não será preciso ver nada, as regras permanecem as mesmas não saíam a noite. — Falou Antônio dando um olhar de desprezo para a preceptora é virou-se.

— Sim senhor

— Maria, venha comigo!

— Sim, papai.

Quando os dois saíram Luana soltou um suspirou que nem sabia que estava preso.

— Por nossa senhora, por um momento achei que o patrão fosse a mandar embora! — exclamou Ana.

— Eu também, quando a senhorita disse Mimada eu achei que o patrão fosse ter um piripaque! — Falou Leonor com um sorrisinho.

— Deixem só o senhor Antônio voltar é ouvir isso! — disparou Raul.

— Credo! que o senhor nos livre! — Exclamou Ana fazendo o sinal da cruz.

— Pois bem, tomem cuidado com a língua — O homem falou é logo afastou-se.

— Sempre fiel ao patrão

— Acontece que o seu Raul conhece o senhor Antônio desde que ele nasceu ele sempre trabalhou para a família dele. — Comentou Ana.

— Então faz muito tempo? — perguntou baixo Leonor.

— Muito

— Senhora Ana, já a estava trabalhar aqui antes da morte da mãe de Maria?

— Sim, eu a conheci foi ela mesma que me contratou.

— Como ela era?

— Uma formosura, um rosto delicado que Maria herdou, era uma boa pessoa.

— O melhor sempre morre primeiro...— sussurrou Luana.

— O que disse Luana? — perguntou Leonor.

— Nada não, eu acho melhor me retirar o patrão pode ficar mais bravo se me ver perambulando por aqui, até!

— Até Luana.

A jovem cominhou até o quarto remoendo o que havia feito é falado, nem a mesma sabia como havia sido capaz de falar tais coisas, agora poderia estar no olho da rua.

" E se o patrão ainda for me mandar embora? céus o que eu fiz? quebrei a regra da tia Bárbara não mexer com a garota, mas ela mexeu comigo... como pode alguém tão pequena armar uma coisa destas... que garotinha atentada! vou acabar perdendo o teto sob a minha cabeça por causa dela."

Luana passou o resto da manhã no quarto não saiu nem para almoçar, mas no jantar ela não pode deixar de comparecer estava faminta.

A jovem tinha uma missão passar pelo corredor é ir até a cozinha sem ser vista pelo patrão, ela estava a pensar que se não a visse esqueceria depressa o ocorrido.

" Se os olhos dele não me virem ele não irá lembrar do que disse!"

A jovem sorriu quando chegou a cozinha sem esbarrar com ninguém, é logo viu Ana de costas preparando algo no fogo.

— Boa noite, senhora Ana

— Boa noite, Luana sente-se quer comer?

— Sim, obrigada.

Luana aproveitou que só havia ela é o pequeno Bento na mesa é os dois famintos abocanharam a comida.

— Ei os dois calma a comida não vai fugir... — Falou Ana com um sorriso.

— Eu já não tenho certeza — Falou Luana.

— E porque está muito boa mamãe...

— Com certeza, está divina — Luana falou segurando um pedaço de pão é logo em seguida o devorou.

— Que bom que está gostando, senhorita Luana talvez seja sua última refeição...— Falou aquela voz recém-chegada em um tom calmo, que fez Luana arregalar os olhos é se engasgar.

— Ave Maria! — Exclamou Ana olhando para a preceptora mudar de cor rapidamente. — Socorre senhor Antônio!

— Eu não sou médico... — Antônio sussurrou perplexo vendo a situação da jovem é por momento sentiu-se culpado por chegar de mansinho é tê-la assustado.

— Senhor Antônio, ela vai morrer!

O grito de desespero de Ana fez Antônio acordar é desesperadamente agarrar Luana pela cintura.

♥︎

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Comments

Rey Pillar

Rey Pillar

Gente, passada kkk

2023-12-03

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