Ivan mal havia dormido naquela noite, quando os primeiros raios de sol invadiram as frestas da janela de seu quarto se levantou da cama caminhando até o banheiro, no box tomou um banho rápido, escolheu no closet um de seus melhores ternos, de sua cabeça não saia os acontecimentos da noite anterior ao lado de Lucrecia, queria vê-la mesmo sem saber o que diria quando seus olhares se encontrassem.
—Bom dia patrão, quer que eu sirva o café?
— Não Cora, estou atrasado, pode chamar a Lucrecia por favor, deve ter pedido a hora.
— Perdeu não senhor patrão, ela saiu logo bem cedinho.
Ivan olhou preocupado para Cora.
— Falou onde ia?
Se levantou da mesa se pondo de pé.
— Disse que ia para o trabalho andando, não queria incomoda-lo.
Ivan Vestiu depressa seu paletó, saiu em direção a garagem fez todo caminho até o Cassino mais de uma vez na intenção de encontrá-la mais sem sucesso, quando chegou ao escritório foi direto para sua sala assim que abriu a porta pôde respirar aliviado, sentada em frente a um dos computadores ela redigia alguns contratos a pedido de Fred.
— Por que não me esperou para que viesse-mos juntos?
A voz rouca estava mais grave que de costume.
— Não queria incomodar.
Respondeu seca se levantando da mesa com um bloco grande de folhas A 4 nas mãos.
— Com licença Senhor.
Falou de forma gentil porém dolorosamente fria o que tirou Ivan completamente dos trilhos, o homem andou até a sala de Fred irritado.
— Qual o problema?
Perguntou ao ver Ivan se jogar no sofá encarando o teto.
— A vida é sempre uma merda ou é a minha que está sempre em declino? é só ladeira abaixo.
— Me deixe adivinhar, problemas com a Lucrecia?
— Ela não sai da minha cabeça Fred,vou acabar enlouquecendo e não vai demorar muito.
— O mês está só começando meu amigo, guarde um pouco dessa empolgação para os 29 dias restantes.
Olhou para o relógio depois para Fred.
— Porra, que dia é hoje?
— Dia primeiro, até meia noite eu acho.
Sorriu brincalhão.
— Mais que merda, esqueci que a Penélope chega. hoje.
— O que o crâniozinho dos Vitorinos veem fazer em Boston?
— Não acha que vocês estão meio velhos para ficar implicando um com outro? no mais não adianta fingir que a odeia, eu sei de toda história lembra?
Ivan sorriu.
— Penélope é incrível, a melhor na área dela, é dona de uma das melhores e maiores empresas de marketing do mercado, vai nos ajudar com o projeto de divulgação do cassino na França.
— Para mim continua a mesma garota chorona e mimada da faculdade, o que tinha de esquisita com aqueles óculos fundo de garrafa tinha de chata.
— Se ficar de implicância com ela vai acabar sendo castrado pelo Laert e o Donatello, aqueles dois são malucos e isso se multiplica quando se diz respeito as filhas, se a algo que ninguém pode negar é que os Vitorinos cuidam do que pertencem a eles.
— Fique tranquilo, pretendo manter distância daquela peste, ela já me traumatizou o suficiente por uma década, jamais me esquecerei daquele patinho feio.
Encarou os papéis sobre mesa, Ivan revirou os olhos em reprovação.
— Vou buscá-la no Aeroporto quer vir comigo?
— Deixe me pensar....Sua proposta é tentadora mais terei que recusar.
Fez graça, Ivan riu alto saindo em seguida.
— Preciso que me acompanhe a um lugar.
Se aproximou de Lucrecia se escorando em sua mesa, as duas mãos tocavam o móvel enquanto se inclinou o suficiente para encara-la.
— Sim senhor.
Ela se pos de pé interrompendo o contato, juntos Caminharam até o estacionamento, Ivan abriu a porta para que ela entrasse, Lucrécia sequer o olhava o que o estava incomodando, já irritado ele bateu contra o volante.
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Atualizado até capítulo 69
Comments
Fatima Vieira
virgem ainda o marido não conseguia tocar nela só espancava coitada
2025-03-11
1
Nilzete Amorim
mais o marido não tinha tezão kkk
2024-09-19
1
Maiza Leite
Rejeição é fogo
2024-09-12
0