Lucrecia esperava por Ivan sentada ao bar do cassino, o lugar estava lotado a muito tempo não ficava exposta daquela forma.
— Senhorita, seu drink.
Um dos garçons se aproximou com uma bebida nas mãos.
— Deve ser um engano, não pedi nenhuma bebida.
— É uma cortesia de Mark Vilasto.
Lucrecia olhou imediatamente para trás, escorado a uma das máquinas caça-níqueis estava o homem a encara-la assustadoramente.
— Por favor, diga a ele que agradeço mais não posso aceitar, estou em serviço, o senhor Ivan pode precisar de mim.
O garçom assentiu caminhando de volta ao bar com a bandeja nas mãos o que não agradou nenhum pouco o segurança, Mark andou até ela contrariado, Lucrecia até tentou se levantar mais ele foi mais rápido.
— Fugindo de mim?
Falou de forma educadamente falsa.
— Não, eu só iria ver se o senhor Ivan e Fred já terminaram a reunião, estou cansada, quero ir embora.
— Posso levá-la, eles sempre viram a noite nessas reuniões.
Antes que Lucrecia pudesse dizer algo o telefone de Mark tocou.
— Sim.
Atendeu rispidamente.
— O encontraram?
Ouvia impaciente a pessoa do outro lado da linha.
— Onde acharam ele? Não porra, o Yuri não daria esse mole, escuta o que vocês vão fazer, vão levantar essa maldita bunda do sofá, vão reunir o maior número de membros dessa porcaria gangue e encontrar o miserável que matou meu irmão, estou indo praí, não conte nada a esposa e a filha dele, vou ser eu a dar a notícia.
Desligou o telefone passando as mãos pelos cabelos.
— Sinto muito linda, a carona ficará para uma outra hora, meu irmão estava desaparecido a alguns dias, infelizmente acabaram de encontrá-lo morto.
— Por Deus.
Lucrecia falou preocupada.
— Eu, eu sinto muito.
— Sim, é uma tragédia mas garanto alguém vai pagar caro por isso, foi um prazer falar com você.
Mark tentou tocar seu rosto mais ela se afastou, o homem sorriu, gostava do jeito arredio e esperto da moça.
— Te vejo por aí.
Saiu a deixando sozinha, Lucrecia observava tudo com olhos atentos, estava preocupada, Kenny seu marido era um homem conhecido e influente isso lhe deixava em pânico, tinha medo de alguém reconhece-la e foi exatamente o que aconteceu.
— Lucrecia Ortega?
Um jovem rapaz falou tocando seu ombro, os olhos apavorados da mulher quase saltaram de seu rosto ao ouvir o sobrenome do marido.
— Que bom vê-la aqui!
Apavorada não conseguia dizer nenhuma palavra, se levantou da banqueta do bar dando passos largos na direção contrário a do rapaz.
— Ei, algum problema? Não quis assusta-la, eu apenas gostaria de cumprimentar seu marido, Kenny está aqui?
A segurou forte pelo braço.
— Do que está Fugindo? Ortega não está com você não é mesmo? não a deixaria sozinha em um cassino a uma hora dessas da madrugada.
Levou uma de suas mãos ao bolso para pegar o telefone arrastando com brutalidade Lucrecia em direção a saída, a jovem estava em Pânico não conseguia gritar ou dizer uma palavra que fosse em apelo para que ele a libertasse.
— Alô, aqui é Brian Borborema, gostaria de falar com Kenny Ortega.
Parou irritado no meio do salão.
— Sei que ele esta dormindo,mais é um assunto de seu interesse, diga a ele que é sobre a esposa.
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Atualizado até capítulo 69
Comments
Fatima Vieira
sempre tem um escroto
2025-03-11
0
Mônica Teles
Agora lascou de vez
2025-03-01
0
Francisca Caldas
ele não pode encontrar ela
2025-02-28
1