Capítulo 19

Fui tomar um banho para relaxar um pouco. Até o momento, Arthur não tinha retornado. Vesti um vestido solto e desci até a biblioteca. Entrei e fechei a porta, passei pelas prateleiras e escolhi um livro de romance. Peguei e me sentei em uma das poltronas. Tudo estava tranquilo até aparecer a megera da Leila.

— Olha só, se não é a noiva chifruda do meu amor, Arthur. — Leila provocou.

Não dei atenção a ela e continuei lendo meu livro em paz. Leila pegou o livro das minhas mãos. Fui pra cima dela para pegar de volta, até nós duas brigarmos. Puxei seus cabelos até arrancar um maço daquelas buchas.

Alguém vinha no corredor, então Leila começou a gritar pedindo socorro. Ela se batia, puxava meus cabelos, e quando Arthur e o Senhor Benett apareceram, ela se fez de vítima. Arthur me tirou dali, enquanto seu pai brigava e falava ofensas contra mim. Agora eu estava sentada na cama, chorando. Arthur caminhava de um lado para o outro no quarto, passando as mãos no cabelo bagunçado.

— Eu juro, juro que não tenho nada a ver com essa briga, Arthur. Eu fui até lá para ler um livro, então ela chegou provocando, chamou você de amor, mas mesmo assim não revidei. — solucei. — Ela começou a se bater, puxar os cabelos, então foi aí que vocês apareceram e ela me acusou. — falei, vendo ele prestar atenção em mim.

— Tudo bem, meu amor, calma tá? Eu não estou te acusando de nada. Amanhã sairemos daqui para um apartamento que arrumei no Canadá. Fica mais próximo da universidade. Quando terminarmos nosso estudo, que ainda falta um mês para isso, viajaremos. Vamos construir nossa vida bem longe daqui. — falou, fazendo carinho em meu rosto.

— Tudo bem. — falei. — Eu te amo, te amo muito. — completei.

— Amo você também.

— E o seu apartamento? O que houve?

— Aquele apartamento não era meu, era do papai. Eu devolvi, mas não se preocupe, teremos nosso cantinho.

— Tudo bem. — falei. Arthur colou seus lábios aos meus. Nosso beijo era calmo, até que ficou mais intenso e quente. Suas mãos ágeis entraram por baixo de meu vestido, alcançando os bicos rígidos dos meus seios. Eu arfei com seus toques.

— Estou louco por você, Vick. Quero sentir seu corpo colado ao meu. — Arthur provocou, tirando meu vestido. Ele mordiscou minha orelha e deixou trilhas de beijos em meu corpo.

— Você ama me torturar, isso sim. — falei, prendendo Arthur com minhas pernas. Ele roçou seu membro em minha parte íntima por cima da calcinha, e pude sentir o quanto ele estava duro como uma rocha.

— Pelo que parece, amo sim. Amo ainda mais quando fica molhadinha, quando sente meus toques em você. — respondeu, mordiscando meus lábios.

— Estou do jeito que você ama. Me faça sua, sempre. — respondi, mordendo levemente o lóbulo de sua orelha.

Arthur rasgou minha calcinha. Não tive nem tempo de reclamar, porque logo arfei de prazer sentindo os dedos mornos entrar em mim.

— Quero que goze em meus dedos, e não é um pedido, é uma ordem. — Falou Arthur, ofegante pelo desejo incontrolável.

— Isso é uma tortura. — respondi, tentando abafar os gemidos.

Arthur movimentou os dedos no vai e vem com cuidado, enquanto sugava meus seios. Eu estava abafando os gemidos, mas era impossível, ainda mais quando cheguei ao orgasmo, melando todo seu dedo como ele queria. Arthur me mostrou um sorriso de satisfação, e me beijou novamente. Ele saiu de cima de mim e me levantou.

— O que vai fazer? — perguntei, minhas pernas ainda estavam bambas.

— Só acompanhe meu ritmo, quero te levar ao meu inferno.

— Devo me preocupar?

— Não. Só relaxe e deixe o prazer te levar.

Arthur me colocou de quatro na cama. Senti sua língua quente brincar com minha entrada molhada, subindo e descendo com a língua. Aquilo foi o suficiente para acender novamente a Victoria safada dentro de mim.

A sessão de torturas parou por alguns instantes. Cheguei até sentir falta de Arthur. Porém, não demorou muito para sentir novamente meu corpo arder em chamas do prazer que só Arthur me proporcionava. Senti seu membro entrar levemente em minha entrada. Ele prendeu meus braços atrás das costas e me penetrou, dando estocadas leves, aos poucos foi aumentando os ritmos.

— Não sabia que você era tão safado assim. Aprendeu coisas novas ou já sabia?

— Cada dia aprendo coisas novas, e você nem imagina quantas posições deliciosas penso em fazer com você.

— Ah é? Eu quero aprender com você então. Vejo que não tem melhor professor. — respondi. Minha voz falhou por causa dos gemidos.

— Você vai aprender, minha gostosa. Depois não vai querer parar mais. — respondeu.

Alguns segundos haviam se passado. Arthur e eu atingimos o ápice juntos. Fomos para o banheiro, tomamos banho e depois deitamos na cama. Coloquei minha cabeça em seu braço e acabei adormecendo com os carinhos de Arthur em meus cabelos.

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Comments

Maria Sena

Maria Sena

Essa é a minha autora dos hots de milhões, é cada hot melhor que o outro, que deixa a gente de calcinha molhada e o corpo pegando fogo. Parabéns autora, amando essa história, muito bem detalhada.

2025-02-25

0

Elizabeth Fernandes

Elizabeth Fernandes

Ela não vai contar que está grávida

2025-03-12

0

Maria Das Neves

Maria Das Neves

ela tem que falar que está grávida

2025-03-09

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