Capitulo 12

Eu estava me sentindo mal por tantos problemas. Meu pai era metade de todos eles. Parece que gostava de tornar a minha vida impossível, com a ideia de que eu teria que me casar com uma escolhida.

O Senhor Bennett me comunicou que no final dessa semana eu teria que estar na Itália, porque haveria um baile de noivas para que eu escolhesse uma para casar. Além disso, ele deixou bem claro que escolheu as melhores e que todas eram lindas, perfeitas e de boa família. Deduzi que por "boa família" ele quis dizer famílias ricas, de boa condição e cujos pais têm envolvimento com máfias. Assim, meu pai uniria a máfia cosa nostra com outra e se tornaria ainda mais poderoso do que já é.

O problema é que eu não queria nenhuma delas. A que eu queria estava morando comigo, e eu faria o possível para que ela me aceitasse e casasse comigo o mais rápido possível. Além de Vick me salvar de um casamento miserável sem amor, eu a teria ligada a mim. Uma vez casada comigo, sempre casada, e não poderia se livrar de mim.

Isso pode parecer um pouco obsessivo. Não falo por mal, mas sim porque a amo e quero tê-la perto de mim. Não consigo mais imaginar minha vida sem Vick, sem tê-la em meus braços e ao meu lado.

A observo sentada no sofá, assistindo a um filme. Eu estava conversando com alguns amigos pelas redes sociais. Largo meu celular de lado e me junto a ela. Sem dizer nada, fico calado, observando o filme. Até que ela mesma quebra o silêncio. Falei que estava tudo tranquilo, não queria ver Vick metida nos meus problemas.

Até que ela senta em meu colo. Meu amigo já foi logo dando sinal de vida. Pego Vick no colo, ela prende bem as pernas ao redor de minha cintura. Continuamos os beijos até chegarmos na cama King zing. Coloco-a em pé em cima do tapete macio do quarto, enquanto tiro suas roupas. Admiro seu corpo por alguns instantes, depois retorno para ela, libero seus seios pequenos do sutiã, vou beijando a pele macia de seu pescoço, deixando ali leves mordidas. Sua pele se arrepia com meus toques.

Me livro de minhas roupas, volto a beijar Vick e, em seguida, deitamos sobre a cama. Sentir aquele contato de pele sobre pele me deixou totalmente louco. Com Vick, tudo era diferente. Tive várias experiências em minha vida com mulheres diferentes, mas foi apenas uma noite de sexo casual, um divertimento.

Vick desperta em mim algo diferente, que nunca senti antes. Tenho a necessidade de protegê-la, de estar sempre com ela.

— Estou com medo. — Fala, olhando-me com aqueles olhos inocentes.

— Calma, meu amor. Só relaxa, tá? Eu não vou machucá-la, eu prometo. — Respondo, me posicionando em sua entrada.

Vick estava pronta, mas eu já havia percebido o quanto estava tensa. E eu entendo, já que ainda era virgem. Me movimento vagarosamente sobre ela, a penetrando com cuidado.

— Tudo bem? — Pergunto.

— Sim! Pode ir, quero sentir você. — Fala ofegante.

Eu a penetro, sinto o hímen se romper. Vick aperta os lençóis, eu paro um pouco, para que assim ela se acostume com meu tamanho. Começamos um beijo quente e necessitado, e só depois aumento os ritmos das estocadas. Sentir aquela mulher totalmente entregue para mim era como estar completamente perdido em um abismo sem saída. Seu corpo para mim é uma droga nova, na qual me viciei e agora estou perdido.

— Você é minha agora, somente minha. — Falo, olhando em seus olhos que continham um brilho intenso.

— Sou sua. — Responde, soltando um gemido baixo enquanto eu me movimentava dentro dela.

Alguns segundos se passaram, Vick e eu atingimos nosso ápice juntos. Após terminarmos, peguei Vick no colo e a levei para o banheiro. A ajudei a tomar seu banho e me juntei com ela no chuveiro.

— Você está bem? — Pergunto, dando uma toalha para ela se enxugar.

— Melhor, impossível. — Sorri para mim, aquele sorriso me desmontou todo. Vick me abraçou, apoiando sua cabeça em meu peito, seguimos para o quarto. Enquanto Vick se vestia, eu troquei todos os lençóis da cama e já de imediato os coloquei na máquina para lavar. Eu não queria que Aninha chegasse aqui para trabalhar amanhã e visse os lençóis com manchas de sangue. Ela e ninguém mais precisaria saber o que acontece entre nós dois. E agora, comigo, Vick tem uma reputação a zelar.

Retornei para o quarto, Vick estava deitada sobre a cama. Me juntei a ela e a puxei para deitar em meu peito.

— No final de semana iremos para a casa do meu pai, na Itália. Quero fazer uma surpresa para ele. — Falei, fazendo carinho nos cabelos dela.

— Será que ele vai gostar de mim? — Perguntou, me olhando.

— E por que não gostaria, minha princesa? Mas pensando bem, melhor ele não gostar mesmo, porque só eu posso gostar e amar você. — Falei enquanto ríamos juntos.

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Comments

Maria Sena

Maria Sena

Eita que o menino virou homem, o que uma chave de perna bem dada não faz. Tá até disposto a enfrentar o mafioso pai pra ficar com a amada. Que lindoooo!!!! 🥰🥰🥰🥰🥰

2025-02-25

1

Maria Das Neves

Maria Das Neves

espero que o pai dele não separe os dois

2025-03-09

0

Elizabeth Fernandes

Elizabeth Fernandes

Pai dele vai surtar coitado

2025-03-12

0

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