Melinda Taylor
— Você está ridículo cobrando ciúmes, não somos nada um do outro — afirmei irritada.
— Não somos nada? — Sorriu incrédulo com a respiração ofegante.
— Não! Não somos nada —Repeti com convicção.
Ele freou bruscamente puxando meu rosto para grudar no dele, nossas testas grudadas, seus olhos me queimavam, sua respiração estava acelerada, eu temi a sua reação, mas permaneci firme sem desviar meus olhos do dele.
— Está tendo alguma coisa com Caio? — Vociferou apertando meu rosto contra dele, senti o seu ódio queimar e passar frio pela minha espinha.
— Não, me solte! — Ordenei aos gritos tentando me soltar das suas mãos. — Eu não lhe devo explicações, pare de agir como se eu lhe devesse algo.
— Você tem razão, Melinda, não me deve nada, eu não sou o seu dono, ele é outra pessoa.
— Destrava o carro, eu vou descer — puxei as travas tentando abrir — Agora Alemão — Ordenei, mas ele não me deu ouvidos arrancando com o carro chegando rápido em casa. — Abra — Voltei a exigir.
— Pare de ir atrás do caio, eu sinto vontade de matá-lo.
— Não se atreva a tocar nele Alemão — Disse entredentes.
— Se você insistir em ir atrás dele, Melinda eu não vou poder prometer isso, eu vejo o interesse nele em você, ainda não sei o que ele quer, já que você me garante que ele ainda não te pediu nada, mas isso não significa que ele não vá pedir.
— Não é nada disso que está pensando, nossa relação não tem nada a ver com isso.
— Relação? — Sorriu sem humor. — Existe uma relação?
— Ele trabalhou para o meu pai, é só isso que eu posso dizer por agora, e se você de fato tinha a intenção de me ajudar, eu espero que guarde essa informação, agora destrava o carro, antes que alguém comente sobre isso.
Ele destravou o carro virando o rosto para o lado oposto, eu desci e fui direto para o quarto.
***
João Vitor (Alemão)
Fiquei pensando por um bom tempo no carro, eu a queria para mim, só para mim, e já estava a ponto de enlouquecer.
Meus pensamentos são interrompidos com Domenico batendo na janela do carro.
— Fala Don — sair do carro.
— Mano, vou precisar resolver umas paradas, preciso que tu cuides da comunidade esses dias.
— Que conversa é essa? Aonde você vai? — Meu tom era preocupado.
— Um carregamento deu B.O, eu quero resolver essa parada pessoalmente, por isso não vou mandar você, e não quero deixar as coisas sozinhas.
— As coisas? — Sorri
— A Melinda, cuida de tudo, em dois dias eu volto.
— Beleza, vai leva quantos?
— Ainda não decidi, acredito que vou fazer uma limpa lá, então preciso de alguém que fiquei tomando conta de tudo por lá. Vou subir e falar com a minha boneca.
***
Domenico (Don)
Subo e encontro a minha bonequinha deitada com o ar condicionado no 12 de shortinho e camiseta.
— Está com calor, minha linda? — Perguntei me deitando ao seu lado, ela se espreguiçou virando para mim?
— Não, o clima aqui está agradável — Sua pele estava gelada, o oposto de mim, que sempre ficava quente ao lado dela.
— Vou precisar fazer uma viagem de dois dias,Alemão vai cuidar de tudo na minha ausência.
— Viajar? Onde você vai? — Me olhou curiosa.
— Negócios minha boneca, quando eu voltar venho cheio da grana para te encher de presentes.
A puxei para mais perto do meu corpo e a beijei com vontade, ficando logo de p4u duro.
— Não quer um trato antes de eu ir embora — Coloquei as suas mãos sobre a minha ereção.
Ela ficou por cima de mim me surpreendendo.
— Possa prometer que faremos na sua volta — Sussurrou gostoso entre os meus lábios?
— Tu jura boneca? — Mordi o lábio arfando.
— Sim, eu juro.
— Caralh0 eu não quero mais ir — Me abanei com a respiração irregular.
— Vá, quando você voltar lhe darei o que me pede.
— Caralh0, vou sonhar com isso. Porr4 Melinda, assim fica difícil porr4 como vou me concentrar nas paradas?
Ela gargalhou saindo de cima de mim.
— Preciso ir agora, quero chegar logo e volta com a mesma urgência — a beijei com ainda mais vontade esfregando minhas mãos em seus sei0s puxando a blusa em seguida para chupa-lo, e ela gem3u me deixando louco.
— Vai, e volta logo — Disse levantando da cama.
— Beleza minha ruiva, não vou demorar — Fui até o meu quarto e coloquei algumas roupas na mochila.
Na descida alguns da tropa que eu já havia convocado já estavam na sala.
— Vamos nessa, vou desce e passar o rádio quero mais cinco comigo, cuida de tudo ai Alemão,
Nos carros estacionados tinha uma Put4 em cada um, os
moleques não esquecem o lanchinho da viagem.
— Quem são elas? — A voz de Melinda atrás de mim me assustou.
— Elas? — Gaguejei.
— Achei que era viagem de negócio — Me olhou com olhos que pareciam ciúme.
— Não são para mim minha boneca, você acha que vou trocar filé por qualquer outra coisa? Vem aqui, me beija.
Eu gostava de exibi-la na frente dos outros, ela era diferente de todas aqui, eu gostava disso, me soltei dela e entrei em um dos carros.
— Vai deixar a mina sozinha Dom? — Um dos meus soldados perguntou.
— Sozinha não, ela está com umeo meu irmão — Uma gargalhada
ecoou.
— Qual foi porr4? — Apontei a arm4 irritado.
— Desculpa Dom, é que tu confia demais pô.
— Se tu continuar a falar merda porr4.
***
Melinda Taylor
— Senti ciúmes no seu tom de voz — Alemão me encarava com um olhar frio.
— E se eu sentir? — Dei de ombros.
Ele sorriu com apenas um lado da boca e virou as costas subindo as escadas, não foi uma reação normal e isso me deixou intrigada, subindo logo em seguida.
— Por que está com essa cara de deboche? — Indaguei encarando-o.
— Não estou com essa cara, estou de boa — Disse entrando no meu quarto batendo a boca em seguida. — Está escondendo um corpo aqui dentro? — Zombou.
— Um corpo? — Perguntei sem entender a referência.
— O seu quarto está parecendo uma geladeira — Sorriu sentando na minha cama.
— Está com frio? — Sorri sentando ao lado dele.
— Eu não disse que estava com frio — ele pegou as minhas duas mãos e levou ao seu rosto que suavam indo contra a química.
— Você está doente? — Puxei as mãos rapidamente levantando.
— Estou, e só você pode me curar — Me puxou pelo braço apertando firme a minha cintura contra o seu corpo, e logo o calo se apossou do meu corpo também.
Ele enrolou os seus dedos entre os meus cabelos puxando-os para trás, trancando o caminho do meu pescoço com a sua língua, cada centímetro do meu corpo se arrepiou, eu senti o meio das minhas pernas vibrarem, e arfei alto sentindo o meu corpo queimar. Suas mãos se agarram a minha bund4 me virou de contas para ele e se esfregou a sua er3ção em mim.
— Você é um traíra filho da put4 — Disse ofegante.
— Você me quer tanto quanto eu te quero, e isso vai além de uma trepad4 bem dada, vai além dos gemid0s roucos e abafados que sai dos meus pulmões, eu estou apaixonado por uma pirralha birrenta e que se acha a última bolacha do pacote — Sua mão alcançou a minha intimidade apertando-a com firmeza, cada parte do meu corpo tremeu, e já não havia forças nas minhas pernas.
— Eu quero ser sua, ates de ser de qualquer outro — Disse me agarrando a ele e o beijando de forma desesperada.
— Você não será de outro — garantiu entre os beijos afobados de traçavam o caminho pelo meu corpo.
***
Olá meninas, espero que estejam gostando, não esqueçam de ajudar a autora, deixando presentes na saída, e quem puder vendo as propagandas no setor de presentes. Agradeço a todos que estão me acompanhando e até o próximo capítulo. beijus.
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Atualizado até capítulo 40
Comments
Fernanda Marins
eita porra
2024-03-08
1
Nadja Borges
isso vai dar merda
2023-05-30
0
Tereza Adriana
estou gostando da história, mas cada vez que esses dois ficam juntos meu coração só falta sair pela boca!
2023-02-22
6