Melinda Taylor
— Trouxe a barbie — Disse o alemão que segurava forte o meu braço como se fosse arrancá-los ao meio para alguém que eu ainda não consegui ver em uma sala imensa.
— Chegou minha boneca? — O som veio distante, mas logo identifiquei de onde vinha virando a cabeça de imediato para o alto da escada. Lá está ele o dono da voz estrondosa, as enormes correntes batiam uma nas outras com seus imensos pingentes prateados, as calça estava bem abaixo do que costumo ver os homens vestir e as tatuagens cobriam o resto do seu corpo exposto, seu olhar era malicioso o sorriso de satisfação estampava seu rosto, olhei rapidamente para os seus olhos cor de mel até chegam as suas sobrancelhas que tinha um designer acompanhando o corte de cabelo baixo, ele tem sua pele tinha um tom chocolate ele é alto e de cara invocada.— Ela me entende falar? — Indagou
— Não sei se tudo. — Respondeu alemão que de fato faz jus ao vulgo, já que tem a pele branca e olhos claros, cabelos loiros claro e também muitas tatuagens pelo corpo.
— Eu quero ir para a minha casa. — Falei quase que em um sussurro.
— Aqui é a sua nova casa. — Olhei assustada deixando uma lágrima escapar dos meus olhos.— meu harém está aberto para te receber. — Sorriu com deboche.
Arem? Do que esse homem estava falando? , pensei enquanto tentava me recompor.
Eu precisava me concentrar em ir para casa, o que falaram sobre a minha madrasta não é verdade, eles só querem me induzir a fica calada e com medo.
***
Domenico (Dom)
A barbie era mais gostosa do que eu imaginei, novinha pertinh# durinho e um copinho filho da put# de gostoso.
— Pode soltar — Ordenei a Alemão que errou na mão deixando a pele da mina marcado.
Ela tinha uma cara segura, mesmo que amedrontada, ele me olhou sem desviar os olhos, e eu estava curioso para saber até onde iria toda essa ousadia.
— Senta. — Torneira ordenar e ela fez de cabeça erguida.
— O que you Want? ( você quer ) — Disse ela misturando inglês com português.
— Que caralh# vou precisar de um tradutor? — Gritei irritado, ela se assustou com o meu grito.
— O que vai fazer com ela? Novinha cara do caralh# custou meio milhão.
— Ela é um capricho, nunca pensei que eu fosse querer brincar de barbie. — Gargalhei.
— Então vai deixa a novinha aqui?
— Se liga na parada alemão, tu acha que alguém naquele puteir# de quinta tem cacife para pagar produto importado? Vinho bom eu bebo sozinho.
Percebi que a palavra sozinho o fez me encarar atravessado, claro que queria um pedaço para ele também.
— Vem… — Levantei estendendo a minha mão, mas ela se negou a me tocar, levantou e me seguiu. — Esse vai ser os seus aposentos madame. — falei com ironia. — Seus olhos chegaram tudo em detalhes, ela não me encarou e evitava encontrar os meus olhos. — O que não gosta avise.
— Quero ir para a minha casa. — Repetiu como uma pirralha chorona.
A olhei em detalhes, ruiva original, olhos verdes, pele brabca e bochechas rosadas, seu pescoço eram longos, paro novamente em seus peit#s deliciosos, passei a visão no conteúdo todo, coxas grossas e uma banda empinada.
— O que tinha lá que você sente falta? — Indaguei me aproximando a vendo dar passos para trás.
— I can pay (eu posso pagar) cinco vezes more (mais) do que pagou por mim. — Gargalhei e ela me olhou irritada.
— Posso te ajudar com a língua portuguesa. — Me aproximei afastando os seus cabelos e lambendo seu pescoço, sua pele se arrepiou ao mesmo tempo, em que recuou para trás tropeçando e caindo. — Tornei a gargalhar a levantando. — Sinto vontade de te morder e chupar inteira, tu parece um picolé de morango. — Ela me olhou confusa enquanto eu ainda gargalhava piada só é boa quando todo mundo entende, mas a minha a fez chorar e isso é um pé no saco do caralh#.
— Deixei a mina lá em cima, tu conhece uma professora de protugues?
— Quer que ela aprenda?
— Não, é para tu malandro! Claro né porr# a mina fica misturando as paradas, eu não entendo uma frase completa que sai da boca dela porr#.
— Ela já sabe bastante palavras, ela vai aprender ouvindo a gente falar.
— Tu tem certeza porr#?
— Tenho, a novinha é rica deve fala uns dez ligua, já deve ter ido até pro Japão, esse povo cheio da grana aprende um monte de parada.
— Tô ligado. Como ela foi parar lá no puteiro?
— Vendida pela mulher do pai dela, parece que o velho bateu as botas e a dona queria o dinheiro da órfã. Vai fazer o que com ela?
— Pergunta besta do carai o que tu acha que eu vou fazer porr#, fud#r até cansar, a barbie é gostosa para caralho.
— A mina é virgem irmão.
— E daí? Não vai ser a primeira que eu abro o caminho. — Sorrir alisando a minha barba, sentindo o meu pau pulsa só de me imaginar detro daquela máquina de primeiro mundo. — qual foi de menor? — perguntei quando fui chamado no rádio.
— Desce pra 15 chefe, tem problema aqui na entrada.
— Vocês não sabem resolver nada porr#. Vem alemão, manda os vapô desce na nossa cola e deixa alguns aqui de olho na barbie.
Botei pegado na moto chegando na 15 em alguns minutos, desço da moto e alemão me segue.
— Qual foi de menor, quem é o playboy aí?
— O filho da put# não fala português.
— Melinda? Melinda?
— É parente da novinha, esse é o nome dela. — Afirnou alemão.
— Tu tá maluco porr#, quer morrer filho da put#, leva esse cus#o daqui porr#. — Dei uns chutes no playboy jogado no chão que chorava igual uma menina. — Joga longe.
— Como ele sabe que ela está aqui? Se a polícia baixar aqui Dom? A mina é rica tá ligado.
— Mano, tu me disse que a madrasta vendeu ela, então deixa que ela resolva as paradas, isso não vai da em nada, ela vai voltar pras Europa e a mina fica tá ligado.
— E o playboy, namorado? — Alemão me perguntou
— Vou fazer o que ele não fez, fud#r aquela mina todo dia, e deixar ela pedindo por mais. — E eu mal podia esperar por esse momento.
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Atualizado até capítulo 40
Comments
Fernanda Marins
🤔🤔🤔🤔
2024-03-08
0
Maria Cristina Santos
TRAFICANTE NÃO TEM CORAÇÃO NEM SANIDADE MENTAL!!
2024-02-18
0
Conceição Freire
gostaria de saber a idade desse tarado,
2023-04-02
0