Melinda Taylor
— Bom dia minha boneca — Os beijos doces de Domenico sobre o meu corpo, me despertaram, não havia rolado nada na noite anterior, aliás havia rolado, eu senti uma das sensações mais louca que eu já senti na minha vida, eu fui as nuvens com os seus toques, e ele me surpreendeu no momento eu que respeitou a minha vontade de parar.
— Bom dia! — Me virei para ele passando os meus braços sobre ele.
— Estou f0dido hoje — Ele torceu o lábio me encarando.
— Eu sou a culpada?
— Sim, eu quero você, o que eu preciso fazer, Melinda? — Senti dependência no tom da sua voz. — Você me disse que seria minha. Mas você ainda não é.
— Você já poderia ter me feito sua se quisesse.
— Eu quero que você queira, eu nunca vou te força a isso.
— Eu não me sinto assim. Não vamos falar sobre isso Dom — Tentei me levantar, mas ele me segurou contra a cama.
— Você gostou de ontem? — Ele estava ansioso pela resposta.
— Claro, foi diferente, você sabe que são coisas novas para mim — Virei o rosto tímida, embora eu já tivesse me jogado e mostrado meus peit0s tantas vezes a esses dois.
— Está com vergonha? — Ele sorriu apertando as minhas bochechas.
— Sim, eu estou — Disse sem encará-lo.
— Para Melinda você estava com essa boca no meu p4u ontem à noite, ainda está com vergonha de mim porr4 — Ele sorriu divertido.
— Vou tomar banho e descer.
Domenico entrou no banheiro quando eu estava em baixo do chuveiro.
— O que está fazendo? — Tentei esconder o meu corpo usando as mãos.
— Vim tomar banho com você, não é nada que eu já não tenha visto, ou tocado, e sentido.
Se aproximou me beijando de forma gostosa, suas mãos traçavam o meu corpo, explorando cada centímetro.
— Melhor parar — Me afastei, ele suspirou aflito.
— Sabe porque eu ainda faço isso, Melinda? Tipo e afastar e esperar o teu tempo, mesmo que eu agora precise bater uma punh3ta para me aliviar?
Mordi o lábio nervosa o ouvindo.
— Por que? — Indaguei curiosa.
— Eu me sinto um filho da put4 por estar te mantendo presa aqui, eu não sou um estuprad0r.
— Nossa! — Exclamei respirando fundo. — Essa palavra é forte.
— Sim, ela é, e eu quero que você saiba que eu quero te deixar à vontade, eu possa esperar, só não me deixa esperar tanto, estou gamado em você.
Sai do chuveiro me enrolando em uma toalha, era difícil conversa com Domenico, eu sei que eu estou aqui porque ele não me deixa ir e já percebi que a sua intenção é de me fazer ficar.
***
Revirei os olhos quando desci e vi a tal Laura já enfiada na casa, talvez eu tenha me acostumado a tê-los só para mim, mas a pessoa que ela quer, eu também quero.
— E aí minha boneca — Dom levanta da mesa onde os três tomavam café da manja
e vem até mim e me beija como sempre faz na frente de Vitor para dizer que sou
dele.
— Oi querida! — ela acenou forçando simpatia.
— Dom, eu posso dá uma volta pela comunidade — Pediu em um tom manhoso.
— Faz o que quiser boneca. Acompanha ela Laura — Ordenou, ou com raiva essa mulher vai ficar no meu pé?
— Vou te mostrar muitas coisas Melinda — Sorriu quase não movia os músculos da face. Muito falsa.
— Certo, querida — Respondi desdenhosa.
Alemão estava a mesa, mas não pronunciou uma palavra, ele se quer falou comigo, com toda certeza está com raiva já que Domenico g3meu feito louco ontem no quarto.
— Vamos nessa Alemão, deixa as minas sozinhas. Não vai ensinar besteiras para mim boneca não em Laura, eu gosto dela assim com jeito de menina — Parou na porta esperando por Alemão que levantou parecendo irritado.
— Então boneca vamos — Ela zombou.
— Vou comer alguma coisa — sentei a mesa.
— Está gostando de ser a mulher do chefe? — Sentou ao meu lado me estudando.
Levantei os olhos desdenhoso e não a respondi.
— Domenico nunca assumiu ninguém, Melinda, esse homem que saiu daqui, só existe aqui dentro, ele é um diabo, que sorrir na hora de matar, ele toca terror aqui dentro, muitos preferem Alemão, por conseguir usar melhor a cabeça ele ajuda e direciona Domenico e é por isso que ele é tão querido na comunidade, isso aqui seria insuportável se Alemão não existisse, Dom é louco e sempre faz o que quer.
— Nossa, que pena né — Virei os olhos e dei de ombros.
— Cuidado Melinda, essa sua brincadeira com Alemão não vai acabar bem — embora meu corpo todo tivesse tremido, eu não levantei os meus olhos e continuei comendo me fingindo de tranquilo.
— Não sei do que está falando.
— Claro que sabe, eu conheço o Alemão muito bem, se é que me entende.
Cerrei os punhos, eu queria bater nessa vadia.
— Eu fico pensando se o que Domenico sente por você vai além da amizade com o Alemão a quem ele considera irmão, quem ele escolheria m4tar? — Sorriu com ironia me encarando.
— Isso não é da sua conta — Sorri sem humor.
— Eu ainda acho que a pessoa que sairá morta desse trio que você está envolvida, Melinda é você, buc3ta de piranha tem aos montes irmão não.
— Se sou eu a pessoa quem vai sair morta Laura, acho que devo aproveitar o máximo meus dois homens.
— Quero ver essa coragem quando o Domenico descobrir, a vadia que você é.
— Você não me conhece.
— Claro que conheço, uma put4 mirim de quinta, mas o Vitor é meu e agora que eu voltei para comunidade não vou deixar ele escarpar.
— Engraçado Laura, você não saiu do pais estava perto e nem isso fez o Vitor ir atrás de você.
— Não vou ficar no teu pé, tu é bem grandinha para fazer as ruas paradas Melinda, a gente se vê, bom passeio pelo morro.
Terminei de comer e saí, eu andava olhando tudo ao redor, até chegar a sala de aula que Domenico montou para mim, onde darei aula nos próximos dias.
— Melinda? — A voz conhecida me fez virar em sua direção — Você está bem?
Olhei para os lados mantendo uma certa distância de Caio que se aproximava.
— Está com medo? — Eu dei passos para traz. — Melinda, eu estou aqui por você, estou aqui para te tirar daqui, então não tenha medo.
— Fala baixo! Você quer que a gente morra?
— Algum problema Melinda? — A voz grossa, atrás de mim me fez tremer, mais seria pior se fosse a voz do dom, encarei Caio que me olhava com um ar sereno e tranquilo.
— Problema nenhuma Alemão, estávamos só conversando – Justifiquei me virando
para ele.
— Entra no carro — Ordenou.
Passei direto por ele entrando na sala de aula e ele veio em meu encalço
— Vocês também controlam com quem eu falo? — Retruquei.
— Não brinca Melinda — apertou o meu rosto com força, seus olhos queimavam
de raiva.
— Vai me deixar marcada? Quer que Domenico vejo essas marcas? Vou ter que dizer quem fez. — O afrontei.
O vento do movimento da sua mão esmurrando a parede rente ao meu rosto me
fez tremer.
— Vai dá para todo mundo para conseguir sair daqui? — Gritou irado.
— Isso não é da sua conta, Alemão.
— Vocês ficaram ontem? — Ele estava louco de ciúmes perguntando sobre Domenico dessa vez.
— Nós ficamos todos os dias, eu sou a mulher dele — Dei de ombros como se fosse obvio.
— Você entendeu a pergunta Melinda — ele respirava rápido.
— Entendi, o que quer saber? As posições? — Seus olhos queimaram, ele desviou os olhos do meu respirando ainda rápido.
— O que você quer? Foder com a minha vida. Entra no carro, vou te levar de volta — me puxou até o carro, me jogando lá e batendo a porta em seguida.
— Quer mesmo saber o que rolou entre mim e o Dom? — Ele apertou o volante com força trincando os dentes.
— Ele me pediu para chup4ar ele e foi por isso que você deve ter ouvido g3midos do seu quarto — Ele esmurrou o volante várias vezes.
— Porr4! Porr4! — Ele gritava inconformado.
— Está louco que bater com o carro? — Gritei. — Estão todos olhando Alemão pare! — Ordenei.
— E o Caio?
— O que tem ele?
— Vocês têm muitos assuntos, não tem?
— Uma coisa não tem nada a ver com a outra, ele não está me cobrando uma chup4da para me ajudar.
— E o que ele ganha com isso? — Arqueou as sobrancelhas me encarando.
— Não sei, mas se ele puder me ajudar eu vou com ele.
— Melinda estou f0dindo você ainda não entendeu? Eu estou traindo o meu irmão.
— Não vi você preocupado quando me pede para f0der com você.
— Pare de falar assim, você não é esse tipo de garota — Pronunciou com desgosto
— Bom eu acho que eu não era Alemão, agora eu preciso fazer b0quete para sobreviver.
— Ele nunca mataria você.
— Como pode ter tanta certeza? — O encarei.
— Porque ele te ama.
Eu gargalhei.
— Sério? Me sinto mais aliviada agora — pronunciei com ironia.
— E você? O que sente por mim? Por ele?
— Não sei, não dá para saber na situação em que eu estou, dependente, com medo e tentando sobreviver.
— Do jeito que você fala parece que te forcei a algo.
— Não forçou, mas também não me sinto na posição de negar, não me cobre respostas, eu não as tenho.
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Meninas boa tarde
ajudem a autora, deixem flores na saída, quem puder assistam aos vídeos que fica la no local dos presentes, a ajuda de vocês é importante.
Beijos.
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Atualizado até capítulo 40
Comments
Margarete Gaya
Autora porque esse Caio é Alemão não se unem pra salvar ela?
2024-08-31
0
Fernanda Marins
🤔🤔🤔🤔🤔
2024-03-08
0
Ketti Silva
ela deve ficar com os dois
2023-07-18
0