Um mês depois...
Melinda Taylor
Já havia se passado um mês que eu estava aqui no Brasil entender e falar o português se tornou o menor problema para mim que ainda penso em uma forma de chegar ao consulado americano, porém esse lugar é pior que uma fortaleza.
— Bom dia minha boneca — aqui as portas se abrem sem que haja privacidade, aliás eu não tenho o mínimo aqui nessa casa.
— Já de pé tão cedo — Respondi a Dom que se jogou na minha cama me abraçando.
Devo confessar que considerei que estar aqui seria pior, mas não sou forçada a nada e ele ainda começou a me tratar realmente como uma boneca, certamente esperando que eu ceda para ele, embora eu já tenha tido vontade várias vezes.
— Vamos tomar um banho juntos? — Alisou as minhas pernas, eriçando todos os meus pelos.
— Não! — Respondi rápido levantando e ele me puxou de volta me fazendo sentar no seu colo.
— O que você quer e faça?
— Me leve para casa — disse sem delongas.
— Sua casa é aqui — Sussurrou, me deixando irritada.
— Você sabe que não é.
— Mas pode ser se quiser — me jogou no colchão contornando o meu corpo, de forma deliciosa, esse homem me deixa embriagada com os seus beijos, embora eu tenha a leve impressão que sofro da síndrome de Estocolmo, só teria essa explicação para me sentir tão atraída pelo homem que me deixa cativa.
— Não, não pode — levantei rápido indo para o banheiro.
— Eu vou dá uns chega nas bocas, fica de boa em casa — Não me dei ao trabalho de responder
Desci para tomar café da manhã achando que estava sozinha.
— Achei que tinha ido com ele — Alemão não levantou os olhos para me encarar, ele tem evitado a um bom tempo.
— Fiquei em casa, fiz a ronda ontem à noite, estou casando.
— Sei, você trabalha muito, deveria descansar mais — Disse fazendo massagem em seus ombros e ele levantou se desvencilhando como se meu toque lhe causasse choques.
Eu sabia que ele era diferente de Domenico, e eu estava apostando minhas fichas nisso, convencê-lo a facilitar a minha fuga.
— Estou de boa — Respondeu levantando rápido.
Luxuria é a única coisa que eu enxergo nesses dois, e eu estou cheia dela, enquanto penso no Dylan.
— Vou dá uma volta — Pronunciei só para vê-lo me olhar torto.
— Fica de boa em casa
— what? (o quê?) agora não posso sair de casa também?
— Depois que aprendeu a falar ficou com a língua bem afiada.
— Você acha?
— Sim, não sei como Domenico ainda te deixa com a língua, já deveria ter cortado fora — Zombou
— Sabe porque ele não corta? — Zerei a distância entre nós — Porque ele adora sentir ela pelo corpo dele.
— Como se você fizesse isso — gargalhou
— Está me desafiando? — Dei mais um passo, o fazendo cair sentado no sofá, sentando em seu colo, passando a língua em seu ouvido. — Eu adoro um desafio
— Mas nunca conclui o desafio — me olhou firme
— Quer pagar para ver?
— Não.
— Claro, esqueci que você só fica com os restos do Domenico — Provoquei tocando no seu orgulho e ele reagiu como previ, me prendendo entre o seu corpo e o sofá.
— Não brinca Melinda, você não sabe com quem está mexendo — Eu queria desafiar mais, mas uma onda de tristeza me invadiu de repente, era como do murro em ponta de faca, por mais que eu fizesse eles continuavam me tratando como uma boneca que eles estão prestes a levar para cama.
— Sorry (desculpe) Levantei o empurrando.
— Qual foi? — Seu tom era preocupado.
— Vou subir, talvez eu durma mais um pouco.
— Você ainda não comeu.
— Você já pesou que eu posso querer parar de comer qual quer dia desses.
— Não faz drama Melinda.
— Drama? — Sorrir sem humor. — Me ajuda Vitor, me ajuda a ir embora daqui, eu sei que você não concorda com tudo isso.
— Não posso me meter nessas paradas Melinda, convença o dom.
— Como?
— Não sei, mas eu ouvir falar que homens fazem tudo para agradar uma mulher quando se apaixonam.
— E se a pessoa que eu quisesse apaixonado por mim fosse você? — ele me encarou no mesmo instante, umedecendo os lábios nervoso.
— Eu? Me acha mais trouxa?
— Então se acha esperto para demais para gostar de alguém?
— Não para gostar de alguém, mas para saber quando querem me usar em benefício próprio.
— Certo, você tem razão eu nunca gostaria de alguém como você ou como Domenico — Pronunciei desdenhosa. — Quero sair daqui e voltar para Dylan, é ele quem vai tirar a minha virgindade.
— Beleza, se empenha, sucesso, vai lá para o play boy que deve estar fod3ndo com geral jogando teu dinheiro pela janela.
— Ele está jogando meu dinheiro pela janela porque eu estou aqui presa.
— Sinto muito por você — Virou as costas subindo para o quarto.
— Você sente? — Gritei indo em seu encalço.
— Não vejo você tendo esses ataques histéricos com Domenico.
— Porque eu sempre julguei você mais sensato que ele.
— E eu sou, por isso não vou me envolver nisso, não é assunto meu, Domenico é meu irmão, ele quer você aqui, e eu quero estar de boa com ele, sacou?
— Saquei! — Sai batendo o pé para o quarto.
Domenico (dom)
Fim de tarde...
— Quem é esse aí Jordan? — Indaguei o vendo muito próximo de um cara que nunca vi na comunidade.
— Então esse cara tem uns contatos massa fora do Brasil, ele consegue fechar com uns fornecedores novos, cola com a gente que tu vai se dá bem.
— Tu confia mesmo? — Perguntei desconfiado
— Chega aí caio, esse cara é o dono do morro ta ligado, respeita a elite.
— É um prazer, satisfação em fazer negócios com vocês — Ele estendeu a mão e eu olhei com desconfiança, não sou de confiar fácil não, nesse mundo cada um que queira da de esperto.
— Relaxa Dom, o cara é dos meus — Garantiu Jordan
— Se tu vacilar tu nunca mais sai desse morro ta ligado, mando jogo teu corpo pros cachorro.
— Qual foi Domenico, estais me desconsiderando? O cara é firmeza.
— Então vou confia na tua palavra, porque te conheço desde de moleque.
— senta aí porr4, vamos curtir uma festinha aqui por conta da casa — Fez gesto chamando umas minas do put3iro dele.
— E aí como está com a Barbie? — Sorriu sentando do meu lado
— Barbie? — Perguntou o novato
— Vendi para ele uma mina Americana, produto de primeira.
— Você está traficando pessoas afora? — Ele perguntou e eu estava o analisando.
— Não, a ordem era para matar, tá ligado?
— Ordem? — Ele parecia curioso demais
— Qual foi? Qual teu interesse?
— Desculpa — Levantou os braços rendidos para cima.
— Eu e ela estamos de boa, ela gosta de morar lá, para todos os efeitos ela morreu.
— Estou ligado. — Respondeu me analisando, não gostei do cara, vou ficar de olho nele.
— Então, vou nessa, seja bem-vindo a minha comunidade, só se liga pra não corta pro lado errado, não gosto de apagar os parceiros, não está ligado.
Chego em casa e todas as luzes estão apagadas, tomei um banho e subi para o quarto de Melinda, já não estou mais com paciência para os joguinhos dela, embora eu ficasse excit4do para car4lh0 com os nossos amasso, a gente não saia disso.
Chego me deitando ao seu lado, o quarto está gelado, mas ela esta quentinha em baixo do edredom e se vira manhosa quando me sente encostando nela.
— sentiu minha falta boneca?
— Nem um pouco — Respondeu me fazendo a puxar para mais perto.
— Nem um pouco? — Sussurrei. — Acabei de rejeitar meia dúzia de Buc3ta só para estar aqui feito adolescente contigo.
— Como você é idiota — Disse com uma voz fraca de sono.
— Acorda, ainda é cedo.
— Really? (Verdade?) Para mim o dia é sempre um tedio, fico presa aqui o dia todo.
— Você pode andar pela comunidade se quiser — Disse beijando sua nuca.
— Really? — Falou animada, essa palavra eu já havia decorado o significado, ela sempre fala.
— Really — Confirmei com a pronúncia errada, a parada é difícil de fala. — Não mereço nem um beijinho? — Trouxe o seu rosto para perto do meu sentido sua respiração, eu nunca quis tanto fod3r com alguém como eu queria essa mina.
Ela virou para mim colocando a perna sobre mim, eu não tive demora eu subir nela a beijando com vontade, roçando meu p4u duro mesmo que depois minha bolas ficasse doendo, ficar assim com ela era gostoso para c4ralh0.
— Você está fud3ndo comigo Melinda. — Disse entre os beijos ela gostava de ouvir isso ficava ainda mais assanhada prendendo as pernas no meu quadril, eu podia sentir o meio das suas pernas pegar fogo, a mina era quente, só estava se fazendo de difícil e bota difícil nisso e eu já estava ficando put0 com esse joguinho.
— Deixa eu te fazer mulher — Implorei sentindo que gos4ria só nos amasso.
— O que eu ganho com isso?
— Isso é uma coisa que você precisa descobrir — Falei com a mão em sua intimidade quente e úmida por cima da calcinha.
— Não! — Disse gemendo quando pressionei o seu ponto de prazer.
— Beleza se tu não quer está de boa boneca — Sai de cima dela irritado, eu já vinha tentando a um tempo do car4lho e a mina não cede.
Levantei, me troquei e voltei pro put3iro, não ia dar para dormir assim de novo não, porr4. Já cheguei me agarrando em uma mulata gata novata lá na quebrada.
— Voltasse Dom? — Jordan sorriu ao lado do cara novo.
— Então mano, vou curtir um privado com a mina — Disse a levando para um dos quartos.
— Já chegou arm4do! — Disse Animada.
— Então, dá um trato aqui no teu chefe. — Ela ajoelhou sem enrolar me fazendo gem3r a porr4 do nome da Melinda.
— Melinda? — Me olhou confusa.
— Chupa aí morena não faz pergunta não ta ligada.
Ela voltou para a posição.
***
Assim que eu saio do quarto fui caminhando pelas ruas do morro.
— Já estou aqui, acho que encontrei o que eu procurava. — Ouvi o novato em uma ligação, pensei em enquadra o cara, mas achei mais interessante descobrir o que ele havia encontrado.
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Atualizado até capítulo 40
Comments
Elis Alves
O idiota vai morrer antes de ajudar ela.
2025-03-28
0
Fernanda Marins
eita
2024-03-08
0
Maria Cristina Santos
O IRMÃO TERÁ QUE ASSOCIAR A MÁFIA DE LONDRES!..SÓ ELES Adentrar NO MORRO!
É SALVAR A BARBI
2024-02-19
0