João Vitor (Alemão)
— Onde tu passou o dia todo? — Indagou Dom entrando em casa.
— Fiz as rondas e voltei, qual foi que cara é essa?
— Não sei, Jordan trouxe um cara para a comunidade, estou com o pé atrás, cola na dele eu vou fazer isso também.
— Por quê?
— Peguei ele falando no telefone que tinha achado o que alguém estava procurando.
— E por que não questionasse? — Ele não é do tipo que guarda para depois.
— Porque quer saber o que ele achou, do mesmo jeito que ele veio procura outro pode vir.
— Melinda? — Falei o que estava escrito na testa dele.
— Sim, Melinda.
— Deixa ela ir Domenico, essa garota ainda vai trazer problemas — Alertei.
— Se eu falar você vai rir de mim — Disse com um sorriso contido
— Juro que não — lhe dei total atenção
— Estou amaradão na dela, me ajuda a conquistar ela, a fazê-la ficar por conta própria — foi sincero
— Você acha que vale a pena? — Eu sei que a única intenção dela é convencê-lo exatamente do contrário.
— Acho, o que eu faço? — Era a primeira vez que o via interessado em alguém.
— Leva ela para sair, compra presente, embora não acho que seria simples já que ela já teve de tudo.
— Vou passar naquelas lojas de granfino, aquela loja do shopping que a gente passa e não vê ninguém dentro, já viu como ela olha torto para as que tu comprou para ela? — Sorriu
— Sim, já percebi — Me joguei no sofá e ele sentou do meu lado.
— Sai daqui hoje em ponto de bal4, ela não sede, isso está me dando ainda mais t3são.
— Talvez isso passe depois que ela resolver as pernas para você.
— Acha difícil. Vou nessa, vou dormi, mas cola no cara novo. — Disse antes de subir.
Fiquei me segurando no sofá para não ir ao quarto de Melinda, mas para meu azar ouvi seus passos descendo.
— Acordada a essa hora? — Ela passou direto sem me responder
Essa garota está me tirando do sério, mimadinha demais, estou doido para fazer ela baixar a bola dela.
— Ei! Falei com você — Levante irado.
— Eu ouvi! — Torceu o nariz.
— Pode ir tirando seu cavalinho da chuva, Domenico não vai deixar você ir embora.
— Não espero mais por vocês, vou dá um jeito de ir sozinha, só preciso chegar ao consulado americano.
— Boa sorte, antes que cruze a saída do morro vão estoura a sua cabeça.
— Prefiro, tenho pensado em fazer isso por conta própria.
— Não fala besteira, Melinda.
— Não quero ficar Vitor, preciso voltar para casa. — Senti a angústia em suas palavras e embora eu quisesse muito poder ajudá-la eu não poderia e nem queria vê-la longe, egoístas é isso que nós somos, e para mim era ainda pior, pois eu controlava a minha vontade de tocá-la o tempo todo.
Ela pegou um copo de água e bebeu apressada, deixando vários pingos escorrer do seu rosto indo até os seus sei0s, minha respiração estava descompensada, minha mão louca para sair do bolso da minha bermuda e me atracas aqueles p3itos deliciosos que minha boca ainda lembra o gosto, virei as coisas rápido, voltando para o sofá.
— Vou subir — comunicou deixando o copo sobre a mesa.
— Melinda, você quer dar uma volta? — Ela me olhou surpresa.
— Por onde? — Indagou animada.
— Aqui mesmo pelo Vidigal – Vesti a camisa que estava no braço do sofá coloquei o meu casaco nela e saímos. — Tem um lugar aqui que você não conhece — Disse querendo anima-la ela se agarrou aos meus braços apoiando a cabeça, uma menina, mimada e chata, mas linda.
— Está longe? — Indagou enquanto acompanhava meus paços saltitante.
— É aqui — Apontei para a visão do alto do morro, as luzes mais em baixo e o cristo logo a frente e contemplei seu rostinho satisfeito, seus cabelos ruivos voando e foi inevitável não pegar a mecha teimosa que tampava seus lindos olhos azuis e colocá-los atrás da orelha.
— Obrigada, é lindo — Disse animada abrindo os braços iguais o cristo redentor.
— Fico feliz que tenha feito seu sorriso surgir, fiquei preocupado com a sua confissão, nunca mais fale aquilo.
— O quê? Da minha falta de vontade de viver, ela só vale porque estou aqui – Seu semblante escureceu novamente e eu não queria que seu sorriso se apagasse.
— Não — Neguei, embora ela estivesse certa.
— O que então?
— Que eu só fico com os restos do Domenico — Ela gargalhou, e que sorriso lindo deu poderia deixa-la rir de mim o dia inteiro.
— Não disse nenhuma mentira — Voltou a afirmar, me fazendo criar coragem para a puxar pela cintura e com a outra mão me agarrar em sua nuca trazendo seu rosto para mais perto, atacando seus lábios com desejo.
— Não me provoque Melinda — Disse entre os beijos.
— Quando eu fiz isso? — Jogou a cabeça para trás e eu beijei o seu pescoço descendo até os seus sei0s que me chamavam sempre que eu a via, chup4ndo com vontade a fazendo gemer, minas mãos apertavam a sua bund4, esfregando minha intimidade er3ta na dela, mas logo a voz de Domenico gritou na minha cabeça me fazendo parar atordoado, sentando no chão.
— O que foi? — Indagou ofegante levando minhas mãos para o seu corpo que implorava por mais.
— Chega! — Respondi com a respiração ofegante.
— Por quê? — Perguntou manhosa, fud3ndo com meu psicológico, ela estava doida para ser f0dida e eu doido para levar elas as alturas.
— Você tem razão, eu só pego os restos do Dom — Não soou como uma piada e ela sentou carrancuda do meu lado.
— Achei que eu poderia escolher.
— Não, nós não podemos, ele está gostando de você — Minha revelação a deixou surpresa.
— Really? (verdade?).
— Sim — confirmei contrariado.
Achei que estávamos sozinhos até ouvir barulho levantei rápido sacando a arma.
— Quem está ai? — Melinda ficou atrás de mim escondida
— Me perdi? — Disse um homem saindo de trás das árvores.
— Quem é você? — Mantive a arma apontada para ele.
— Sou caio amigo do Jordan — Melinda saltou das minhas costas ouvindo o nome dele, eles se entreolharam, que porr4 estava rolando ali.
— Porque está olhando para ela desse jeito? — Perguntei furioso
— Não tinha visto que tinha uma pessoa atrás de você – Deu uma desculpa, apressado.
Melinda continuou o olhando fixo como quem procura lembra de onde o viu só confirmando a desconfiança de Domenico.
— Vaza, segue em frente que tu volta para a comunidade — Informei apontando com a arma.
Me virei para ela a estudando, ela parecia ter visto um fantasma, eu queria pensar em tudo mais eu só consegui sentir ciúmes, o cara é boa pinta, se veste bem, fala bem, parece um burgues.
— Você conhece ele? — Um vinco surgiu no meio da minha testa quando olhei a estudando.
— Não, nunca o vi — respondeu sentando novamente como quem foge do assunto.
— Vamos voltar — A puxei pelo braço a erguendo do chão.
— já? — um bico lindo se formou no seu rosto.
— Sim, já pensou se ele viu o que estávamos fazendo — Disse preocupado.
— E daí. — Disse afrontosa.
— E aí que Domenico mata eu e você.
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Olá meninas não saim sem comentar e sem curtir ajudem a obra a crescer. Obrigada,
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Atualizado até capítulo 40
Comments
Margarete Gaya
Será que esse Caio não é um investigador que está procurando ela tomara.
2024-08-31
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Fernanda Marins
😃😃😃😃
2024-03-08
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Maria Cristina Santos
linda!! estou amando ler!
2024-02-19
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