Cap 08

João Vitor (Alemão)

— Onde tu passou o dia todo? — Indagou Dom entrando em casa.

— Fiz as rondas e voltei, qual foi que cara é essa?

— Não sei, Jordan trouxe um cara para a comunidade, estou com o pé atrás, cola na dele eu vou fazer isso também.

— Por quê?

— Peguei ele falando no telefone que tinha achado o que alguém estava procurando.

— E por que não questionasse? — Ele não é do tipo que guarda para depois.

— Porque quer saber o que ele achou, do mesmo jeito que ele veio procura outro pode vir.

— Melinda? — Falei o que estava escrito na testa dele.

— Sim, Melinda.

— Deixa ela ir Domenico, essa garota ainda vai trazer problemas — Alertei.

— Se eu falar você vai rir de mim — Disse com um sorriso contido

— Juro que não — lhe dei total atenção

— Estou amaradão na dela, me ajuda a conquistar ela, a fazê-la ficar por conta própria — foi sincero

— Você acha que vale a pena? — Eu sei que a única intenção dela é convencê-lo exatamente do contrário.

— Acho, o que eu faço? — Era a primeira vez que o via interessado em alguém.

— Leva ela para sair, compra presente, embora não acho que seria simples já que ela já teve de tudo.

— Vou passar naquelas lojas de granfino, aquela loja do shopping que a gente passa e não vê ninguém dentro, já viu como ela olha torto para as que tu comprou para ela? — Sorriu

— Sim, já percebi — Me joguei no sofá e ele sentou do meu lado.

— Sai daqui hoje em ponto de bal4, ela não sede, isso está me dando ainda mais t3são.

— Talvez isso passe depois que ela resolver as pernas para você.

— Acha difícil. Vou nessa, vou dormi, mas cola no cara novo. — Disse antes de subir.

Fiquei me segurando no sofá para não ir ao quarto de Melinda, mas para meu azar ouvi seus passos descendo.

— Acordada a essa hora? — Ela passou direto sem me responder

Essa garota está me tirando do sério, mimadinha demais, estou doido para fazer ela baixar a bola dela.

— Ei! Falei com você — Levante irado.

— Eu ouvi! — Torceu o nariz.

— Pode ir tirando seu cavalinho da chuva, Domenico não vai deixar você ir embora.

— Não espero mais por vocês, vou dá um jeito de ir sozinha, só preciso chegar ao consulado americano.

— Boa sorte, antes que cruze a saída do morro vão estoura a sua cabeça.

— Prefiro, tenho pensado em fazer isso por conta própria.

— Não fala besteira, Melinda.

— Não quero ficar Vitor, preciso voltar para casa. — Senti a angústia em suas palavras e embora eu quisesse muito poder ajudá-la eu não poderia e nem queria vê-la longe, egoístas é isso que nós somos, e para mim era ainda pior, pois eu controlava a minha vontade de tocá-la o tempo todo.

Ela pegou um copo de água e bebeu apressada, deixando vários pingos escorrer do seu rosto indo até os seus sei0s, minha respiração estava descompensada, minha mão louca para sair do bolso da minha bermuda e me atracas aqueles p3itos deliciosos que minha boca ainda lembra o gosto, virei as coisas rápido, voltando para o sofá.

— Vou subir — comunicou deixando o copo sobre a mesa.

— Melinda, você quer dar uma volta? — Ela me olhou surpresa.

— Por onde? — Indagou animada.

— Aqui mesmo pelo Vidigal – Vesti a camisa que estava no braço do sofá coloquei o meu casaco nela e saímos. — Tem um lugar aqui que você não conhece — Disse querendo anima-la ela se agarrou aos meus braços apoiando a cabeça, uma menina, mimada e chata, mas linda.

— Está longe? — Indagou enquanto acompanhava meus paços saltitante.

— É aqui — Apontei para a visão do alto do morro, as luzes mais em baixo e o cristo logo a frente e contemplei seu rostinho satisfeito, seus cabelos ruivos voando e foi inevitável não pegar a mecha teimosa que tampava seus lindos olhos azuis e colocá-los atrás da orelha.

— Obrigada, é lindo — Disse animada abrindo os braços iguais o cristo redentor.

— Fico feliz que tenha feito seu sorriso surgir, fiquei preocupado com a sua confissão, nunca mais fale aquilo.

— O quê? Da minha falta de vontade de viver, ela só vale porque estou aqui – Seu semblante escureceu novamente e eu não queria que seu sorriso se apagasse.

— Não — Neguei, embora ela estivesse certa.

— O que então?

— Que eu só fico com os restos do Domenico — Ela gargalhou, e que sorriso lindo deu poderia deixa-la rir de mim o dia inteiro.

— Não disse nenhuma mentira — Voltou a afirmar, me fazendo criar coragem para a puxar pela cintura e com a outra mão me agarrar em sua nuca trazendo seu rosto para mais perto, atacando seus lábios com desejo.

— Não me provoque Melinda — Disse entre os beijos.

— Quando eu fiz isso? — Jogou a cabeça para trás e eu beijei o seu pescoço descendo até os seus sei0s que me chamavam sempre que eu a via, chup4ndo com vontade a fazendo gemer, minas mãos apertavam a sua bund4, esfregando minha intimidade er3ta na dela, mas logo a voz de Domenico gritou na minha cabeça me fazendo parar atordoado, sentando no chão.

— O que foi? — Indagou ofegante levando minhas mãos para o seu corpo que implorava por mais.

— Chega! — Respondi com a respiração ofegante.

— Por quê? — Perguntou manhosa, fud3ndo com meu psicológico, ela estava doida para ser f0dida e eu doido para levar elas as alturas.

— Você tem razão, eu só pego os restos do Dom — Não soou como uma piada e ela sentou carrancuda do meu lado.

— Achei que eu poderia escolher.

— Não, nós não podemos, ele está gostando de você — Minha revelação a deixou surpresa.

— Really? (verdade?).

— Sim — confirmei contrariado.

Achei que estávamos sozinhos até ouvir barulho levantei rápido sacando a arma.

— Quem está ai? — Melinda ficou atrás de mim escondida

— Me perdi? — Disse um homem saindo de trás das árvores.

— Quem é você? — Mantive a arma apontada para ele.

— Sou caio amigo do Jordan — Melinda saltou das minhas costas ouvindo o nome dele, eles se entreolharam, que porr4 estava rolando ali.

— Porque está olhando para ela desse jeito? — Perguntei furioso

— Não tinha visto que tinha uma pessoa atrás de você – Deu uma desculpa, apressado.

Melinda continuou o olhando fixo como quem procura lembra de onde o viu só confirmando a desconfiança de Domenico.

— Vaza, segue em frente que tu volta para a comunidade — Informei apontando com a arma.

Me virei para ela a estudando, ela parecia ter visto um fantasma, eu queria pensar em tudo mais eu só consegui sentir ciúmes, o cara é boa pinta, se veste bem, fala bem, parece um burgues.

— Você conhece ele? — Um vinco surgiu no meio da minha testa quando olhei a estudando.

— Não, nunca o vi — respondeu sentando novamente como quem foge do assunto.

— Vamos voltar — A puxei pelo braço a erguendo do chão.

— já? — um bico lindo se formou no seu rosto.

— Sim, já pensou se ele viu o que estávamos fazendo — Disse preocupado.

— E daí. — Disse afrontosa.

— E aí que Domenico mata eu e você.

****

Olá meninas não saim sem comentar e sem curtir ajudem a obra a crescer. Obrigada,

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Comments

Margarete Gaya

Margarete Gaya

Será que esse Caio não é um investigador que está procurando ela tomara.

2024-08-31

0

Fernanda Marins

Fernanda Marins

😃😃😃😃

2024-03-08

0

Maria Cristina Santos

Maria Cristina Santos

linda!! estou amando ler!

2024-02-19

0

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