cap 10 orgulho F0dido

João Vitor ( Alemão )

— Ninguém importante — Respondi rápido parando meus olhos no filho da put4 x9.

Naquele momento Dom só virou para Caio de Volta sorrindo.

— tu estava fazendo o que pela comunidade? Fosse ver o Cristo? — Seus tom era de um falso divertido.

— Eu estava conhecendo a comunidade.

— Se liga parceiro, não fica andando a noite na surdina não que posso te confundir e da um tiro na tua testa.

— Ta suave Dom, ele já tá ligado — Jordan tentou apaziguar.

Eu mais do que nunca queria saber qual era a dele.

— Chega aí malandro — O chamei e ele se aproximou. — Entra no carro, vamos da uma volta — Dom me olhou já sabendo o que eu pretendia, mas não me questionou esperando para ver no que iria da.

Jordan veio nos seguindo.

— Fica suave aí Jordan, meu papo é com ele — Disse o paralisando com a minha mão.

— Relaxa o cara é dos meus Alemão — Disse com um tom preocupado.

— Vamos só da uma volta.

Ele não parecia preocupado o cara era seguro, até demais.

Descemos para a boca e o sentei na cadeira amarrando os seus braços para traz.

— O que? Vão me matar? — Indagou com um tom afrontoso tentando esconder o medo que estavam estampados em seus olhos.

— Talvez.

— Qual foi Alemão? — Domenico perguntou com a testa enrugada.

A verdade é que esse cara me tirou do serio e eu vou mostrar a ele que deve dançar conforme a música.

— Posso interrogar? — Indaguei pegando o saco.

— Tu que sabe parceiro, acha necessário? — Encolheu os ombros sentando em uma cadeira.

— Esse filho da put4 está me irritando — respondi.

— O que eu fiz? — Ele me encarou.

— Me diz o que tu veio fazer aqui? Tá procurando o que?

— Nada, eu só vi repassar as arm4s e pass4 um tempo aqui.

Coloquei o caso fechando em suas cabeça, o vendo sufocar se debatendo.

— Fala — Ordenei gritando tirando o saco o vendo buscar o ar com desespero.

— Já disse, não escondo nada — Disse ofegante.

— Resposta errada — Coloquei o saco novamente maisn9ndrixei por mais tempo dessa vez vendo seus movimentos ficarem lentos.

Tornei a tirar o Saco, ele não tinha mais fôlego, procurando o ar com dificuldade e desespero.

— Vai dizer? Não me importo em te mat4r ao poucos — Sorri.

— Fala filho da put4 — Dom gargalhou, ele ama ver essas coisas.

— Não tenho nada para dizer — Sua voz era fraca e rouca.

— Coloca de novo Alemão — Disse Dom sorrindo.

Eu tinha o saco na cabeça dele que se debatia desesperado, quando ouvi uns gritos .

— Tu não pode entrar não, o chefe está ocupado — Dom sobressaltou da cadeira quando viu Melinda entrar apressada tropeçando nos próprios pés caindo sentada em seguida vendo o homem sufocar no saco já sujo de sangue.

— Jesus! — Exclamou se afastando no chão puxando o ar desesperada.

Larguei a sacola no mesmo segundo eu e Dom a alcançamos no mesmo instante enquanto ela ficava roxa puxando o ar.

— Porr4 o que é isso? — Dom gritou desesperado.

— Calma Melinda — Gritei nervoso e essa não é a melhor forma de pedir calma a alguém.

— Aqui! Aqui! — A voz fraca é baixa do infeliz preso à cadeira me fez olhá-lo, ele parecia querer dizer algo e eu me aproximei. — No meu bolso — Catei os seus bolsos apressado achando uma inalador entendendo o que ele queria dizer.

Corri até Melinda apertando a bombinha nela que pegou da minha mão com desespero, borrifador mais uma vez se acalmando, e a cor voltando ao normal.

Sentei sem fôlego enquanto Dom a abraçava com desespero.

— Ta respirando boneca? — depositava vários beijos sobre a sua pele.

— O que estavam fazendo? — Indagou em lágrimas, com todo o corpo tremendo e ainda respirando com dificuldade.

Ela já tinha nos visto bater em um homem ela chamou aquilo de tortura, mas não era nem de longe a cena que ela acabou de presenciar.

— Termina isso aí Alemão, vou levar minha boneca para casa.

— Terminar? — Melinda levantou as pressas indo até o homem — Não vou deixar vocês mat4r uma pessoa — Era apressada o soltando, eu pensei em impedi-la, mas Dom me conteve com um dos braços.

— Deixa ela fazer o que ela quiser — Disse a olhando.

Naquele momento eu entendi que o caminho era sem volta, e que ele estava fud!do de amor por ela, o Dom que eu conheço teria a arranjo do local pelos cabelos caso ela resolvesse agir sem as suas ordens, mas ele parecia orgulhoso dela e com medo de reagir e ser reprovado por ela.

— Vem boneca, deixa Alemão resolve isso, solta o cara Alemão. Estou de olho em tu comédia — Disse para Caio cruzando a porta da boca com Melinda ainda em choque.

Olhei ainda mais desconfiado para o cara, ele sabia exatamente o que fazer, ele a conhece ou está a mando de alguém.

— Vou te deixar ir, mas não confio em você, tu conhece a Melinda de onde?

— Não a conheço — Tossia respirando com dificuldade — Eu sofro de asma, ela estava tendo uma crise de asma — Eu olhei desconfiado.

— Tu teve sorte hoje, mas pode não ter amanhã, não abre a tua boca pra fala as tuas merdas não tá ligado.

— Que merda? Que você está pegando a mulher do chefe? — Tossiu em meio a um sorriso, até senti meu soco na boca do estômago.

— Cala a boca tá ligado, ou arranco essa língua, estou de olho em tu malandro.

***

Domenico (Dom)

Chegamos em casa e ela se apreçou sentando encolhida no sofá, sentei ao lado dela a puxando para deitar a cabeça em meu peito.

— Já está tudo bem minha boneca, está tudo bem — Alisava seus cabelos enquanto ela buscava controlar o choro.

— Vocês, vocês… — Soluçava.

— Relaxa boneca, o cara saiu vivo, não saiu? Deixei ele ir por tu minha boneca.

Seu corpo tremia e o choro estava longe de acabar ela tornou a pegar a bombinha e borrifar na boca.

— Isso é remédio Melinda, não exagera não — Disse sem saber quanto de fato se pode usar aquilo.

— Eu tenho Asma — Falou em meio ao soluço.

— Vai ficar tudo bem, quantos desse você precisa?

— Fazia tempo que eu não tinha uma crise de asma.

— Mas é melhor garantir, vou comprar umas paradas dessa e deixar aqui.

Ela não faz ideia do quanto fiquei desesperado, em vê-la morrendo sem ar na minha frente, senti meu coração parar de bater, e deixar ela tomar as rédeas da situação soltando o cara e me dizendo o que eu tinha que fazer era um caminho sem volta, , eu estava fud!do, completamente apaixonado por ela.

No fim da noite quando Alemão voltou para casa, Melinda estava mais tranquila e dormia no meu quarto.

— E aí Alemão, o que fez com Caio?

— O que tu mandou, soltei ele — Respondeu sentando no sofá.

— Não gostou dele — Disse intrigado.

— Bota ele pra correr do morro — Sugeriu.

— É pior tá ligado, ele já viu a movimentação aqui, sabe de muita cosia, ele só sai daqui morto.

— Concordo, ele morto é o melhor.

— Engraçado Alemão a Melinda também saiu de casa ontem a noite, não visse ela por aí não?

— Saiu? — Indagou indiferente.

Eu o olhei desconfiado, já tinha sacado uns olhares dele para a Melinda, mas ele ainda é meu irmão.

— Tu é meu irmão tá ligado, confio em tu pra car4lho.

— Qual foi Domenico? — seu tom era de ofendido, virando as costas para mim indo até a cozinha e bebendo água.

— Alemão deixa eu jogar a real pra tu, eu não sei quem eu mato primeiro se é tu ou ela tá ligado, vem me fazer de trouxa não irmão.

— Essa conversa já deu par mim Domenico, se você vai vim com desconfiança melhor eu procurar outro lugar pra morar.

— Se tu sai só vai confirmar que tu tá querendo a Melinda.

— Se eu sair e para você ficar suave, tranquilo aí com a sua boneca.

— Vou arrumar uma mina pra tu.

— Não estou te pedindo nada não irmão, não tenho problemas em arrumar mulher não.

Eu estava pensando na vadia da Laura ela fazia a cabeça do Alemão, vou chamar ela de volta para a comunidade.

— Vou subir Alemão, Melinda está dormindo no meu quarto, vou ficar com ela.

Entrei em silêncio para não acordá-la me deitando do seu lado, a envolvi em um abraço.

Dylan? — Ela sorriu virando-se para mim percebi que ela queimava em febre — Dylan? — Eu senti ódio de vê-la chamar por outro homem, ela se aninhou em meu braços sorrindo eu queria acordá-la e gritar por ela está me chamando pelo nome de outro, mas ela me abraçou alisando meu rosto e eu desejei ser a pessoas que ela queria que eu fosse, desejei ser o homem que ela teria prazer em abrir as pernas e gem3r, eu estava gamado nela e disposto a muito para ser considerado uma opção para ela.

Eu levantei, peguei um remédio para baixar a febre a fiz tomar, tornei a deitar com o orgulho f0dido, mas ainda assim eu estava com ela.

***

bom dia meninas, não esqueçam de comentar de curtir, ajudem a obra a crescer na plataforma.

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Comments

Margarete Gaya

Margarete Gaya

Autora se esse cara está gostando dela porque não ajuda ela?

2024-08-31

0

Fernanda Marins

Fernanda Marins

😍😍😍

2024-03-08

0

Lets Oliver

Lets Oliver

Eu prefiro o Alemão, porém Melinda será a redenção do Dom... poderia aparecer uma segunda garota para o Alemão... um trisal não daria certo visto q os dois se mordem de ciúmes ao vê-la próxima de cada um deles.
Autora não cometa o mesmo erro de uma outra autora q o cara se rendeu aos encantos da garota e ela no fim fugiu e ainda o traiu lhe entregando para morte.
eu volto na relação do Dom com a Barbie rsrs.

2023-09-07

0

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