Melinda Taylor
— Nossa boneca, você está muito gata — Dom se aproximou de mim se ajudando a descer as escadas.
— Obrigada! — Sorrir apenas com a boca, eu tinha vontade de mata-lo por estar me mantendo aqui, mas os olhos do Alemão me davam esperança, eu podia ver que ele estava desconfortável e isso era algo que eu iria usar a meu favor.
— Então vamos — Disse ele virando as costas.
Fui obrigada a subir em uma moto, enquanto vários outro faziam um certo tipo de escolta, vários homens arm4dos fazendo muito barulho com o motor das motos.
“O que era aquilo afinal? Um desfile de carnaval”, pensei tentando em desespero tentando não desabar em choro.
— Está gostando, minha boneca? Esse reino é meu, eu sou o dono disso tudo aqui — Dom disse orgulhoso.
— Yes ( sim) is (é) lindo! — Falei para ouvi-lo gargalhar diante da minha falta de sinceridade.
— Lindo? Só se estiver falando se mim — gargalhou. — Tu logo vai sacar como as coisas funcionam aqui — Eu precisava urgente entender o que ele fala.
Meus olhos analisaram cada centímetro, e só clamava aos céus que me tirasse daqui.
— Vem, vou te mostrar o nosso baile — Me puxou para dentro do evento um tanto peculiar, muitas pessoas juntas, suadas, bebendo e dançando até o chão, eu achei que estava descomposta até perceber que eu estou quem estou com mais roupas.
— Relax (relaxa) não é tão ruim — Disse alemão com um meio sorriso.
Claro não era tão ruim, eu apenas estou procurando a parte boa para me jogar.
— Não sabe dançar? — Indagou Dom — estou loco para te ver dançar — Pronunciou com malícia.
Eu queria conseguir engolir tudo isso sem um pingo de água, mas não seria tão fácil como eu imaginei que seria.
Eles pareciam ter mel as mulheres dançavam se insinuando.
— Tequila? — Indaguei no bar, meu pai nunca me deixou beber, mas eu já tenho quase dezoito anos e a ocasião literalmente pede
— Tequila? — Sorriu o homem.
— Ei serve minha mina direito tá ligado.
— Tequila Dom? — Deu de ombros.
— A mina é da Europa porr4 deixa ela pedir o que quiser.
— Mas não tem Dom — Ele parecia nervoso.
— Vou te perdoa dessa vez tá ligado, mas compra essa parada da próxima vez, da algo parecido a ela. — Seu tom era de ordem e ele logo me entregou um copo minúsculo que cheirava a álcool, puro bebi e uma vez pedindo por mais.
— Vai com calma, é forte. — Disse o homem
— Mais — Ordenei, já percebi que minhas ordens seriam atendidas, não porque eu sou rica e sempre tive tudo e todos aos meus pés, mas porque aquele homem que me comprou exala terror por onde passa, embora todos o cumprimentem e sorriam ao lado dele como se fossem bons amigos.
Aos poucos me senti mais leve, e tonta confesso, mas as batidas da música me fizeram mexer o corpo, não como as mulheres ali presente, mas como alguém quem dança contemporânea, a qual fiz aulas por anos.
Eu estava presa, mas fechei os meus olhos e me senti livre, enquanto dançava aquelas batidas com letras que eu não entendo.
— Que isso Boneca? Assim tu me deixa doido — Senti sua respiração próxima a minha nuca, suas mãos na minha cintura, e um arrepio percorreu a minha espinha, eu não estava no meu estado normal, o que tinha naquela bebida, certamente me drogaram.
— Deixo? — Indaguei virando para ele — Crazy? (Louco) — Sorri me pendurando em seu pescoço, eu vi a luxúria em seus olhos. “ Pervertido!” exclamei em pensamento.
— Crazy — respondeu de volta tocando meu rosto desenhando meus lábios, enquanto eu dançava me esfregando como uma cadela no cio. — Quero te beijar — Parecia pedir permissão, mas esse não era o caso, pois logo encostou seus lábios no meu, apertando firme a minha cintura, o seu toque era delicioso ou era apenas o efeito do álcool? Essa era uma dúvida que eu não poderia responder agora.
Uma orgia ao seu aberto, era exatamente isso que estava acontecendo ali, e eu estava me permitindo ser tocada por um desconhecido sádico.
Domenico ( Dom)
A mina me deixa a ponto de bala só com o olhar, e dançando assim não dá para resistir, eu estava fissurado, a olhado sentido meu p4u latejar doido para esta dentro dessa diaba ruiva.
Todos a olhavam com desejo, a mina é muito gostosa, e que dança é essa, ela deveria estar fazendo só para mim, dento do meu quarto, tremi quando notei que estava tendo pensamento de posse, não era apenas porque a comprei, e poderia fazer o que eu quisesse, mas porque eu não queria que ninguém mais a tocasse.
Me aproximei, estava loco, enlouquecido e estremeci quando seus braços envolveram meu pescoço, aquela boca tão perto da minha, aqueles peit0s durinhos roçando em mim.
A puxei para um beijo, e fechei os meus olhos sentido minha língua se atracando com a dela, eu me esfregava querendo aliviar um pouco do tesã0 que me queimava.
— Dom, chega ai. — um dos meus soldados corta o meu barato
— Qual foi, não está vendo que eu estou ocupado? — Me virei irritado
— Se liga ali no comédia
— Que porr4 é aquilo ali? — Indaguei vendo um dos foguetes do morro que não é dos meus aliados ali dançando e comendo na minha festa? Esse comedia já foi dos meus e me traiu.
Desci com a arm4 na mão engatinhada.
— Qual foi, estas fazendo o que aqui comedia? — Já cheguei dando a braba com a arma na cabeça dele.
— Segura aí Dom, eu vim só para festa, estou com a mina aqui, está ligado, estou lindo, estou no comércio não irmão.
— Quem autorizou a tua subida porr4? Tu me pediu para ta aqui? Tu quer virar defunto? Sobe com ele Alemão, leva o comedia lá para cima. — Ordenei.
— Dom me deixa ir, porr4 eu estava só curtido o baile. — Implorou
— Abre a boca. — Ordenei apontando a arm4
— Qual foi Dom, eu já estou indo... — enfiei a arma na boca dele antes que ele terminasse de falar.
— E aí vai ser a diversão hoje? — Gargalhei — Mostra ele como é a diversão, tu quer beber a minha bebida e comer da minha comida? Pega a garrafa aí Alemão, Abre a boca porr4 se cair um pingo fora da tua boca tu sai daqui sem um dedo da mão e aí?
— Relaxa ai Domenico. — Alemão olhou para Melinda que estava apavorava acuada na parede.
— Ela tem que saber como as coisas funcionam aqui. — Respondi sem me importa. — Vou perder minha moral, não tá ligado, vai faz o que mandei. — Sentei enquanto assistia o comedia tentando beber toda a cachaça despejada na boca.
— Não deixa cair nem um pingo — Um dos soldados disse em meio a gargalhada enquanto outra garrafa ia sendo despejada na boca dele que parecia se sufoca.
— Dom — Melinda chamou minha atenção para ela.
— Estou cansada, quero ir para casa. — Pediu
— Agora não, relaxa ai, vamos ver ele perder os dez dedos da mão — Sorrir a empurrando para o lado até ser surpreendido com ela sentando no meu colo e me beijando sem aviso.
— Deixa ele, achei que estivesse feliz com a minha presença. — Disse convencida, mas de fato eu estou, mas exit4do que feliz.
— Chega dessa resenha aí, solta o moleque, aproveita a cortesia, estou tranquilão, vasa daqui, agradece a cortesia a minha barbie aqui, mas rapa o pé daqui senão eu estouro tua cabeça caralh0. Vaza logo porr4 antes que eu desista de te deixar vivo. — Ele correu tropeçando nos pés de tão chapado e eu gargalhei da cena. — Alemão fica de olho em tudo ai, vou levar a boneca para casa.
Ela sorriu para mim, eu sabia que tudo aquilo era pura encenação, mas eu estou pouco me fud3ndo para tudo isso, contando que ela abra essas perninhas deliciosas para mim.
— Sobe boneca. — Disse sentando na moto, esperando a minha máquina subir, arranquei a moto com tudo a obrigando a me agarrar com força, senti o seu coração acelerado, puxei a moto com tudo, ela me provocou a noite toda, vai ter que dá conta.
Ela estava tonta, não era para menos após virar vários copos de cachaça.
— Estamos em casa boneca, me mostra para que me trouxe — meu tom era malicioso e eu estava ardendo de vontade de agarrá-la
— I am tired ( estou cansada )— Disse se jogando no sofá
— Tired? Tar4do está eu nesse corpinho delicioso — disse respondo falando o que eu quis entender da frase.
Sentei ao seu lado no sofá virando seu rosto para mim com meu dedo indicador, que olhos lindos, que boca deliciosa, tornei a desenhar seus lábios, e para minha loucura ela fechou os olhos enquanto umedeceu os lábios, a puxei e ela sentou no meu colo de frente para mim, meus olhos em direção aos seus seios que furavam o tope, passei as minhas duas mãos pela sua nunca segurando firme seus cabelos pressionando seu rosto contra o meu enquanto a beijei de forma alucinada, como nunca havia sentido antes, e gem! Igual a um menino descobrindo o pr4zer.
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Atualizado até capítulo 40
Comments
Fernanda Marins
🥵🥵🥵
2024-03-08
0
ROSEMARY Oliveira
eita vai pegar🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥
2023-08-07
0
Ninha Arguello
Fogo no parquinho 🤣🤣🤣🤣
2023-02-05
3