cap 12 vou te fazer forte

Melinda Taylor

Eu fechei os meus olhos, com o coração vibrando Dylan eu amava ouvir esse nome. Eu sentia falta dele eu o queria.

— Como ele está? — Indaguei ainda de olhos fechados e o coração ansioso.

— Algumas vezes ele parecia preocupado com você, porém...— Fez uma pausa e abri os meus olhos para encara-lo

— Porém? — Um gelo se formou em meu coração enquanto aguardei a resposta.

— Não quero falar sobre isso, já percebi que você gosta dele... ainda — Falou baixo quase em um sussurro como quem sente pena.

— Sobre o que? — Indaguei angustiada.

— Consiga uma forma de ver as notícias sobre Boston, sobre o seu patrimônio, sobre Dylan, sobre a Charlote — Calou-se

— O que eu deveria saber? O que eu tenho para ver? — Seu olha de pena me alcançou ainda mais fundo.

— Melinda você é uma ótima garota, eu não estaria aqui se não fosse, seu pai sempre me tratou bem, me deu ótimas oportunidades, logico que eu viria atrás de você, em troca de tudo que ele me fez, eu quase morri, esses homens são loucos Melinda.

— Quase morreu e ficou? — Sorri com a ironia

— Sim, vou sair daqui com você, mesmo que isso não seja importante para Dylan, é importante para mim.

— Para você? — eu estava confusa.

— Sim tenho motivos para estar aqui, esqueça o Dylan, mesmo que eu visse remorso em seus olhos ele não esta se importando, a sua fortuna parece mais importante para ele — Foi duro em suas palavras.

— Como ela está? — O tom de voz preocupado do Dom nos interrompeu.

— Estou bem — disse baixo.

— Caralh0 minha boneca, faz isso mais não porr4, fiquei muito preocupado contigo — eu tinha tentado fugir e ele estava ali me tratando de forma carinhosa.

— Preocupado? Foram seus capangas que atiraram em mim — disse com ironia e um tanto irritada eles queriam me matar.

— Aquele lá vai treinar pontaria no inferno agora minha boneca — arregalei os olhos o encarando, constatando que ele o matou.

— E tu, está fazendo o que aqui ainda, já ficou demais na cola da minha mina tá ligado, vaza — Disse para caio que agora sei que é Humberto.

— Melhoras Melinda — Humberto levantou-se me encarando, cruzando a porta da ambulância em seguida.

— Dom, posso ver seu celular? — Não pedi, implorei

— Meu celular? — Indagou confuso.

— Por favor! — Tornei a implorar.

Ele o destravou me entregando.

— Pode digitar para mim? — Devolvi

— O que? — Me encarou ansioso

— Dylan espaço, Taylor — ele me encarou insatisfeito eu o vi relutar para fazer o que eu pedia.

— Ele de novo Melinda? — Falou controlando a raiva.

— Por favor — Disse com a voz fraca e manhosa e vi os seus olhos ceder.

— Beleza, beleza — Fez o que eu pedi contrariado, mas logo um sorriso satisfeito brotou em seu rosto enquanto rolava o dedo pela tela.

— O que? Me deixe ver — pedi com ansiedade e ele tornou a me entregar o celular.

Uma lagrima de decepção escorreu pelo meu rosto, apertei forte o aparelho nas mãos, eu precisava voltar mais do que nunca, é o meu dinheiro, a minha empresa, que tipo de pessoa é ele que sempre disse que me amava e agora desfila noivo de outra mesmo sabendo que eu estou viva?

— Você não precisa dele minha boneca, você tem a mim — Beijou o dorso da minha mão alisando com o dedo polegar em seguida.

— Domenico, o que eu ganho em troca se eu aceitar ser a sua mulher? — Ele levantou os olhos surpreso um sorriso brotou em seu rosto.

— O que quiser — Disse ansioso

— Eu quero Boston — Falei de boca cheia e o coração transbordando de esperanças.

— Não posso te dá isso, no momento em que eu te ganhasse eu perderia você.

— Eu sei o que eu quero Domenico, e você sabe o que quer? — Fui direta, ele queria mais que minha presença ele queria sex0, ele me queria por inteiro e eu não queria esperar o melhor momento de fugir com Humberto, eu queria a certeza que sairia dali, que voltaria para Boston.

— Vou pensar na resposta — Levantou nervoso passando as mãos na barba baixa e bem feita.

— Como ela está? — Indagou Alemão entrando no carro do Samu.

— Estou bem — disse tentando sorrir.

Ali estava os dois homens que de fato me envolve e me deixam com vontade de ser deles, era possível que eu estivesse envolvida com os dois, que eu quisesse os dois.

— Vem vamos entrar — Domenico me pegou em seus braços e envolvi os meus em seu pescoço.

— Ai! — G3mi sentido o meu braço doer quando o levantei.

— Deixa o braço quieto — Deu uma bronca em um tom irritado.

— Sorry (desculpa).

— Não se desculpe você não fez nada, só tentou fugir de mim, terei que castigá-la — Sorriu de forma divertida.

Olhei para Alemão por cima do ombro de Dom, ele ficou para trás nos olhado com as mãos no bolso. Eu não tinha o direito de escolha, e também nem saberia usar este direito se o tivesse.

Domenico me colocou em sua cama, havia se tornado um habito dormi na cama dele, sentido seu corpo quente se esfregando de forma indecente ao meu.

— Meu castigo começa agora? — Indaguei divertida

— Sim, começa agora.

— Não seja cruel eu estou ferida.

De forma rápida e apaixonada ele me beijou segurando firme os meus cabelos, deitando ao meu lado apertou com firmeza a mina coxa.

— Dom, o meu braço — Senti medo da sua afobação.

Mas pareceu não me ouvir, apertando os meus sei0s. G3mi enlouquecida com o seu toque.

— Delicia! — Ele g3meu.

— Pare, você vai me machucar — Pedi como quem implora por mais.

— Serei cuidadoso — Disse entre beijos

— Em que parte, quando? Pare.

— Eu quero você Melinda — Sussurrou descendo e sugando os meus sei0s. — Não aguento mais porr4.

Eu também queria, e muito, mas não sem ter o que era mais importante.

— Essa é a sua resposta? — Indaguei o fazendo travar.

— Que porr4 Melinda — Sentou na cama ofegante — Não porr4! — Exclamou.

— Então é isso? Vou ficar aqui e te matar de desejo, minha presença é mais importante do que sua vontade de me fazer mulher? — O provoquei.

— Acredita que uma noite apagaria em mim todo o desejo que sinto por você? — Sorriu sem humor.

— E todas as noite também não irão apagar, porque eu não irei ceder — Fui clara e direta.

— Você sabe que eu posso te jogar nessa cama e rasgar as suas roupas e te fazer minha durante uma longa noite, eu te comprei — me lembrou.

— Sim, você pode fazer isso, vá em frente a faça o que quer — Deitei como uma boneca na cama esperando a sua próxima reação.

— Me dê mais tempo com você um mês ou dois, quero dormi e acorda ao seu lado por vários dias, quero que me aceite, e me deixe te ensinar a ser forte, ou pensa em retorna para Boston a mesma menina boba que acha que é esperta? Eu quero muito te fazer minha mulher, e quero muito que você mude de ideia de voltar para Boston, mas enquanto não te convenço eu vou te ensinar a não parar de novo nas mãos de alguém feito eu.

***

meninas quem ainda não avaliou, não esquece de deixar estrelas e avaliar, ajudem a obra a crecer na plataforma.

obrigada a todas beijos no coração.

Ah e quem não me segue no insta @autoraadriluna espero vocês lá inclusive tem um vídeo de Dom e do alemão lá no reels.

Mais populares

Comments

Fernanda Marins

Fernanda Marins

🥰🥰🥰🥰

2024-03-08

1

Aline Gabriela

Aline Gabriela

ela poderia seder a ele e aprender como ser ruim, para quando voltar dar o q a madrasta merece por vender ela

2023-10-23

0

Lets Oliver

Lets Oliver

As palavras do Domenico foram fortes e precisas, e q venham os hits. Ela poderia voltar a Boston casada com ele.

2023-09-07

0

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