João Vitor ( Alemão)
Na subida baixei um aplicativo pra traduzir o que ela falava, ela não podia usar telefone enquanto estivesse sozinha, mas enquanto eu estivesse tentando falar com ela seria muito bem-vindo.
— Não vai alimenta a menina? — Dom virou pra mim com desconfiança com a.minha pergunta.
— Claro que vou porr#. — Respondeu, mas logo mudou de assunto. — vou fazer uma festinha, vamos baixar lá no baile hoje. — Eu olho surpreso
— achei que ele ia ficar grudado na novinha.
— Vou levar minha bonequinha, será que ela sabe descer até o chão? — Sorriu com malícia — o que foi porr#, cara de cu do caralh#.
— Irmão a mina chegou aqui hoje. Tu acha seguro levar ela para geral ver? — Ele gargalhou.
— Tas feito menininha porr#, quem quiser subi o morro mando mete bala em geral tá ligado, aqui quem manda sou eu, a mina só sai daqui se eu quiser pegasse a visão? Quero ver quem tem coragem de vim aqui, meto bala em geral, polícia manda aqui não porr#. Faz um lanche responsa para mina lá. — Ordenou.
Eu nem sei o que ela costuma comer, mas acredito que pão ela come.
Ao contrário de Domenico, eu estudei alguns períodos na faculdade de administração, era o sonho dos meus pais, sempre que eu falo muito certinho ele vem com resenha de me chamar de menininha. A mina é novidade, é estrangeira, ele esta bem animado, e eu mesmo que não queria estou com pena dela, mas nenhum dos dois precisam saber disso preciso manter minha postura, nunca tivemos ninguém contra a vontade aqui, as put# vem aqui por dinheiro, na comunidade qualquer mina quer esfregar a bucet# na nossa cara, umas por drogas e outras por roupas e sapatos, já passamos o rodô, em geral, Domenico sempre come e diz que posso comer depois dele, ele gosta de me lembrar que é o dono da bagaça todo e que mesmo que agente viva como irmão, ele manda mais do que eu, por esse motivo eu nunca tive uma fiel, me envolvi com uma mina a um tempo e a mandou para longe do Vidigal.
“Negocio de namoro é coisa de menina, foco no comando, porr#” , Ele disse enquanto me dizia que a mina era piranha e tava dormindo com os, envolvido, eu não era apaixonado, era alguém que eu curtia, então não me importei muito.
— Eu subo? — Perguntei com a comida na mão.
— Manda ela descer porr#, aqui tem empregado não.
Coloquei a comida na mesa e subi, a porta estava aberta e ela encolhida na cama.
— Melissa, desce, fiz comida para você. — Ela levantou os olhos para me encarar, inchados de tanto chorar.
— No.
— Melhor descer, Dom vai subir se você não estiver la em alguns segundos. — Ele esfregava a pele com forca e tenta manter os cabelos presos enrolados sobre o alto da cabeça. — está com calor? — Claro que ela estava estamos no mês de setembro, o calor está escaldante e a mina está acostumada com o clima frio.
Ela levanta sem vontade e me segue, ela tem os olhos lindos, uma boca bem desenhada, os pelos ruivos, minha boca salvou imaginando se tudo seria ruivinho assim e rosado igual as suas bochechas, somos uns filhos da put# do caralh#, é só uma menina beirando os 18 anos.
— Desce depressa.— Falo ríspido, não posso deixá-la perder o medo.
— Chega aqui. — chamou Dom assim que a viu descer, ela se aproxima hesitante. — mãozinha linda, fina. — Folou analisando. — já levasse prato novinha? — Gargalhou ele. — ela não entende tudo que ele fala e olha confusa.
— dish washing (larvar prato) — Ambos me olharam incrédulo eu apenas abrir o app e tentei repetir a pronúncia.
— No, Never ( Não, nunca).
— Vão ficar de comédia? Que resenha é essa Alemão?
— Baixei um aplicativo, ela não entende tudo e nem agente entende tudo que ela diz.
— tu não disse que ela iria aprender porr#, fala em português, como ela vai aprender. — Falou irritado a puxando até a pia da cozinha. — isso é lavar prato. — Falou fazendo os movimentos. — Faça isso quando terminar de comer, aqui tu vai ter que arrumar as paradas tá ligada, se movimentar novinha. — Ela mordeu os lábios parecia entender o que ele dizia dessa vez.
— Come. — Dom apontou para a mesa, eu fiz um sanduíche de mortadela com bacon, eu já vi que os americanos comem bacon, mas não pareceu agradar o paladar refinado da barbie que encarou a comida como quem ver bosta na sua frente.
— Qual problema?
— No, está tudo bem. Okay, okay. — Disse mordendo o pão.
Dom nos olhava do sofá achando graça.
— Chega aqui Alemão. — Sentei de frente para ele. — Compra umas roupas para ela, uns shortinho, uns tops, saia daquelas bem pequenas, quero desfila com essa máquina na garupa da minha moto. — Bota um ar no quarto um potente para minha barbie não fica marcada do calor, a mina é cheia de frescura. — Gargalhou. — Manda os vapô vê isso aí para tu tá ligado, desce na 12 e faz os recolhe lá, avisa para geral que tem festinha no baile hoje, manda as mina é tudo no estilo, chama geral pro open bar, vou apresentar a minha boneca, quero geral babado em cima da mina da Europa.
Olhei, atravessado para ele que notou.
— Vai se fud#r Alemão, tas com inveja porr#, arruma uma put#.
— É a sua fiel agora?
— Fiel um carai porr#, é só meu brinquedo novo.
— Vou agilizar as paradas. — Disse saindo da casa.
***
Melinda Taylor
— Gostando da estadia? — Indagou Dom sentando ao meu lado, a forma que ele me olha me incomoda. E o que é estadia?
— Estadia? — Indaguei o fazendo gargalhar.
— deixa eu mandar a real tu, a casa é tua responsabilidade tá ligada, dá um grau de leve tem sempre um coroa que passa aqui e faz a geral mesmo, mandei colocar um ar no teu quarto, vou me mudar pra lá, tu tem que se ligar de agora que tu vai ser a minha boneca tá ligada. — Não entendo patavinas que ele fala, mas sei que tudo que ele diz não é bom para mim, que a única intenção dele é de me usar na cama.
— okay. — só me restava concorda, e vê-lo sorrir satisfeito sentando ao meu lado.
— Tu é muito gata, o playboy que aparece aqui é o que teu? Dylan. — A última palavras me fez os.meus olhos se arregalarem.
— Dylan? — Repeti.
— É o teu namorado?
— Yes, sim. — confirmei e ele gargalhou.
— Minha boneca, você não vai mais vê-lo, o que acha do neg#o aqui? — Sorriu enquanto girava de braços abertos buscando aprovação.
— very good ( Muito bom) — Confirmei
— Very good para tu também minha boneca. — Ele era um tanto bizarro, com todas aquelas palavras que eu não entendia, eu esperei que o dono de todo um morro tivesse uma personalidade mais sombria, mas eu estava indo rápido demais com as minhas conclusões. — Vem aqui, minha boneca. — Ele bateu com a mão no sofá e fui até ele. — Tu é minha agora, tá sabendo, seja boa pro papai aqui. — Ele tocou nos meus cabelos me encarando com malícia, umedeceu os lábios fitando os meus, eu queria recuar, mas apenas o olhei assustada e esperando que ele não fizesse o que estava pensando, mas seu polegar desenhou os meus lábios, e a sua boca chegou próxima à minha, ele tinha um cheiro bom, mas eu sabia que era apenas um objeto ali não sabia o que me esperava de hoje em diante e eu estava com muito medo.
Ele passou a língua pelos meus lábios, esperando que eu retribuísse e sorriu se afastando quando não tive reação.
— Temos tempo boneca.
— Comprei o que me pediu. — Disse Alemão entrando na sala.
— Então mano coloca no quarto da Melinda. — Olhei as sacolas em sua mão, e foi quase um pediu para ver o conteúdo. — pode subir, toma um banho e se troca. — Disse ele.
— São roupas. — Disse Alemão jogando trapos sobre a cama, olhei desdenhosa para queres pedaços de pano.
— Sinto muito, sei que não faz o seu estilo. — Disse analisando a forma que eu estava vestida. — Melinda, Dom pode parecer tranquilo, de boa, mas ele surta do nada, então não faz bobagens belezas, eu sei que não está sendo fácil para tu, mas posso te ajudar com o nosso vocabulário e aos poucos tu vai tá entendendo tudo que ouve.
— why? ( porque) porque é... ser... legal comigo? — minha dificuldade em formar as frases o fez rir, ele era diferente do outro, eu tive uma impressão diferente no primeiro segundo que o vi e outra pior quando nos fomos no carro, mas todo aquele sarcasmos havia sumindo e ele me olhou com pena.
— Okay, thank you ( obrigada)
— Então se arruma aí e desce, vamos pro baile. — Olhei confusa — party, festa.
— A.... okay. — Confirmei.
Ele parecia a solução que eu buscava, ele me encheu de esperanças, talvez eu conseguisse convencê-lo a me tirar daqui, eu ainda não tinha uma estratégia, ainda não montei um perfil exato dos dois, mas uma certeza eu tinha se eu precisasse brincar com.os dois para eu chegar onde quero eu o faria sem nenhum pudor, eles me chamam de barbie, mas ele não imaginam que uma princesa é capaz de tudo pelo seu reino e eu queria retorna ao meu Palácio, vesti a roupa mais curta um jeans apertado, e uma blusa parecia parte de baixo, coloque um dos saltos, usei as maquiagens baratas que me foram dadas e desci as escadas vendo dois marmanjos babando os mesmo que acreditam que vão brincar comigo, sorri com malícia indo ao encontro deles, ali nascia a mulher capaz de tudo para alcançar os objetivos.
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Atualizado até capítulo 40
Comments
Fernanda Marins
show
2024-03-08
1
Jurema Ferraz
isso mesmo melinda..... Acaba com o psicológico deles kkkkkkkkkkkkkkk
2023-07-25
1
Tati
adorando a melinda ❤
2023-07-11
0