Melinda Taylor
Eu não tinha certeza se era efeito do álcool, tudo em mim, está pegando fogo, e entrei em total combustão quando ele me colocou sentada em seu colo segurando firme os meus cabelos, e me beijou com desejo, minha intimidade latejou.
“Isso é loucura Melinda”, berrei em minha cabeça, levantando bruscamente o deixando esbaforido.
— Excuse me (me desculpe) — ele tornou a estreitar a distância entre nós com um olhar malicioso mordendo os lábios com malícia e eu estava gostando, em que universo isso poderia acontecer?
— Você não vai me deixar assim não boneca — Apertou a sua intimidade totalmente er3ta.
— Não! — Falei firme, a única palavra que conseguia pensar rápido sentido suas mãos me segurarem com força contra o seu corpo.
— Não o quê? Porr4 tu seta no meu p4u me deixa doido para car4lho e agora vem fazer cu doce porr4 — ele gritou as palavras levantando irritado me jogando de lado.
— Atrapalho? — Alemão entrou neste exato momento para o meu alívio.
— Tu sempre está atrapalhando, mas dessa vez, não foi tu que cortou o barato não — ele ainda falava irritado e minha mente fervilhava por não entender quase nada do diálogo.
Alemão caminhou os seus olhos do Dom para mim e suspirou cansado.
— Vamos subir, precisamos conversa — Disse ele a Domenico que ainda mantinha as mãos nos quadris respirando de forma rápida.
— Vamos — soltou a respiração seguindo na frente.
***
João Vitor ( Alemão )
— Qual foi com a garota? — Indaguei curioso.
A sua irritação era enorme, embora ele não fosse um cara fácil de lidar e eu já estivesse bem acostumado com o gênio difícil dele.
— Ela está brincando comigo porr4, estávamos em um amasso massa e ela cortou o barato, tenho paciência para isso não porr4, eu paguei quanto? Meio milhão para ela ficar de onda com a minha cara, vou devolver e pedir o dinheiro de volta.
— A moleca é virgem, o que você queria? Que ela abrisse as pernas fácil? E ainda mais nas condições que está aqui, como tu mesmo disse ela foi comprada, está contra a vontade — o lembrei o obvio.
— O que tu está dizendo que eu tenho que bajula a patricinha? — Sorriu sem humor
— Sim, você precisa fazer ela querer, e considerando que ela é apenas uma adolescente, não acho que será difícil.
— Vai te fod3r porr4 e eu não vou bajular ninguém, ela é minha querendo ou não.
— Você quem sabe, deixa ela na tua e consegue o que quer com ela.
— Vaza malandro vou dormir, amanhã a gente tem que resolver o carregamento de arm4 que o Jordan ficou de conseguir.
— Beleza, até amanhã.
Antes de ir para o meu quarto passei no da Melinda, abrir a porta sem bater e ela sobressaltou assustada enrolada em uma toalha, “filha da mãe gostos4”, engoli seco virando as costas.
— Me desculpe! — falei as palavras pausadamente para que ela me entenda, sempre tento falar o mais correto possível.
— Ok, tudo bem — Pronunciou com calma.
— Estou virando — Fiz lentamente esperando que ela já estivesse colocado uma roupa, mas para minha agonia ela não o fez, sentou na cama fazendo um coque nos cabelos. — Por que ainda não se trocou? Colocar uma roupa, vestir. — Falei de várias formas e ela sorriu
— I got it (uma expressão em inglês usada para dizer entendi)
— Aigori o quê? — Disse repetindo a pronúncia e ela sorriu novamente.
— Me ensine, português, como fala aqui.
— yes, ensino, mas quero aprender inglês — sorrir a vontade diante de uma garota semi nu4 na minha frente.
— Ok — Juntou o polegar com o dedo indicador gesticulando o ok.
— Coloque uma roupa, quero falar com você. — gesticulei para ela entender e ela gargalhou enquanto acenava negativamente. — Não?
— Não! Sem nada! — Disse deitando na cama, entendi que dormiria nu4, minha garganta ficou seca, o que essa pirralha está tentando fazer? — hot, calor. — Concluiu.
Claro calor! Que pensamento pecaminoso esse o meu.
— O que estava acontecendo lá em baixo? — Usava mimica, mas resolvi usar um tradutor de voz, repeti as palavras e ela ouviu o aplicativo com atenção levantando as sobrancelhas quando entendeu a minha pergunta.
— Come here (vem aqui) — Continuamos usando o tradutor, mas eu nem precisaria já que ela bateu com a mão ao seu lado no colchão.
Ela mordeu os lábios de forma sugestiva, seu olhar era puro luxuria, arrancando a toalha estava apenas de calcinha, “não brinca assim comigo não”, pensei esbaforido.
Sentou no meu colo de frente para mim e eu não tive a menor força para levantar encarando sues sei0s em seguida subi meus olhos para sua boca que ele umedecia com a língua, eu sempre fui fraco para uma mulher gostosa.
Ela guiou as minas mãos para a sua nuca de forma lenta pelo seu corpo, eu senti o calor da sua intimidade rocando na minha er3cão, e selou meus lábios com o dela em um beijo fod4, minhas mãos tomaram os seus sei0s e eu g3mi doido para rasgar a única peça que me impedia de estar dentro dela.
“ Que porr4 Vitor, se tu comer essa mina a parada vai da merda”, berrei em minha cabeça procurando alto controle.
— Chaga! — Levantei ofegante — Não sei qual o seu objetivo em estar me tentando assim, mas não vai rolar, não vai mesmo. — Repeti me convencendo.
Sai do quarto ofegante fechando a porta atrás de mim, se eu toco nessa mina Domenico me mata. Desci indo até à cozinha me agarrando a garrafa gelada de água jogando em minha cabeça e rosto.
***
No dia seguinte...
— Quanta comida é essa Alemão? — Dom indagou chegando na cozinha.
— Sei lá, a mina acordou toda prestativa — Apontei para ela que destruía a cozinha
— Que porr4 de comida é essa? — Torceu o nariz antes de sentar.
— Foi você quem pediu para ela fazer as paradas, ela tem cara que nunca lavou as próprias c4lcinhas — Gargalhei.
— Sem futuro, investimento ruim, não serve para nada. — Disse divertido. — Bonequinha chega aqui! — Disse alto, chamando a atenção dela. — Senta aqui no colo do papai — Bateu com mão no colo — mano tu cozinha ruim para c4ralho, o que tu fazia lá nas Europa.
— Sou Melinda Taylor — Pronunciou orgulhosa do próprio nome me fazendo olhar no google,
Meus olhos se esbugalharam, ela é herdeira de uma indústria farmacêutica.
— Não fazia nada, como eu já imaginava. — Entreguei o telefone a ele que também olhou surpreso.
— Serio? Tu é muito rica e? — Disse abismado.
— Rica... bilionária. — Afirmou ela com muito orgulho.
— É uma pena que tenha morrido — Disse a fim de provocá-la e ela entendei bem minhas palavras me olhando com ódio enquanto eu levava uma torrada a boca, ela aprende rápido e já percebi que ela me entende melhor do que ontem.
Continuei lendo sobre ela, levante da mesa com o celular nas mãos e Domenico me seguiu curioso.
— Me conta o que tem aí — Pediu comendo um pão puro sem um pingo de manteiga.
— A mãe dela morreu, e o pai casou novamente, ele morreu a poucos meses, e provavelmente foi a madrasta que a jogou aqui, para ficar com o dinheiro dela e o playboy que a gente viu aqui é filho da madrasta.
— Mas ele não parecia apoiar a mãe então.
— Claro que não eles são namorados, ele deve gostar dela — Mostrei algumas fotos dos dois juntos e pela primeira vez vi ciúmes nos olhos de Domenico que bufou mordendo o lábio nervoso.
— Ele é uma menininha que não sabe fazer nada, se soubesse a mina não era virgem.
Isso eu tinha que concorda, ela tem um fogo tentador.
— Então, vai deixar uns soldados aqui?
— Sim, vou deixar alguém de confiança de olho nela, mas está de boa desse morro ela está proibida de sair.
— Então vamos resolver as paradas das arm4s.
— E aí alemão, o que eu faço para ela ceder? — Ele indagou sem me encarar quando entramos no carro.
Gargalhei.
— Serio?
— Para de rir porr4, depois que ela abrir uma vez e tive pedido por mais já era para ela.
— Estou ligado, está amarradão na menina, a novinha está te deixando gamado.
— Estão falando besteira — Sorriu — Ainda não nasceu essa para me amarrar, meu negócio ali é consegui o que eu quero logo urgente, só penso nisso.
— Então, sei lá, pô não sei do que ela gosta, mas tenta ser atencioso.
— Quero comer, não quero romance não, está viajando porr4.
— Ela não precisa saber disso, até parece que você nunca fingiu interesse quando a mina era mais difícil.
— Onde foi que achei uma dessa? — Sorriu
— É Dom se não quiser força a barra com ela vai ter que conquistar a boneca.
— E tu fica longe da minha barbe beleza, só quem brinca com ela sou eu, depois que eu enjoar eu deixo tu se divertir um pouquinho — Riu divertido me deixando com o corpo rígido, embora eu soubesse que nossa amizade vai além de uma mulher, eu não quero me indispor com ele.
— Relaxa, nem estou de olho da nela, não faz o meu tipo.
— Não faz teu tipo? E tu lá tem tipo moleque? — Gargalhou.
— Talvez eu tenha, eu só não encontrei ainda. — Tentei ser convincente, mas a verdade é que eu estou tão doido para levar a boneca para cama quanto ele.
******
ola meninas
ajude o livro a crescer deixem as estrelas e a avaliação e comentem o que estão achando dos personagens.
obrigada.
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Atualizado até capítulo 40
Comments
Margarete Gaya
Autora bom comecei a ler 31/08/24 é 1:40 uma ideia 💡 faz eles querer ajudar ela se ela tem dinheiro eles se livrar da madrasta e se eles gostam dela então que ajudam ela a pegar tudo que tiraram dela .
2024-08-31
0
Fernanda Marins
🤭🤭🤭🤭
2024-03-08
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Luciene Alves
quem do dois vai levar ela pra cama primeiro
2024-01-07
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