cap 06

Melinda Taylor

Eu não tinha certeza se era efeito do álcool, tudo em mim, está pegando fogo, e entrei em total combustão quando ele me colocou sentada em seu colo segurando firme os meus cabelos, e me beijou com desejo, minha intimidade latejou.

“Isso é loucura Melinda”, berrei em minha cabeça, levantando bruscamente o deixando esbaforido.

— Excuse me (me desculpe) — ele tornou a estreitar a distância entre nós com um olhar malicioso mordendo os lábios com malícia e eu estava gostando, em que universo isso poderia acontecer?

— Você não vai me deixar assim não boneca — Apertou a sua intimidade totalmente er3ta.

— Não! — Falei firme, a única palavra que conseguia pensar rápido sentido suas mãos me segurarem com força contra o seu corpo.

— Não o quê? Porr4 tu seta no meu p4u me deixa doido para car4lho e agora vem fazer cu doce porr4 — ele gritou as palavras levantando irritado me jogando de lado.

— Atrapalho? — Alemão entrou neste exato momento para o meu alívio.

— Tu sempre está atrapalhando, mas dessa vez, não foi tu que cortou o barato não — ele ainda falava irritado e minha mente fervilhava por não entender quase nada do diálogo.

Alemão caminhou os seus olhos do Dom para mim e suspirou cansado.

— Vamos subir, precisamos conversa — Disse ele a Domenico que ainda mantinha as mãos nos quadris respirando de forma rápida.

— Vamos — soltou a respiração seguindo na frente.

***

João Vitor ( Alemão )

— Qual foi com a garota? — Indaguei curioso.

A sua irritação era enorme, embora ele não fosse um cara fácil de lidar e eu já estivesse bem acostumado com o gênio difícil dele.

— Ela está brincando comigo porr4, estávamos em um amasso massa e ela cortou o barato, tenho paciência para isso não porr4, eu paguei quanto? Meio milhão para ela ficar de onda com a minha cara, vou devolver e pedir o dinheiro de volta.

— A moleca é virgem, o que você queria? Que ela abrisse as pernas fácil? E ainda mais nas condições que está aqui, como tu mesmo disse ela foi comprada, está contra a vontade — o lembrei o obvio.

— O que tu está dizendo que eu tenho que bajula a patricinha? — Sorriu sem humor

— Sim, você precisa fazer ela querer, e considerando que ela é apenas uma adolescente, não acho que será difícil.

— Vai te fod3r porr4 e eu não vou bajular ninguém, ela é minha querendo ou não.

— Você quem sabe, deixa ela na tua e consegue o que quer com ela.

— Vaza malandro vou dormir, amanhã a gente tem que resolver o carregamento de arm4 que o Jordan ficou de conseguir.

— Beleza, até amanhã.

Antes de ir para o meu quarto passei no da Melinda, abrir a porta sem bater e ela sobressaltou assustada enrolada em uma toalha, “filha da mãe gostos4”, engoli seco virando as costas.

— Me desculpe! — falei as palavras pausadamente para que ela me entenda, sempre tento falar o mais correto possível.

— Ok, tudo bem — Pronunciou com calma.

— Estou virando — Fiz lentamente esperando que ela já estivesse colocado uma roupa, mas para minha agonia ela não o fez, sentou na cama fazendo um coque nos cabelos. — Por que ainda não se trocou?  Colocar uma roupa, vestir. — Falei de várias formas e ela sorriu

— I got it (uma expressão em inglês usada para dizer entendi)

— Aigori o quê? — Disse repetindo a pronúncia e ela sorriu novamente.

— Me ensine, português, como fala aqui.

— yes, ensino, mas quero aprender inglês — sorrir a vontade diante de uma garota semi nu4 na minha frente.

— Ok — Juntou o polegar com o dedo indicador gesticulando o ok.

— Coloque uma roupa, quero falar com você. —  gesticulei para ela entender e ela gargalhou enquanto acenava negativamente. — Não?

— Não! Sem nada! — Disse deitando na cama, entendi que dormiria nu4, minha garganta ficou seca, o que essa pirralha está tentando fazer? — hot, calor. — Concluiu.

Claro calor! Que pensamento pecaminoso esse o meu.

— O que estava acontecendo lá em baixo? — Usava mimica, mas resolvi usar um tradutor de voz, repeti as palavras e ela ouviu o aplicativo com atenção levantando as sobrancelhas quando entendeu a minha pergunta.

— Come here (vem aqui) — Continuamos usando o tradutor, mas eu nem precisaria já que ela bateu com a mão ao seu lado no colchão.

Ela mordeu os lábios de forma sugestiva, seu olhar era puro luxuria, arrancando a toalha estava apenas de calcinha, “não brinca assim comigo não”, pensei esbaforido.

Sentou no meu colo de frente para mim e eu não tive a menor força para levantar encarando sues sei0s em seguida subi meus olhos para sua boca que ele umedecia com a língua, eu sempre fui fraco para uma mulher gostosa.

Ela guiou as minas mãos para a sua nuca de forma lenta pelo seu corpo, eu senti o calor da sua intimidade rocando na minha er3cão, e selou meus lábios com o dela em um beijo fod4, minhas mãos tomaram os seus sei0s e eu g3mi doido para rasgar a única peça que me impedia de estar dentro dela.

“ Que porr4 Vitor, se tu comer essa mina a parada vai da merda”, berrei em minha cabeça procurando alto controle.

— Chaga! — Levantei ofegante — Não sei qual o seu objetivo em estar me tentando assim, mas não vai rolar, não vai mesmo. — Repeti me convencendo.

Sai do quarto ofegante fechando a porta atrás de mim, se eu toco nessa mina Domenico me mata. Desci indo até à cozinha me agarrando a garrafa gelada de água jogando em minha cabeça e rosto.

***

No dia seguinte...

— Quanta comida é essa Alemão? — Dom indagou chegando na cozinha.

— Sei lá, a mina acordou toda prestativa — Apontei para ela que destruía a cozinha

— Que porr4 de comida é essa? — Torceu o nariz antes de sentar.

— Foi você quem pediu para ela fazer as paradas, ela tem cara que nunca lavou as próprias c4lcinhas — Gargalhei.

— Sem futuro, investimento ruim, não serve para nada. — Disse divertido. — Bonequinha chega aqui! — Disse alto, chamando a atenção dela. — Senta aqui no colo do papai — Bateu com mão no colo — mano tu cozinha ruim para c4ralho, o que tu fazia lá nas Europa.

— Sou Melinda Taylor — Pronunciou orgulhosa do próprio nome me fazendo olhar no google,

Meus olhos se esbugalharam, ela é herdeira de uma indústria farmacêutica.

— Não fazia nada, como eu já imaginava. — Entreguei o telefone a ele que também olhou surpreso.

— Serio? Tu é muito rica e? — Disse abismado.

— Rica... bilionária. — Afirmou ela com muito orgulho.

— É uma pena que tenha morrido — Disse a fim de provocá-la e ela entendei bem minhas palavras me olhando com ódio enquanto eu levava uma torrada a boca, ela aprende rápido e já percebi que ela me entende melhor do que ontem.

Continuei lendo sobre ela, levante da mesa com o celular nas mãos e Domenico me seguiu curioso.

— Me conta o que tem aí — Pediu comendo um pão puro sem um pingo de manteiga.

— A mãe dela morreu, e o pai casou novamente, ele morreu a poucos meses, e provavelmente foi a madrasta que a jogou aqui, para ficar com o dinheiro dela e o playboy que a gente viu aqui é filho da madrasta.

— Mas ele não parecia apoiar a mãe então.

— Claro que não eles são namorados, ele deve gostar dela — Mostrei algumas fotos dos dois juntos e pela primeira vez vi ciúmes nos olhos de Domenico que bufou mordendo o lábio nervoso.

— Ele é uma menininha que não sabe fazer nada, se soubesse a mina não era virgem.

Isso eu tinha que concorda, ela tem um fogo tentador.

— Então, vai deixar uns soldados aqui?

— Sim, vou deixar alguém de confiança de olho nela, mas está de boa desse morro ela está proibida de sair.

— Então vamos resolver as paradas das arm4s.

— E aí alemão, o que eu faço para ela ceder? — Ele indagou sem me encarar quando entramos no carro.

Gargalhei.

— Serio?

— Para de rir porr4, depois que ela abrir uma vez e tive pedido por mais já era para ela.

— Estou ligado, está amarradão na menina, a novinha está te deixando gamado.

— Estão falando besteira — Sorriu — Ainda não nasceu essa para me amarrar, meu negócio ali é consegui o que eu quero logo urgente, só penso nisso.

— Então, sei lá, pô não sei do que ela gosta, mas tenta ser atencioso.

— Quero comer, não quero romance não, está viajando porr4.

— Ela não precisa saber disso, até parece que você nunca fingiu interesse quando a mina era mais difícil.

— Onde foi que achei uma dessa? — Sorriu

— É Dom se não quiser força a barra com ela vai ter que conquistar a boneca.

— E tu fica longe da minha barbe beleza, só quem brinca com ela sou eu, depois que eu enjoar eu deixo tu se divertir um pouquinho — Riu divertido me deixando com o corpo rígido, embora eu soubesse que nossa amizade vai além de uma mulher, eu não quero me indispor com ele.

— Relaxa, nem estou de olho da nela, não faz o meu tipo.

— Não faz teu tipo? E tu lá tem tipo moleque? — Gargalhou.

— Talvez eu tenha, eu só não encontrei ainda. — Tentei ser convincente, mas a verdade é que eu estou tão doido para levar a boneca para cama quanto ele.

******

ola meninas

ajude o livro a crescer deixem as estrelas e a avaliação e comentem o que estão achando dos personagens.

obrigada.

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Comments

Margarete Gaya

Margarete Gaya

Autora bom comecei a ler 31/08/24 é 1:40 uma ideia 💡 faz eles querer ajudar ela se ela tem dinheiro eles se livrar da madrasta e se eles gostam dela então que ajudam ela a pegar tudo que tiraram dela .

2024-08-31

0

Fernanda Marins

Fernanda Marins

🤭🤭🤭🤭

2024-03-08

0

Luciene Alves

Luciene Alves

quem do dois vai levar ela pra cama primeiro

2024-01-07

0

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