...Isis...
De repente um carro todo preto começa a andar mais devagar, vou temendo pela vida do meu filho, começo a acelerar os passos então o carro para.
E dele desce um homem.
— Senhora, está tudo bem? — Eu não respondo e continuo andando não o conheço e preciso chegar rápido até o socorro.
— Espera senhora! Eu sou policial. — Ele diz e me mostra o distintivo.— Eu só quero te ajudar — ainda o olho desconfiado. — Me deixa te ajudar, sou o Tenente Harry. — Ele pede calmo, tentando chegar próximo a mim.
Ouço um barulho, olho para baixo, e meu filho da um gemido de dor, minhas comportas se abre não consigo parar de chorar mais.
— Ei, está tudo bem. Do que você precisa? — O policial pergunta próximo a mim, nem notei quando ele se aproximou tanto.
— Meu filho...— Não consigo terminar a frase, ele olha para o meu menino e não diz nenhuma palavra.
— Calma, vai dar tudo certo, vem vou levar vocês ao hospital. — Ele diz e como não tenho outra chance, mesmo com medo eu entro no carro e ele voa com o veiculo. E em minutos chegamos ao hospital.
— EMERGÊNCIA! — O policial grita e um outro homem provavelmente médico, vem de encontro ao meu bebê.
— Vamos levá-lo — O médico diz para um enfermeiro tomando o meu filho das minhas mãos. Eu vou atrás deles. — Quero um acesso, hemograma completo, exames de urina, um balão de oxigênio, prepara a UTI estamos subindo. — O médico começa a mexer no meu filho, tira toda a sua roupa, deixando ele apenas de fralda, conecta ele a vários aparelhos.
E eu não posso fazer nada a não ser observar e orar para que nada de ruim aconteça.
Acompanho tudo que eles fazem no meu filho, o desespero toma conta de mim e fica difícil respirar, tento me apoiar a algo, mas não acho nada, o meu peito se aperta.
— Por favor senhora, queira me acompanhar. — a enfermeira tenta me tirar da onde estou.
— Não! Daqui eu não saio, é o meu filho, o que está acontecendo com ele? — Pergunto e ninguém me dá um resposta.
Passam cerca de meia hora até o médico vir até a mim. Ele me explica que o Ian desenvolveu algum quadro de pneumonia mas que precisaríamos dos resultados dos exames para ter um diagnóstico preciso.
Sou levada para a UTI com ele, onde meu bebê fica no oxigênio para ajudar ele a respirar. Meu coração se despedaça por ver ele nessa situação.
Como vou fazer para ficar com o meu menino no hospital? Com certeza apanharei do João por ainda não ter chego em casa.
Minha cabeça dói de tanto pensamento que se passa em minha mente.
Depois de certificar que meu filho ficará bem, peço para as enfermeiras ficarem de olho nele enquanto eu pego algumas coisas em casa.
No meio do caminho, João me liga.
— Cadê você Isis? Eu chego em casa e cadê minha mulher com o meu filho. — João grita.
— Eu precisei vim com o Ian ao hospital, eu te liguei mas só dava na caixa postal. — Falo calma, não quero que ele se zangue mais.
— Que seja, que horas vai voltar? — Diz.
— Então sobre isso, o Ian precisará ficar internado para fazer o tratamento adequado...— Começo a falar mais sou cortada por ele.
— E quem irá lavar minha roupa? Fazer a minha comida? Você só pode estar brincando comigo. — Diz parecendo realmente desacreditado.
Sério que ele nem se preocupou com o nosso filho? Que pai arrumei para o Ian.
— Eu estou indo para aí, vou buscar umas coisas que vou precisar para ficar com o meu filho no hospital.— Aviso mas ele desliga o celular na minha cara, não me dando a chance de se despedir, tomara que eu não receba nenhum "presente" quando eu chegar em casa.
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Atualizado até capítulo 89
Comments
Cristina Santos
Ele vai agradar ela pq está de camisola . 😡😡Cretino, ordinário. Ele não quer uma esposa e sim uma empregada . 😡😡😡
2025-01-28
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Cy
Que sofrimento. 😔
2024-10-08
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Dalva Lahm
infelizmente o mundo está "minado"desses "escrotos covardes" nojentos!!
2024-07-08
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