Através De Cartas

Através De Cartas

1° Capítulo

Aqui quem está se apresentando é Flora Linner Toretto. Tenho 17 anos. Eu e meus pais sempre nos damos muito bem, mas estamos sempre nos mudando por causa do meu pai. Ele é médico em hospitais públicos, meu avô é um viajante e minha mãe é advogada. Isso me atrapalha muito, pois tenho que mudar de escola e fazer novos amigos, embora eu não goste disso. Sou uma menina bem na minha, gosto de ficar no meu canto, sempre com meu fone ouvindo minhas músicas, que me acalmam quando estou nervosa.

Muitos acham que, só porque tenho cara de bebê, sou trouxa ou sem atitude, mas essa cara de bebê é apenas uma maneira de ninguém me incomodar, porque, se me incomodam, eu não sei até onde sou capaz de ir. Muitas pessoas perguntam se não tenho amigos. Como vou ter amigos se sempre vivo mudando? Fica essa questão.

...Eu 👇...

Sou Kátia Linner Toretto, mãe da Flora. Sou casada com Alexandre, e meu pai é José. Infelizmente, minha mãe faleceu de pneumonia. Hoje, vivemos eu, meu marido, minha filha e meu pai juntos. Sou advogada e, a cada ano, estamos sempre nos mudando, porque Alexandre é médico em hospitais públicos e frequentemente é transferido para diferentes cidades ou até países. Meu pai é um grande viajante e, para onde quer que vamos, ele está sempre conosco, pois adora aventura.

...Kátia👇...

Sou Alexandre Braga Toretto, pai de uma menina incrível, a Flora. Quando Kátia descobriu a gravidez, fiquei tão feliz e tinha a certeza de que seria uma garota. E eu estava certo: veio ao mundo uma linda menina. Sou casado com Kátia, e nosso casamento é maravilhoso; não tenho do que reclamar. Nossa família é simplesmente incrível.

Sou médico em hospitais públicos, o que faz com que sejamos constantemente transferidos para outros lugares, e sempre levo minha família comigo. Meu sogro, um verdadeiro aventureiro e viajante, é uma pessoa que admiro muito. Amo meu sogro, e ele sempre cuida da Flora com muito carinho quando não estamos em casa.

...Alexandre👇...

Sou José Cardoso Linner, tenho 68 anos, pai da Kátia e avô da incrível Flora. Se a Judite ainda estivesse viva, tenho certeza de que estaria muito orgulhosa da neta maravilhosa que temos. Sou um homem aventureiro e apaixonado por viagens.

Moro com minha filha, minha neta e meu genro, e, embora não fiquemos muito tempo em um só lugar, adoro estar em movimento, ainda mais com minha família ao meu lado. Cada nova viagem é uma aventura que compartilho com eles, e isso me faz muito feliz.

...José👇...

Ao longo da história, haverá outros personagens!

✨Flora narrando✨

Hoje será meu primeiro dia de aula em uma nova escola, aqui em Curitiba.

Era uma segunda-feira, dia 12 de abril. O relógio marcava 6h quando me levantei da cama. Fui direto ao banheiro, tomei um banho rápido e escovei os dentes. Em seguida, vesti meu uniforme da escola, tentando me preparar para o que esse dia traria

...     Meu uniforme escolar👇...

...Meu sapato👇...

...Mesa de café da manhã👇...

Termino de me arrumar, coloco os sapatos e pego meu celular que estava em cima da cama, colocando-o na mochila.

Saio do quarto e vou até a mesa de jantar. Meu pai e meu avô já estavam lá, enquanto minha mãe terminava de preparar o café da manhã.

Alexandre: Bom dia, filha! — Ele ergueu os olhos do jornal e me deu um sorriso acolhedor.

José: Bom dia, querida! Dormiu bem? — Meu avô colocou a xícara de café sobre a mesa e me olhou com atenção.

Flora: Bom dia! Dormi sim. — Sentei-me à mesa, tentando esconder o nervosismo do primeiro dia de aula.

Kátia: Aqui está! Come um pouco, vai te dar energia para o primeiro dia. — Minha mãe colocou um prato de ovos mexidos na minha frente e me deu um sorriso caloroso antes de voltar para a cozinha para arrumar o balcão.

Depois de terminar o café da manhã, olho para o relógio e vejo que está quase na hora de sair. Respiro fundo, tentando me acalmar. Hoje é o dia, o primeiro dia em uma nova escola, em um lugar novo.

Flora: Vou indo, pessoal.

Levanto da mesa e pego minha mochila, colocando-a nas costas. Meu pai, se levanta também e vai até a porta.

Alexandre: Tem certeza de que está pronta para isso?

Flora: Sim, pai. Vai dar tudo certo. — Tentando sorrir, enquanto disfarçava o nervosismo.

José: Se precisar de alguma coisa, é só chamar. E lembre-se, você tem o apoio da família. — Disse, dando uma risada calorosa e encorajadora.

Minha mãe, aparece no corredor, com um olhar de preocupação, mas também com um sorriso.

Kátia: Vai com calma, filha. Não se preocupe. Logo vai se acostumar.

Saímos todos para o carro. Meu pai ligou o motor e começamos a dirigir em direção à escola. O caminho parecia mais longo do que realmente era, com todos os meus pensamentos indo de um lado para o outro. A ansiedade tomava conta de mim. O prédio da escola logo apareceu à minha frente, e meu coração acelerou.

...Carro👇...

Flora: Será que vou conseguir me encaixar aqui? —Pensava enquanto olhava para o chão, ajustando o fone no pescoço.

Quando o carro parou, respirei fundo mais uma vez, tentando manter a calma.

Alexandre: Vai ficar tudo bem. A gente se vê mais tarde, ok? — Disse, olhando para trás antes de sair.

Flora: Ok, pai. Até mais tarde. — Sorrindo timidamente, tentou transmitir confiança.

Pus a mochila nas costas, abri a porta do carro e, com um último olhar para minha família, caminhei em direção à escola. Meu coração estava acelerado, mas uma coisa era certa: eu estava pronta para esse novo capítulo.

Ao entrar no portão da escola, o som das conversas e risadas dos outros alunos preenchia o ar, e a sensação de ser nova naquele lugar me deixou ainda mais nervosa. Olhei para os lados, tentando encontrar alguém familiar, mas todos pareciam já ter seus próprios grupos de amigos.

Flora: Vai ser só mais um dia... apenas mais um dia.

— Pensava, respirando fundo ao olhar para os portões da escola.

Andei até a entrada principal e entrei no prédio, onde um grupo de alunos conversava animadamente. Eles olhavam para mim por um momento, mas logo voltaram à conversa, não dando muita atenção. Fiquei aliviada, na verdade.

Flora: Acho que pelo menos aqui posso ser invisível por um tempo. — Pensava, enquanto cruzava o portão com passos cautelosos.

De repente, ouvi uma voz ao longe.

Menina: Ei! Você deve ser a Flora, né?

Me virei rapidamente e vi uma garota com cabelo cacheado e um sorriso amigável se aproximando de mim. Ela parecia ser mais extrovertida e confiante do que eu, e eu andava com o fone no pescoço, já me preparando para me isolar no som das minhas músicas, como de costume.

Flora: Sim, sou eu! — Disse, surpresa, enquanto arregalava os olhos.

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Comments

Patricia Santos

Patricia Santos

ola autora quando é qvc vai terminar o livro casado com uma viagem porque esse tempo todo que ele foi postado aqui já era pra vc ter, terminando antes de postar outra livro, isso é uma falta de respeito com seus leitores que até agora esperar vc ter a consideração e lá terminar o que vc deixou pra finalizar.

2025-01-16

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