⚠️ Aviso: Contém Hot nesse capítulo ⚠️
No decorrer da conversa, Maria Alice falou com entusiasmo sobre sua empresa e os desafios de construí-la, também destacou o papel fundamental de sua tia Júlia, que sempre esteve ao seu lado nos momentos mais difíceis. Gustavo também compartilhou um pouco sobre sua trajetória e como estava realizando um sonho ao trabalhar em uma renomada agência de advocacia.
— Isso é uma grande coincidência! — disse Bernardo em Libras, e Maria Alice prontamente traduziu para Gustavo, com um sorriso curioso.
— O que é uma coincidência? — perguntou Gustavo, intrigado.
— Bernardo acabou de fazer o vestibular para Direito — respondeu Maria Alice, divertida, achando interessante a coincidência, já que Gustavo ainda não havia decidido exatamente o que queria estudar, quando ela foi embora.
Gustavo encarou Bernardo, surpreso e emocionado ao saber que ele desejava seguir a mesma carreira. Um sentimento de orgulho e afeição brotava em seu peito.
— Isso é incrível! Se precisar de ajuda, é só me chamar. Sou especialista em Direito Criminal, mas conheço um pouco de cada área — disse Gustavo, com um brilho nos olhos.
— Vou adorar! Estou ansioso para te conhecer melhor — respondeu Bernardo em Libras, esboçando um sorriso gentil.
Ao traduzir a resposta para Gustavo, Maria Alice percebeu o olhar esperançoso dele, como se, naquele momento, visse a possibilidade de um vínculo mais próximo com o filho. A conversa continuou com leveza, e, quando perceberam, a noite já havia avançado. Decidiram então voltar para casa,
Ao chegar na porta do apartamento de Maria Alice, Gustavo segurou suavemente suas mãos.
— Acabei de reencontrar você e conhecer meu filho… queria tanto ficar aqui e saber tudo o que aconteceu nesses anos. Sinto como se um vazio estivesse, enfim, sendo preenchido — disse ele, com a voz embargada de emoção.
— Você não precisa ir embora, papai — gesticulou Bernardo, olhando fixamente para Gustavo, com um ar acolhedor.
Ao ouvir Maria Alice traduzir as palavras de Bernardo, Gustavo sentiu o coração bater mais forte e um sorriso largo iluminou seu rosto.
— Papai? Ele me chamou de pai? — perguntou Gustavo, com um sorriso nervoso e surpreso, fazendo Maria Alice rir.
— Sim, e eu concordo com ele. Acabamos de nos reencontrar; eu também não quero que você vá embora — disse ela, entrelaçando os dedos com os de Gustavo, em um gesto de carinho e cumplicidade.
— Já que está decidido, vou dormir. Boa noite! — gesticulou Bernardo em libras, depois abriu a porta do apartamento com um sorriso de satisfação e entrou.
Segurando firmemente a mão de Gustavo, Maria Alice o puxou para dentro. Com um sorriso travesso, ela o conduziu pelo corredor até seu quarto; ao entrarem, fechou a porta suavemente e, sem perder tempo, o beijou com uma intensidade que ele havia esquecido. Enquanto seus dedos desabotoavam a camisa de Gustavo, seus olhos refletiam a mesma paixão contida.
— Você tem certeza, Mali? — murmurou Gustavo, ainda com um resquício de razão na voz, embora já estivesse entregando-se — É que... eu não trouxe proteção.
— Não se preocupe com isso — sussurrou ela ao ouvido dele, roçando os lábios em sua pele e intensificando seu desejo — eu tomo anticoncepcional amanhã.
Gustavo puxou-a mais para perto, beijando-a com fervor enquanto suas mãos se perdiam na cintura dela. Sentindo-se envolvida, ela entrelaçou as pernas em sua cintura, e, dominados pelo calor da paixão e pela saudade acumulada dos anos separados, ele a deitou com cuidado na cama. Cada peça de roupa era retirada com toques apressados, enquanto seus olhares e sorrisos diziam mais do que qualquer palavra.
Gustavo explorava cada parte do corpo de Maria Alice com beijos e carícias, como se quisesse memorizar cada curva e marca que o tempo havia deixado. Ela retribuía seus gestos, com gemidos baixos, os dedos acariciando os ombros e os cabelos dele, como se quisesse que aquele momento durasse para sempre. Seus corpos se moviam em perfeita sincronia, numa dança de desejo, parecendo insaciáveis um pelo outro.
— Seu corpo está ainda mais bonito... você está deslumbrante — sussurrou Gustavo, mordendo levemente o pescoço dela e segurando sua mão entrelaçada com a dele — Esperei tanto por este momento.
— E eu sou toda sua, Gustavo. Sempre fui e sempre serei — respondeu Maria Alice, com um sorriso doce e os olhos brilhando.
Ele a beijou novamente, desta vez com uma suavidade que fazia o tempo parecer parar, traçando um caminho até sua intimidade, explorando cada detalhe, e ela se entregava totalmente.
Quando ele voltou a beijá-la, ambos estavam em chamas, e seus corpos pediam mais. Quando ele finalmente a penetrou, seus movimentos eram intensos e constantes, acelerando à medida que a paixão crescia.
— Gustavo… mais rápido — pediu Maria Alice, num sussurro quase entrecortado pelo prazer.
Ele atendeu ao pedido, aumentando a velocidade e segurando sua cintura firme, saboreando cada instante como se fosse o último. E ao finalmente chegarem ao êxtase juntos, os dois se deitaram lado a lado, ofegantes, com Maria Alice recostando a cabeça no peito de Gustavo, enquanto ele acariciava seus cabelos, traçando leves círculos com os dedos.
— Ainda me custa acreditar que isso é real... você está mesmo aqui, nos meus braços? — perguntou Gustavo, passando a mão suavemente pelo rosto dela.
— Claro que estou — respondeu Maria Alice, olhando-o com carinho e determinação — E desta vez, ninguém vai nos separar.
Ela se aconchegou ainda mais, e os dois ficaram em silêncio, sentindo o conforto de estarem juntos novamente, cada um ouvindo a respiração tranquila do outro, sem pressa alguma para o fim daquele momento.
Na manhã seguinte, eles acordaram cedo, e, entre risos e trocas de olhares, prepararam um café da manhã reforçado. Bernardo entrou na cozinha, observando a cumplicidade entre os dois, que pareciam mergulhados em seu pequeno universo.
Os olhos de ambos brilhavam de amor e admiração, uma conexão que Bernardo só conhecia pelas histórias que sua mãe lhe contava, mas agora, vendo-os juntos, sentia ainda mais curiosidade e entusiasmo para conhecer o homem que era seu pai.
— Oi, bom dia — disse Gustavo, gesticulando em libras ao notar a presença de Bernardo.
Com um sorriso, sentiu-se orgulhoso por ter aprendido algumas palavras para se comunicar melhor com o filho. Em seguida, olhou para Maria Alice, buscando sua confirmação se havia feito certo. Ela assentiu com um sorriso caloroso e encorajador.
— Bom dia. Pelo jeito vocês dormiram bem — disse Bernardo em libras, os olhos astutos e com um sorriso brincalhão.
— Sim, dormimos muito bem — respondeu Maria Alice, um pouco nervosa, sentindo o rubor subir ao rosto, enquanto Gustavo deixava escapar uma risada baixa, trocando olhares cúmplices com ela.
O silêncio confortável foi quebrado apenas pelo som dos talheres e das xícaras sendo dispostos na mesa. A conexão entre eles não passava despercebida, enquanto os três tomavam café e faziam planos para o dia.
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Atualizado até capítulo 63
Comments
Ivana Braga
não era Júlia e Gustavo?
2025-03-02
1
Morena🌹
Q linda essa história gente... estou amando e não consigo parar de ler 💛♥️❤️
2025-03-01
1
marciamattos mattos
agora tem que ter cuidado com a cobra invejosa
2025-03-04
0