Valentina
Sem termos o que conversar, chegamos a um hotel em silêncio. Ele pede um quarto e entramos no elevador. Ficamos de frente um para o outro nos encarando. As vezes, ele me encara tanto, como se quisesse ler a minha mente, que me deixa curiosa.
— Por que me encara tanto, tem alguma coisa de errado? — resolvo perguntar, ele esboça um sorriso largo e se aproxima de mim, eu estou encostada na parede do elevador, ele apoia seus dois braços na parede um de cada lado da minha cabeça, me prendendo entre eles.
— Seus olhos chamam a minha atenção. — ele diz, aproximando seu rosto do meu. Mesmo com nossos rostos quase colados, ainda conseguimos nos olhar nos olhos.
Meu corpo se anima com sua aproximação. Tudo nele me atrai. Completamente tudo. Eu nunca me sentir tão atraída assim por homem nenhum.
Tenho um fetiche esquisito por mãos masculinas, e a sua mão grande e máscula, é a mais atrativa que já vi. Me faz ter uma vontade louca, de implorar para que ele me toque logo.
Minha respiração acelera um pouco. Eu não respondo nada para o que ele disse, então ele desce seu olhar para a minha boca.
— Tem certeza, que quer entrar comigo naquele quarto? — pergunta, voltando a olhar nos meus olhos.
— A única pessoa que pode me impedir de entrar, é você mesmo. — falo, ele sorri.
Olho para a sua boca também e ele apenas observa. Eu posso nunca ter transado, mas pelo menos beijar eu sei. Por que não me beija logo?
Nossos rostos estão tão próximos, mas ele parece querer me provocar ou ver a minha reação, já que ele quer fazer isso, eu posso mostrar que também sei provocar.
Aproximo mais nossos rostos, quando nossos sábios quase se encostam eu passo a língua no seu lábio inferior. Isso é o suficiente para ele ter a reação que eu precisava. Sua mãos agarram minha cintura com força, ele gruda sua boca na minha de uma forma violenta.
Seu toque não é suave, é bruto e forte. Intenso e gostoso, assim como o gosto do seu beijo.
A porta do elevador se abre, e ele me suspende do chão, fazendo eu cruzar minhas pernas em seu quadril. Meu vestido sobe um pouco, minha calcinha roça no volume em sua calça e o atrito, faz eu gemer em sua boca.
Ele caminha comigo, sem desgrudar sua boca da minha, eu agarro seu pescoço com meus braços, mostrando que também não estou disposta a deixar que esse contato termine.
Com uma mão ele me segura, com a outra ele passa o cartão na porta do quarto a abrindo, e com o pé a fecha. Ele só se afasta, quando me coloca sentada na cômoda perto da porta.
Ele me olha, depois avança na minha boca novamente. Enquanto nossas bocas estão coladas, eu tiro minha jaqueta, ele faz o mesmo, deixando cair ao chão.
Suas mãos entram por baixo do meu vestido o suspendendo até a minha cintura, no mesmo momento que ele desce seus beijos para o meu pescoço, me arrepiando inteira. Ele sobe minha roupa e eu levanto os braços, facilitando que o tire.
Estou com um conjunto de renda preto, dando contraste na minha pele clara. Não acho meu corpo feio, tenho coxas na medida certa, cintura fina e meus seios não são nem grandes e nem pequenos. Não tenho insegurança em relação ao meu corpo.
Depois de jogar meu vestido no chão, ele volta a me beijar, sua mão grande alisa minha cintura, meu corpo não para de arrepiar a cada toque e me sinto cada vez mais úmida. Ele vai descendo a sua mão, até a barra da minha calcinha, mas quando seus dedos quase entra por dentro da peça minúscula, eu seguro sua mão.
Ele se afasta me olhando confuso.
— Espera...
— Algum problema? — ele pergunta ainda sem entender.
— Antes de tudo, preciso confessar uma coisa. Eu...eu nunca fiz isso antes. — digo de uma vez.
Ele se afasta de mim, me olhando como se isso tivesse o afetado mais que uma facada.
— Você tá brincando comigo? — pergunta e eu desço da cômoda.
Me frustro com a sua reação. Hoje em dia, se você não tiver um namorado que seja compreensível, o suficiente para entender o porquê de você ter decidido esperar, não dará certo. Caras como ele, não está a procura de mulheres que não tenha o mínimo de experiência, e eu deveria saber disso.
— Não estou brincando. — falo, pegando minhas roupas e minha bolsa do chão.
Ele só me olha, mas quando eu vou começa a me vestir, ele segura meu braço não deixando.
— Você tem certeza que quer fazer isso?
— Eu não estaria aqui se não tivesse certeza, mas já que você não está afim, eu posso procurar outro. — puxo meu braço, mas ele me agarra pela cintura tentando me beijar, mas eu o empurro, sua reação acabou estragando o clima.
Mesmo eu o empurrando, ele não me solta. Ele me vira colocando minhas costas em seu peito, com um de seus braços abraçando meus seios e sua outra mão entra por dentro da minha calcinha sem nenhuma permissão, quando sinto seus dedos deslizando na minha excitação, perco as forças, deixando as roupas que estão na minha mão, cair novamente ao chão.
Meu pescoço vai para o lado, e ele aproveita a oportunidade para mordiscar a região livre, aperto minhas coxas entre seus dedos, sentindo minha intimidade pulsar, ele começa a fazer movimentos no meu clitóris enquanto mordisca meu pescoço.
Meu corpo relaxa novamente. Ele conseguiu me dominar, me deixando totalmente a sua mercê e eu não quero mais sair daqui.
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Atualizado até capítulo 60
Comments
Beatriz da Encarnaçao (Custódio)
Só relaxa e curta o momento bebé
2025-01-05
1
Luana Mddm
/Angry/
2025-02-11
0
Elenilda Batista
verdade
2025-01-27
0