Me leva pra casa

Gina recosta no banco e dorme, eu liguei em casa e dei folga para todos os funcionários. — Saiam todos, eu vou chegar e não quero ninguém aí, entendeu?

— Sim, senhor, vou dar folga para todos. 

— Inclusive você, José, pode tirar o dia de folga e só voltar amanhã.

— Cheguei em casa com Gina no colo. Subi as escadas e a coloquei na minha cama.

Tirei a roupa do hospital que ela estava vestindo, deixei minha gata selvagem que vai me matar quando acordar só se lingerie. Sei que ela não vai acordar agora, o primeiro sono dela é super pesado. Desci as escadas, avisei na firma que não vou trabalhar e desliguei ambos os celulares. Voltei para o quarto, tirei as minhas roupas e deitei com Gina nos braços. Só faz um dia, mas senti tanta falta de tê-la nos meus braços, fiquei um tempo acordado e dormi também.

“Gina”

Acordei e tenho uma sensação ótima, estou aconchegada nos braços do Anderson, como assim? Acordei de uma vez e ele está abraçado comigo.

— Boa tarde! minha gata selvagem.

— Onde estamos, Anderson?

— Em casa, Gina, você me mandou te levar para casa, foi exatamente o que fiz.

— a sua casa, suponho.

— a nossa casa, tudo o que é meu é seu agora.

— Tá! Anderson, estou com muita fome, após comer discuto com você este assunto. Tem algo para comer nesta casa?

— Dispensei todos os empregados, Gina, vamos ter que fazer algo.

— Você já entrou alguma vez na cozinha? Brinquei com ela:

— Claro! Para pedir um copo de água.

— Vamos lá ver o que posso fazer.

Quando fui levantar, vi que estou só com minha lingerie. Fiquei sem ação um momento.

— Cade minhas roupas?

— Estão ali na cadeira, como você havia saído do serviço, achei melhor tirar suas roupas.

— Troco de roupa antes de sair e entrar no hospital, minhas roupas não estavam contaminadas.

— Eu não tinha como saber, achei que era melhor tirar.

— Você já me viu de lingerie, não tenho mais nada para esconder, onde ficam suas camisas?

— Isso está virando um vício! Ficam ali no armário à esquerda.

— São muito macias, adoro a textura delas.

— Elas vestem melhor em você do que em mim.

Descemos as escadas e fomos em direção à minha cozinha.

“Gina”

Entrei na cozinha super equipada da casa do Anderson e resolvi fazer uma omelete. Enquanto eu preparava, ele colocou a mesa e sentamos para comer e beber um suco que Anderson achou na geladeira, me perguntou:

— O que você gosta de fazer na sua folga?

— Nada de mais Anderson, fico em casa, às vezes leio um bom livro ou assisto a um filme.

— Qual sua cor favorita?

— Por que você quer saber?

— Estou tentando te conhecer melhor.

— A minha cor é azul e a sua?

— Era preto, mas depois que mergulhei no verde dos teus olhos, passou a ser verde.

— a nossa! Anderson, você sabe falar coisas bonitas.

— Só falei a verdade, por que você interpreta errado tudo o que eu falo?

— Porque você me conhece há duas semanas.

_ Por isso que estou tentando te conhecer melhor, e mostrar para você quem eu sou.

_ Se eu pesquisar no Google, descobrirei tudo sobre você.

_ Lá só tem a parte ruim, não faça isso Gina por favor, não sou o que está lá.

_ Anderson você não fez aquelas coisas? 

_ Fiz Gina, mas nunca pensei que sentiria vergonha.

_ Me leva para minha casa agora,  daqui a pouco tenho que ir para o serviço.

_ Você não vai desistir de trabalhar?

_ Não, e se realmente quer que isso dê certo vai aceitar a minha escolha.

_ Trabalho de dia e você a noite como vai ser?

_ Não sei Anderson, mas vamos resolver.

Anderson me levou em casa e ficou esperando para me levar até o hospital, me deixou lá e foi embora.

Entrei no hospital pensando em numa solução, fui na minha gestora e pedi a transferência para o dia. Ela me respondeu:

_ Vou tentar Gina, mas você é uma das melhores no noturno, não queria te perder.

_ Eu estou com uns problemas familiares e preciso trabalhar de dia, se você não me ajudar vou ter que procurar outro emprego.

_ Não faça isso Gina vou resolver, me de alguns dias.

_ Ok, espero até o fim de semana. O plantão foi tranquilo, quando saí do hospital, olha ele lá me esperando.

Está muito elegante num terno verde musgo, maravilhoso. Fiquei olhando e admirando o tanto que o meu marido é lindo.

_ Bom dia! minha gata selvagem.

_ Bom dia! meu xuxuzinho, ele me olha e faz uma careta.

_ a nossa Gina!

_ Não gostou do seu apelido? Vou continuar procurando um que combine com você.

_ Tenho uma reunião muito importante Gina, vou te levar em casa e mais tarde venho te encontrar.

_ Ok Anderson, mas me leva para minha casa tá.

_ Como quiser, meu amor.

Chegando no meu prédio, nos despedimos e eu vou para meu apartamento, tomei um banho coloquei a camisa dele e fui dormir. Antes de cair no sono pensei na camisa dele deviria tirar e por meu pijama, mas Anderson não vai ver que continuo usando a camisa, então está tudo bem.

"Anderson"

Fui para o escritório, mas não consigo parar de pensar na minha mulher, tão gostosa dormindo sozinha. Gina me disse que o pai dela tem a chave do apartamento, preciso entrar, vou ligar para meu pai e pedir ajuda Liguei para meu pai que me atendeu no segundo toque.

_ Pai tudo bem?

_ Sim filho, e como vai a vida de casado?

_ É sobre isso que quero te falar, preciso da chave do apartamento da Gina que está com o pai dela, dá para o senhor pegar?

_ Quer dizer com o seu sogro, pede para ele, porque agora ele é da sua família.

_ Nossa pai, custa me ajudar?

_ Custa, vai lá pedir para ele, tenho certeza que ele vai te ajudar.

_ Ok me manda o contato dele.

_ Vou te mandar, boa sorte filho.

# Falando com o meu sogro

O celular toca e é a mensagem do meu pai com o contato do meu sogro. Adicionei e fiquei olhando para a tela pensando no que dizer. Liguei.

"vamos lá Anderson, você consegue"

Ele atende:

_ Bom dia! Quem fala?

_ Bom dia! seu George é Anderson o marido da Gina, tudo bem?

_ Tudo bem, e com vocês? Aconteceu algo com a Gina?

_ Não, seu George, ela me pediu para te pedir a chave do apartamento dela porque ela está usando a do prédio.

_ Porquê? Ela não está morando com você? Que tipo de casamento é o vosso?

_ Como o senhor bem sabe é diferente, então por favor só me entrega a chave e deixa que o resto nós resolvemos.

_ Espo que o nosso acordo continue de pé, menino.

Pensei: : a nossa que homem nojento, só não vou dar uma resposta mal-educadada em respeito à Gina.

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Comments

Fatima Matos

Fatima Matos

kkkkkkkk que besta

2024-09-10

2

Dulce Tavares

Dulce Tavares

ele só está a pensar na empresa dele 🤬🤬🤬🤬🤬🤬🤬🤬🤬🤬

2024-09-09

2

Dulce Tavares

Dulce Tavares

ele só está a pensar na empresa dele 🤬🤬🤬🤬🤬🤬🤬🤬🤬🤬

2024-09-09

1

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