Peguei o seio dela e toquei o bico, massageio e esperei a reação. Gina começa a respirar rápido e tenta fugir, segurei e comecei a beijar o pescoço dela e vou subindo até a boca, comecei beijando de leve e vou aprofundando, falei:
— Gina abre a boca para mim, relaxa. Voltei a beijá-la e coloquei a minha língua em sua boca.
Ela ficou tensa, mas, conforme ponho e tiro, ela vai relaxando. Em pouco tempo, está grudada no meu pescoço com a língua brincando com a minha, fiquei em êxtase ao ver minha gata selvagem aprendendo a me beijar.
”Gina”.
Os dias passam rápido, e o sétimo dia chega, temos que resolver se vamos ficar juntos ou cada um na sua casa.
Ele está com o cenho franzido, eu não consigo entender por que ele está tão bravo. Eu não vou permitir que Gina fique longe de mim, se ela acha que vai ficar sozinha vivendo vida de solteira está enganada.
Falei:
— Eu já resolvi, vem morar comigo e pronto.
— Anderson, eu tenho o meu trabalho, a sua casa é do outro lado da cidade, vai ficar difícil para eu vir trabalhar.
— Tenho dinheiro o suficiente para te sustentar, você não vai precisar trabalhar mais.
— Você conviveu comigo estes dias e não entendeu que eu não vou viver às suas custas. Sempre trabalhei e vou continuar trabalhando.
— Então, Gina, o que você quer fazer?
— Fico no meu apartamento e você na sua casa, e nós nos encontramos ocasionalmente, para agradar nossos pais.
— Você está me deixando?
— Somos namorados, Anderson, viveremos cada um na sua casa.
— Somos marido e mulher, não vou ficar longe de você.
— Há sete dias, você nem queria este casamento.
— Você também não, como a minha opinião mudou, achei que a sua tinha mudado também.
— Sim, mudou um pouco, mas está tudo muito recente e vai acabar daqui a três meses, você não acha que devemos manter as nossas o mais normal possível?
— Da para você não falar que vai acabar, Gina, eu não quero que acabe.
— Anderson, estamos fechados neste hotel faz sete dias, vamos ver se sua opinião continua quando voltarmos para nossa vida normal.
Sei que Gina não se entregou para mim porque acha que agora que vamos voltar para nossas vidas, vou voltar a ser o homem que eu era há sete dias, sei que é difícil entender, mas eu mudei. Não sei como vou provar isso para ela, mas vou provar que minha vida não tem sentido sem minha gata Selvagem.
“Gina”
Esses sete dias foram ótimos, eu e Anderson namoramos e nos conhecemos. Contei coisas da minha vida que nunca havia contado para ninguém, mas agora vamos voltar para nossas vidas e Anderson vai voltar a ter todas aquelas mulheres atrás dele. Será que o que estamos construindo vai ser forte o suficiente para suportar a pressão? Não vou morar com ele, vamos ver como isso vai funcionar.
# A vida normal
Pedimos um táxi e Anderson dá o endereço da casa dele.
Fiquei quieta, só esperando, ele pegou minha mão e, 15 minutos depois, estamos em frente, ele desce e estica a mão, eu fiquei olhando para a mão estendida, é só esticar a minha, pegar a mão dele e continuar esta história.
Mas tem um problema, eu não quero sair do meu emprego e não vou, então decidi, fiz não com a cabeça e fechei a porta do táxi, deixando Anderson lá.
Dei o meu endereço para o taxista e não olhei para trás para não arriscar desistir da minha decisão.
Gina me rejeitou, não quis ficar comigo, mas isto não vai ficar assim, não vou desistir tão fácil, vai tentar fugir, mas vou te mostrar que não é tão fácil assim fugir de mim, você é minha mulher e não vai conseguir me manter longe.
O táxi parou em frente ao meu prédio, desci, o porteiro vem correndo.
— Senhorita Gina, está tudo bem? Você sumiu, quase chamei a polícia, mas seu pai esteve aqui e disse que você tirou férias e que ia ficar um tempo sem aparecer.
— Não aguentei ficar longe e voltei antes, estou bem, não se preocupe. Me dê a chave reserva do apartamento, a outra está com meu pai, assim que eu buscar te devolvo.
— Sim, claro, está aqui. Peguei a chave e subi, quando entrei, parecia estranho estar ali sozinha, é como se estivesse faltando alguma coisa. Pare com isso, Gina, se ele quiser continuar este casamento, vai te procurar e vai tentar te entender, vai aceitar seu trabalho, vai querer conhecer a pessoa fora daquele quarto de hotel. Tomei um banho e fui descansar, porque tenho plantão à noite. Estou dormindo, minha campainha toca insistentemente, levantei-me meio desorientada, abri a porta e tem um buquê de rosas-vermelhas quase do tamanho da porta na minha frente.
— O rapaz pergunta:
— Senhora Gina?
— Sim, sou eu. Estou entregando pessoalmente, porque preciso de uma resposta.
— Faz a pergunta logo.
— Gina, você quer jantar comigo?
— Não, Anderson. E bati a porta na cara do rapaz com as flores, abri de novo.
— Rapaz, leva as flores de volta para o dono e fala para ele entregá-las para a Melissa.
— Senhorita, ele vai me matar. — Não vai não, suspirei… vai e faz o que te pedi.
— Ok, se eu morrer a culpa vai ser sua.
— Se ele te bater, denuncie ele para a polícia. Acabamos por aqui. Preciso falar com meu porteiro, como ele deixa qualquer um subir sem me avisar. Olhei no relógio, já são 16:00, meu plantão começa às 18:00, tomei um banho, me troquei e fui para o hospital. Cheguei meia hora antes, fui à cafeteria tomar um café para começar minha noite bem, meu celular toca insistentemente, olhei na tela Anderson Venturelli ligando.
Quinze ligações perdidas. Nossa, como ele é insistente.
“Anderson”
Estou no escritório com meu melhor amigo, estou andando de um lado para o outro. Nervoso porque Gina parece ter me tirado da vida dela, foram só sete dias, mas para mim parece que se passou um ano, não posso aceitar ser descartado assim.
— Ela não me atende, Carlos.
— Calma, Anderson, senta, você vai furar o chão assim.
— Calma! É porque não é sua mulher que está te ignorando.
“ Carlos”
Olhei meu amigo desse jeito e ainda não acredito, mas está aqui na minha frente, nervoso porque uma mulher não está atendendo suas ligações, pior… uma mulher que seu pai lhe obrigou a casar. Eu imaginava tudo, menos Anderson Venturelli sofrendo devido à rejeição de uma mulher.
— Anderson, você disse que ela trabalha no hospital, então ela deve estar trabalhando.
— Achei que Gina ia cair em si, e vir correndo para mim, e não voltar para a vida dela sem nem pensar em nós.
— Bem, se vê que você não conhece as mulheres.
— Claro que conheço, Carlos.
— Não Anderson, você conhece estas que fazem tudo para estar ao seu lado, as que você tem que conquistar você não conhece.
— O que faço, Carlos? Não posso ficar sem ela? Está difícil pensar direito e respirar sem aquela gata selvagem.
— Anderson, você é o namorado dela, não é?
— Sim, fiz o que um namorado faz, mandei flores e chamei para sair.
— Sim, mandou flores e um convite para jantar, mesmo sabendo que ela trabalha à noite.
— Como você consegue, Carlos? Quero ligar e ser atendido, quero estar perto dela a hora que eu quiser, não quero outros homens conversando com ela.
— Duas palavras para você, Anderson, Respeito e Confiança. Você precisa aprender a respeitar o espaço dela. Não faça loucura, vai para casa descansar e vai buscá-la no final do plantão, leva ela para tomar um café da manhã bem legal, depois leva na casa dela e não fica pressionando.
— Vou tentar do seu jeito, mas se não der resultado, farei do meu jeito.
— Faz o teste e amanhã, na hora que você chegar, conversamos, vamos embora, descansar agora, vai para casa, Anderson, me escutou?
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Atualizado até capítulo 32
Comments
Rozeli do carmo Ribeiro
Ele é muito pior que churek, a última bolacha do pacote, como dizia Sandy é Junior, """ VAI TER QUE REBOLAR, E REBOLAR""""
2025-01-08
2
Josefa Fonseca
mulher grossa nem presta para conversar ter bom senso
2024-12-26
1
Dulce Tavares
a Gina é osso duro kkkk
2024-09-09
3