Anderson me levou no meio do salão, pegou minha mão, colocou no ombro dele e colocou sua mão na minha costa, segurou minha outra mão.
Falou:
— Fique calma e relaxa, só estamos nós aqui.
— Começamos, eu estou tensa e pisei no pé dele.
— Olha nos meus olhos, vamos de novo. Mergulhei naqueles olhos verdes e me deixei ser guiada, pareço flutuar, esquecemos do mundo lá fora por alguns minutos. Na hora que a valsa acabou, Anderson não me soltou, vai aproximando a cabeça até estarmos quase se beijando.
Falou:
— Vou te beijar agora, não me morde.
“Gina”
Me beija, aquele beijo que mulher nenhuma esquece, sinto minhas pernas amolecerem, quando dou por mim, estou no colo dele, e me delicio com as sensações que meu corpo emite. Me leva até a mesa e, com uma delicadeza, me põe sentada, senta ao lado e continua segurando minha mão, até que consegui sair do transe e chamei para ir para o quarto, que já são 02:00 da manhã. Entrei no quarto com ele e não sei o que dizer, não quero magoá-lo, mas não me sinto pronta para fazer mais nada, comecei a ter uma crise de ansiedade. Anderson percebe e me abraça, tentei sair do abraço e ele segura mais forte.
— Calma, minha gata selvagem, não vou fazer nada que você não queira, mas não se afaste de mim, olha para mim, eu te prometo que só vou tocar em você se você permitir.
— Relaxei, me acalmei e fiquei nos braços dele um pouco.
— Eu não sei o que quero, preciso de um tempo para me adaptar a esta situação, é tudo muito novo para mim.
— Tudo bem, vamos dormir. Fui ao banheiro e coloquei a camisa que ele me emprestou, voltei para o quarto e Anderson me encara e não para de me olhar.
Ela colocou minha camisa de novo, tenho que me controlar para não a assustar, mas fica difícil com ela só com a minha camisa na minha frente. Fechei os olhos, respirei e fui para o banheiro. Quando voltei, ela já está na cama. Pensei comigo.
** Vai ser tranquilo, ela dorme de um lado da cama e eu do outro.**
Deitei e ela vem e se aconchega em meus braços. Nossa, que sensação boa, sinto, como se sempre estivesse me faltando isso. Dormimos assim abraçados.
“Anderson”
Acordei e por um momento esqueci onde estou, virei a cabeça e senti o perfume da minha gata selvagem.
Senti meu corpo reagir, respirei algumas vezes até me acalmar. Gina continua no seu sono aninhada em mim. Se alguém me dissesse que eu ia acordar com uma mulher nos braços e ia estar feliz mesmo sem ter acontecido nada entre nós, eu não acreditaria.
Nunca me envolvi desse jeito, adoro o cheiro dela, ficaria aqui o dia todo só sentindo ela respirar. Ela se mexe e põe suas mãos no meu peito, estou enlouquecendo de tesão, acho melhor sair daqui antes que perca o controle. Me mexi, ela acorda, me olha e me dá um beijo na bochecha.
— Bom dia, Anderson.
— Bom dia, minha gata selvagem.
— Você sabe meu nome?
— Não é gata selvagem?
— Não, não é.
— Senhora Regina Santoro Venturelli, 23 anos, casada com Anderson Venturelli, 34 anos, CEO, lindo, gostoso e adorando estar casada.
— Olha, ele sabe meu nome, e quase não é convencido.
— Mas prefiro seu apelido, minha gata selvagem.
— Preciso arrumar um para você, ou vou usar o que a Melissa te deu, Bebê, o que você acha?
— Você é muito má, não aceita brincadeira. Em um pulo ela está em cima de mim, com seus cabelos caindo no meu peito.
— Não brinca com fogo, se não quer se queimar, mulher.
— Você disse que só vai fazer o que eu te pedir, certo? Então, não pode me tocar sem autorização, certo? Anderson balança a cabeça concordando.
— Então, posso fazer o que eu quiser com você, e você não vai perder o controle?
— Para…Gina, eu não sei se consigo me controlar.
— Se gosta de mim, vai conseguir.
— É porque estou gostando de você que é tão difícil. Comecei a arranhar o peito dele e abaixei a cabeça, chupei sua orelha. Ele ergue as mãos para tocar meus quadris, porque estou a cavalo nele.
— Não se mexe Anderson, não dei autorização para isso.
— Você está me deixando louco, Gina, pare com isso ou me libera que faremos amor de verdade.
— Não sei do que você está falando, o que você não quer que eu faça? Isto? Chupei a orelha dele de novo, ou isto? Passei o dedo arranhando o peito dele.
Abaixei a cabeça e beijei na boca dele.
— Você é meu?
— Sou seu, Gina, pode fazer o que quiser comigo.
— Vou te dar uma notícia, não sei fazer mais nada. Essa cena vi em um filme e achei interessante.
— Me libera e te ensino umas coisas legais, vamos terminar essa cena com chave de ouro, estou adorando brincar com você. Desci de cima dele e fui para o banheiro, sem dizer nada. O que fiz, confessei que sou inexperiente, Anderson vai cansar e procurar outra, com mais experiência. Ouvi bater na porta. O que faço agora?
— Gina, você está bem? Falei alguma coisa que te ofendeu? Se falei, desculpa?
— Não foi você, Anderson, fui eu que falei besteira.
— Como assim? Que besteira?
— Te confessei que sou inexperiente, você é acostumado com mulheres que sabem o que fazem, eu nem sei como te satisfazer ou te beijar, direito.
— Abre a porta, Gina, por favor. Abri a porta, Anderson me abraça e me acaricia o cabelo. Falou:
— Sua inexperiência me encanta, se você me permitir, vou te ensinar tudo o que sei e mais algumas coisas que aprenderemos juntos.
— Vamos fazer um acordo, Anderson, vamos namorar e se conhecer.
— Gina, o que você chama de namorar?
— Não tenho experiência nenhuma, mas estou aberta a suas experiências.
Em segundos, ele está comigo no colo e me beijando apaixonadamente.
— Sou seu namorado, certo? Isto eu posso?
— Pode, e o que mais você vai me ensinar? Enfiei a mão na roupa dela e toquei a pele, fui subindo e deixei a mão embaixo do seio dela.
— Posso continuar, minha gata selvagem.
— Sim, pode.
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Atualizado até capítulo 32
Comments
Zilda Barbosa
poderia ter fotos adora historia com fotos
2025-01-21
1
Maria Jose Santos
kd A mulher forte .. já tá se derretendo toda pra ele
2024-12-24
1
Fatima Matos
vai matar o homem querida
2024-09-09
3