Isabella foi arrastada pelos seguranças até o quarto e jogada no chão. Isabella com ímpeto de fúria avançou contra o segurança que lhe deu um tapa no rosto desmaiando-a.
— Para que isso tudo? — perguntou a mulher correndo para ver se Isabella está bem.
— Amarre ela. — Falou um dos seguranças. — Já estou cansado desse tipo. Vamos amarre os braços e as pernas, se ela fugir o nosso que estará no jogo.
Alguns minutos depois Isabella acorda com uma terrível dor de cabeça, e quando percebe, vê que tem os braços e
pernas amarrados e a boca amordaçada. Desesperada ela começa a se debater.
— Calma. — A mulher veio correndo. — Você fez uma grande bagunça, mesmo que você tenha se comportado daquele jeito, ainda teve gente que quis te comprar. Não pude sair daqui, ainda não sei quem te comprou.
Isabella faz um sinal para a mulher que ela entende.
— Não posso retirar... eles me matam, se eu te ajudar. Agora fica quietinha.
A porta se abriu bruscamente, e dois homens entraram com passos decididos. A mulher se afasta de Isabella. Sem
qualquer delicadeza, eles a levantaram do chão, ignorando seus movimentos desesperados para se livrar. Isabella se debatia com todas as forças, mas era inútil. Os homens a arrastaram como se fosse um objeto, seus pés raspando pelo chão enquanto ela tentava resistir.
Ela foi levada através do mesmo corredor, o eco dos passos ressoando ao seu redor.
Ao chegarem do lado de fora, o ar fresco da noite bateu em seu rosto, mas não trouxe alívio. Ao contrário,
intensificou o pavor que sentia. Isabella viu os carros estacionados estrategicamente, com homens armados em pé ao redor, vigiando a área.
Os seguranças a arrastaram até um dos carros. Um homem, vestindo um terno escuro e com uma expressão
impassível, abriu a porta de trás do veículo. Os outros, sem qualquer cuidado, jogaram Isabella no banco traseiro como se fosse um saco de lixo. Seu corpo atingiu o estofado com um baque surdo, e ela soltou um gemido abafado pela mordaça.
Isabella, atordoada, tentou se mover, mas as amarras a mantinham presa. Seu coração batia forte enquanto ela
lutava contra o pânico. Do lado de fora, os seguranças fecharam a porta com um estalo e permaneceram em suas posições, aguardando instruções.
Dentro do carro, Isabella estava sozinha, a respiração ofegante e o corpo dolorido. A única coisa que podia fazer era esperar.
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Alessandro se levantou da mesa, lançando um olhar rápido para Martinelli, que já começava a anunciar as
próximas mulheres a serem leiloadas. Sem pressa, ele atravessou o corredor iluminado, os ecos da música e das vozes abafadas. Ao avistar a fila de carros, seu olhar imediatamente pousou nos seguranças postados ao redor de seu veículo. Ele sabia que Isabella já estava ali, aguardando.
Quando Alessandro se aproximou, um de seus seguranças rapidamente abriu a porta do carro para ele. A visão que o aguardava no banco traseiro o fez parar por um breve momento. Isabella estava lá, completamente apavorada, seus olhos arregalados de medo e desespero. Ela estava amordaçada e amarrada, e o pânico em seu rosto o atingiu com uma força inesperada. O choque só aumentou quando ele notou a mancha arroxeada em seu
rosto, uma evidência clara de que haviam batido nela.
Sem dizer uma palavra, Alessandro se inclinou para frente e gentilmente afastou uma mecha de cabelo que caía sobre o rosto dela, revelando ainda mais a contusão. Isabella tremeu ao seu toque, mas não havia medo nos olhos dele, apenas uma fúria contida que ameaçava transbordar.
O segurança de Martinelli, notando a mudança na expressão de Alessandro, começou a gaguejar, claramente nervoso.
— Precisávamos amarrá-la, senhor. Ela... não estava cooperando. Não tivemos escolha. — O homem tentava justificar, mas sua voz vacilava.
Alessandro se ergueu devagar, o olhar agora frio e calculado. — Quem bateu nela? — A pergunta saiu com uma
calmaria perigosa.
O segurança de Martinelli, sentindo o gelo na voz de Alessandro, recuou ligeiramente, mas não conseguiu esconder o nervosismo que o denunciava. Alessandro não precisava mais de uma resposta. O sinal que ele deu a seus próprios homens foi quase imperceptível, mas os seguranças de Alessandro entenderam imediatamente.
Enquanto Alessandro se acomodava calmamente no carro ao lado de Isabella, o silêncio da noite foi quebrado por
sons de tiros abafados. Em questão de segundos, o homem de Martinelli caiu morto, sem tempo de reagir. Os seguranças de Alessandro haviam cumprido a ordem de maneira rápida e eficiente.
Com a situação controlada, Alessandro voltou sua atenção para Isabella.
— Não precisa ter medo de mim, Bella. Vamos para casa. — Disse Alessandro.
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Atualizado até capítulo 61
Comments
Reh❤️
já que ia morrer devia ter batido mais kkkkkkkkk
2025-01-20
2
Maria Da Guia
bem feito vagabundos kkkk kkkk agora não deixa o martinelle, fica com o dinheiro, só os 200.000 euros
2024-10-26
2
Lívia Maria Esf
Um já foi, agora falta o Martinelli.
2024-10-25
0