A mulher se aproximou de Isabella, com um sorriso que exibia dentes amarelados e um olhar que revelava a
satisfação sádica de seu papel na situação.
— Chegou a hora, querida. Mantenha a cabeça baixa e lembre-se: você é apenas uma menina indefesa. — A
mulher sussurrou, os olhos brilhando com um misto de diversão.
Isabella obedeceu, baixando a cabeça e tentando ignorar o tumulto ao seu redor. O palco estava iluminado por
holofotes brilhantes, e o som da música e da conversa abafava qualquer tentativa de concentração. Martinelli se destacou à frente, seu tom de voz carregado de entusiasmo.
— Uma joia rara, uma intocada, senhores! — Martinelli anunciou, sua voz ecoando pelo salão. — Apresento-lhes a
peça mais valiosa da noite: a virgindade desta jovem florzinha.
Ele fez uma pausa para que suas palavras ressoassem, e então apontou para Isabella. As luzes brilhantes do
palco acentuavam seu desconforto, e o murmúrio na plateia aumentava à medida que os convidados se preparavam para fazer seus lances.
— O lance inicial é de 200 mil euros. Quem será o primeiro a garantir esta rara oportunidade? — Martinelli continuou, com um sorriso de satisfação.
Isabella, com o rosto ainda inclinado, olhou para Martinelli com surpresa. O valor inicial era muito alto,
e a situação estava se tornando cada vez mais surreal. Enquanto lances começavam a surgir, ela tentava acompanhar, mas a confusão e o nervosismo a impediam de ver quem estava fazendo as ofertas.
Seu estômago se revirava a cada novo valor anunciado, mas ela se esforçava para manter a compostura. Os lances continuavam subindo, e logo o valor estava em 450 mil euros. A tensão no ar era palpável quando Martinelli, com um sorriso malicioso, fez um anúncio adicional.
— Vamos melhorar esse lance, senhores? — Martinelli disse, com um tom desafiador. — Quem levar a virgindade
desta florzinha também está comprando o direito de tê-la consigo por um mês.
O salão se agitou com murmúrios e sussurros, e Isabella sentiu uma onda de desespero. O pensamento de ser
comprada para ser uma propriedade por um mês era mais do que ela podia suportar.
— O quê? — Isabella gritou, sua voz carregada de pânico e fúria.
Martinelli a olhou com uma expressão de desdém e advertência, como se soubesse que o descontrole de Isabella era apenas o começo. Antes que ele pudesse reagir, Isabella, movida por um impulso, pulou em cima de Martinelli. A força do impacto derrubou-o no chão, e ela começou a arranhar seu rosto com uma fúria descontrolada. Seus
gritos de ódio e desespero ecoavam pela sala, misturando-se com o som do caos que se desenrolava ao redor.
— Traidor! — Isabella gritava, as palavras carregadas de um ódio visceral. — Você vai pagar por isso!
Os convidados assistiam à cena com uma mistura de choque e prazer sádico, alguns rindo enquanto outros estavam atônitos com o espetáculo. Os seguranças, inicialmente lentos para reagir, finalmente se mobilizaram. Com esforço, seguraram Isabella e a arrastaram para longe de Martinelli.
Ela lutava como um leão, sua força e determinação visíveis enquanto tentava se soltar das garras dos seguranças. Em uma tentativa desesperada de vingança, Isabella conseguiu se esgueirar de um dos seguranças, seu pé alcançando Martinelli com um chute violento. O impacto fez Martinelli gritar de dor, sua expressão de raiva e humilhação misturada com a dor.
A plateia, divertindo-se com a cena, aumentou o volume dos murmúrios e risadas. A visão de Martinelli, um dos
poderosos do evento, sendo agredido publicamente, parecia ser um entretenimento para os presentes.
Ela foi arrastada para fora do palco, seus gritos e resmungos abafados pelos sons da festa e pelos murmúrios de aprovação dos espectadores.
Martinelli, ainda no chão e com o rosto marcado, se levantou com dificuldade, seu olhar fixo em Isabella com
uma fúria recém-descoberta. Ele ajustou a roupa e se aproximou, sua expressão agora uma mistura de desprezo e raiva controlada.
— Continuemos senhores. Estava a 450 mil euros a virgindade e ficar com a... florzinha .. por um mês.
— A florzinha quase lhe arranca os olhos, Martinelli! — um homem gritou, provocando uma nova onda de risadas e
sussurros.
Alessandro assistiu impressionado com a atitude de Isabella, Martinelli foi realmente um traidor em mudar o trato assim, e ele sabe que ele dificilmente ira entregar a diferença do dinheiro para a Isabella se não, ele não estaria tão interessado em aumentar os lances.
Enquanto os lances continuavam, Alessandro observava os valores subirem, agora a 900 mil euros. A cara de satisfação de Martinelli era evidente, um sinal de que ele estava apreciando a crescente competição. Alessandro sabia que precisava agir para garantir que Isabella não fosse vendida para um dos outros compradores.
Com uma calma calculada, Alessandro levantou a mão e fez seu lance.
— Um milhão e meio pela jovem — disse ele, sua voz cortando o burburinho da sala. Todos os olhares se voltaram
para ele. Um dos homens mais velhos, que havia dado vários lances desde o início, o olhou com raiva. Alessandro, percebendo que ele estava prestes a fazer outro lance, retirou a máscara do rosto, revelando sua identidade.
O reconhecimento imediato causou um choque na plateia. O velho, ao ver quem estava no comando, hesitou. Ninguém mais ousou competir com a oferta de Alessandro, reconhecendo-o.
— Bate o martelo, Martinelli — Alessandro ordenou, com um tom de voz firme e decisivo, enquanto leva o copo do
whisky na boca.
— Vendida! A florzinha foi arrematada pelo Alessandro Mancini — anunciou Martinelli, sua voz carregada de frustração.
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Atualizado até capítulo 61
Comments
Lucimara Aparecida
eita que mafiosonao perdeu tempo kkk
2024-10-30
4
Lívia Maria Esf
Essa humilhação foi só o começo para Martinelli
2024-10-25
1
Mari Silva
que velho safado traido
2024-10-21
0