Isabella caminhava pelo cassino com uma confiança disfarçada, os saltos de seus sapatos ecoando suavemente pelo chão de mármore. Os olhos atentos dos presentes seguiam seus movimentos, admirados pelo vestido
vermelho que realçava suas curvas e pelo ar de mistério que a envolvia. Um garçom se aproximou, oferecendo uma taça de champanhe.
— Para a senhorita — disse ele com um sorriso cortês.
Ela aceitou a taça com um aceno de cabeça, agradecendo silenciosamente. Embora soubesse que não deveria beber, Isabella dominava a arte de fingir embriaguez, um truque que sempre funcionava bem nas mesas de
jogo. Levou a taça aos lábios, permitindo que o líquido borbulhante apenas tocasse sua boca, sem realmente ingeri-lo. Ela observava cuidadosamente o ambiente ao redor, analisando cada detalhe.
Logo, seus olhos pousaram na mesa de jogo de 21, onde um grupo de homens jogava animadamente. Eles eram os tipos que ela conhecia bem: confiantes, ricos, e sempre à procura de uma nova emoção. Isabella se aproximou
da mesa, percebendo os olhares que a seguiam. Os homens a admiravam, enquanto as mulheres de pé ao redor a observavam com um misto de curiosidade e inveja.
Ela se sentou graciosamente, cruzando as pernas e acomodando a bolsa em seu colo. O crupiê a cumprimentou com um aceno de cabeça, e logo as cartas foram distribuídas. Isabella pegou as cartas com um movimento calculado, permitindo que um sorriso travesso surgisse em seus lábios. Ela sabia o que estava fazendo, mas optou por começar com uma aposta modesta, a menor possível, para não chamar atenção.
— Vou começar devagar — disse ela, com um tom doce e inocente. — Não sou muito boa nisso.
Os homens ao redor riram, evidentemente cativados pela confiança suave que ela exalava, misturada com a aparente inexperiência que ela fingia. As mulheres, por outro lado, a olhavam com desdém.
O jogo começou, e Isabella jogou como se estivesse experimentando pela primeira vez. Quando as cartas foram reveladas, ela venceu a rodada, soltando um pequeno gritinho de satisfação, embora seu interior estivesse completamente calculado. Ela sabia exatamente o que estava fazendo.
— Que sorte! — exclamou, fingindo surpresa.
Ela continuou jogando, vencendo mais uma rodada, o que lhe rendeu ainda mais olhares de admiração dos homens ao redor.
— Ahh, já estou enjoada desse jogo — disse ela com um tom desinteressado, seus olhos passeando pela sala em busca de uma nova oportunidade. — Quero tentar algo diferente.
Um dos homens ao seu lado, intrigado pela combinação de beleza e mistério que Isabella exibia, inclinou-se para ela com um sorriso.
— O que acha de pôquer, senhorita? — sugeriu ele, claramente encantado.
Isabella fez uma pausa, seu olhar avaliando o homem antes de responder com um sorriso enigmático.
— Pôquer, hein? — ela murmurou, brincando com a taça de champanhe. — Pode ser interessante.
Ela sabia que pôquer exigia mais do que apenas sorte. Era um jogo de habilidades, de leitura de pessoas, e ela estava pronta para usar todas as suas cartas.
Isabella se levantou, o homem que a convidara para o pôquer, um sujeito robusto com um olhar audacioso, a conduziu até uma mesa. Os outros jogadores estavam espalhados, alguns já embriagados, outros em plena forma.
Ao chegar à mesa de pôquer, Isabella observou as fichas espalhadas e as expressões sérias dos jogadores. Ela se sentou com uma atitude descontraída, mas seu olhar calculava cada detalhe, cada reação dos jogadores
ao seu redor. A mesa estava iluminada suavemente, criando uma atmosfera de concentração e expectativa.
Os jogadores eram uma mistura de tipos variados: um homem com um terno impecável, um outro com uma expressão cansada e um terceiro com um olhar atento e calculista. Eles a cumprimentaram com um aceno de cabeça, já familiarizados com o jogo, mas com curiosidade sobre a nova adição à mesa.
— Bem-vinda, senhorita — disse o dealer com um sorriso profissional. — Vamos começar.
Isabella tirou uma pequena quantidade de fichas de sua bolsa e as colocou sobre a mesa, demonstrando uma aposta modesta para começar. O homem ao seu lado, o que a havia convidado, a observava com um interesse
evidente.
— Então, senhorita, parece que você está pronta para um desafio — disse ele, com um tom que misturava provocação.
Isabella sorriu, seus olhos brilhando com uma mistura de charme e determinação.
Cada mão que jogava, ela observava os outros jogadores com uma atenção meticulosa. Seus olhos brilhavam com uma mistura de estratégia e charme, e sua confiança parecia crescer com cada vitória.
Depois de ganhar duas rodadas consecutivas, Isabella já havia triplicado a quantia inicial de fichas que trouxe. Ela sentia que estava no auge da sua performance, mas a quarta rodada estava prestes a começar. Os outros jogadores, claramente desconfortáveis com a sua habilidade, tentavam disfarçar sua frustração enquanto mantinham uma fachada de indiferença.
Isabella percebeu a tensão crescente e decidiu usar uma técnica para desviar a atenção e finalizar o jogo. Ela inclinou-se um pouco para frente, permitindo que um pouco da champanhe caísse em seu decote. O líquido borbulhante deslizou pela pele exposta, criando um efeito visual que imediatamente chamou a atenção dos homens ao redor. Os olhares deles se desviaram para seu colo, uma mistura de curiosidade e desejo evidente em seus rostos.
Ela começou a limpar o colo com um gesto cuidadoso, pegando um lenço e passando-o de forma deliberada, fazendo questão de que seus movimentos fossem graciosos e provocativos. O ato estava longe de ser inocente;
era um truque para aumentar o nível de distração e garantir que a atenção permanecesse em seu corpo, não nas cartas.
— Vamos, meninos — disse Isabella com um sorriso provocador, sua voz suave e sedutora. — Precisamos acabar com isso logo para que eu possa me limpar e voltar a me sentir como uma dama.
Eles riam e tentavam recuperar a compostura e focar no jogo, embora visivelmente distraídos pela visão de Isabella. Ela continuou a limpar o decote, fazendo o possível para manter os olhares fixos em seus atributos
enquanto esperava que a rodada terminasse.
O dealer, visivelmente acostumado com esse tipo de jogo psicológico, seguiu com a mão enquanto Isabella manobrava sua estratégia. Ela sabia que estava usando seu charme para obter uma vantagem adicional e estava
se aproveitando da situação ao máximo.
À medida que a quarta rodada avançava, Isabella se manteve calma e calculista, controlando o jogo com precisão. Cada gesto seu era meticulosamente pensado para manter a distração dos homens e garantir que o jogo favorecesse seus interesses.
Finalmente, a rodada terminou e Isabella se levantou da mesa com um sorriso satisfeito, os outros jogadores evidentemente abalados. Ela recolheu suas fichas e se preparou para deixar a mesa, sua confiança intacta.
— Foi um prazer jogar com vocês — disse ela, seu tom tão sedutor quanto cortês. — Agora, se me dão licença, preciso ir me refrescar.
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Atualizado até capítulo 61
Comments
Fran Silva
mulher inteligente
2024-10-31
1
Maria Da Guia
já não aguento mais de tanto curiosidade para saber a onde entrar o mafioso gostoso kkkkkk
2024-10-26
1
Lívia Maria Esf
Continue assim Bella!
2024-10-25
0