Alessandro estava relaxado na poltrona, com a mulher loira ainda sentada em seu colo, quando alguns de seus seguranças entraram arrastando um homem. Ele reconheceu o homem imediatamente: Francesco, um jogador que havia acumulado uma dívida considerável no cassino.
— Senhor, encontramos ele. Estava prestes a deixar a cidade — informou um dos seguranças, a voz firme e sem hesitação.
Alessandro estreitou os olhos, seu olhar cortante e desdenhoso focado em Francesco. Ele levantou o copo de whisky, o líquido âmbar reluzindo sob as luzes da sala VIP.
— Então, Francesco... onde está o meu dinheiro? — perguntou Alessandro com desdém, sua voz carregada de uma frieza.
Francesco, claramente apavorado, caiu de joelhos, as mãos trêmulas erguidas em súplica.
— Senhor, eu vou conseguir o dinheiro, eu prometo! Me dê mais uma chance, por favor!
Alessandro levantou uma sobrancelha, seus olhos se estreitando com uma crueldade calculada. A sala VIP ficou em silêncio, todos os olhares voltados para a cena, embora ninguém ousasse interromper.
— Mais uma chance? — ele repetiu, um sorriso frio se formando em seus lábios. — Não, Francesco, não há mais chances.
Ele então se levantou da poltrona, sinalizando para a acompanhante loira se afastar. Com um gesto elegante e calculado, Alessandro pediu licença aos jogadores presentes na sala VIP e se dirigiu para sua sala de vidro no andar superior. Os seguranças, ainda segurando Francesco, o arrastavam pelo chão atrás de Alessandro, que caminhava com passos firmes em direção à sala onde a visão panorâmica do cassino e do salão se desenrolava sob seus pés.
Os outros jogadores na sala VIP mal levantaram os olhos de suas mesas. Todos ali conheciam a reputação de Alessandro. Os seguranças, por sua vez, trocavam olhares enquanto arrastavam Francesco, cientes de que estavam prestes a testemunhar.
Ao chegar à sua sala de vidro, Alessandro fez um gesto para os seguranças enquanto se acomodava em sua cadeira de couro. Ele queria garantir que o ato de punição fosse um exemplo para todos no cassino, mas preferia realizá-lo fora da vista dos clientes mais importantes, preservando assim a aparência de controle e classe que ele tanto prezava.
Os seguranças, sem dizer uma palavra, deitaram Francesco no chão frio da sala de vidro. O homem tremia, seus olhos arregalados em puro terror enquanto os seguranças preparavam o que estava por vir. Eles o seguravam com firmeza, imobilizando seus braços e pernas. O outro segurança abriu uma pequena caixa e retirou um rato, que foi colocado sobre a barriga de Francesco. Os gritos do homem ecoavam pela sala enquanto o rato se debatia, tentando encontrar uma saída. Em seguida, um balde de alumínio foi colocado sobre o rato, e, usando um maçarico, os seguranças começaram a aquecer o balde.
Alessandro observava a cena com um olhar impassível, seus olhos fixos em Francesco. O calor rapidamente se tornou insuportável, e o rato, em pânico, começou a roer a barriga de Francesco para tentar escapar. Os gritos
abafados de Francesco preenchiam a sala, seus olhos revirando de dor e desespero. Alessandro, sentado confortavelmente em sua cadeira, terminou seu whisky, apreciando cada gota enquanto via a vida de Francesco se esvair lentamente.
Os seguranças, enquanto realizavam a tortura, lançavam olhares rápidos para Alessandro, buscando algum sinal de compaixão ou misericórdia. Mas o olhar do chefe permanecia firme e inabalável, uma demonstração clara de sua implacabilidade. Eles sabiam que qualquer erro poderia significar sua própria morte, e isso os mantinha focados e obedientes.
Francesco finalmente deu um último suspiro, seu corpo se tornando inerte enquanto o rato saía da abertura ensanguentada. Alessandro permaneceu observando, assegurando-se de que o homem estava realmente morto
antes de se levantar, seu olhar ainda frio e calculado.
— Limpem essa bagunça — ele ordenou friamente. — Que todos saibam o que acontece com quem não paga suas dívidas.
Os seguranças assentiram, ainda visivelmente abalados, mas tentando manter a compostura. Alessandro se afastou, satisfeito, retornando à sala VIP para continuar sua noite, como se nada tivesse acontecido.
Enquanto ele caminhava de volta à sala VIP, Titan e Nyx, seus cães leais, o seguiam de perto. A loira, que havia sido dispensada antes, o esperava novamente com um sorriso nervoso. Alessandro apenas deu um breve aceno, sentando-se de volta em sua poltrona, retomando o controle do ambiente com a mesma autoridade fria e implacável de sempre. O cassino continuava a operar, mas todos sabiam que, naquela noite, Alessandro havia mostrado mais uma vez porque ninguém ousava desafiá-lo.
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Atualizado até capítulo 61
Comments
Maria Da Guia
é isso uns se torna forte em cima dos fracos! é fato !!!
2024-10-25
1
Adriane Alvarenga
Misericórdia....que horror....🙈🙈🙈🙈
2024-09-27
1
Aparecida Souza
não gostei de imaginar a cena
2024-09-26
0